25 de out. de 2010
Não importa
5 de out. de 2010
Café com Leite: De eleições e futebol
Café com Leite: De eleições e futebol
23 de set. de 2010
Café com Leite: De virada é mais gostoso!
19 de set. de 2010
Café com Leite: Brad Pitt
16 de set. de 2010
Café com Leite: Aquele abraço!
Foto: Alex Carvalho/UOL
9 de set. de 2010
Café com Leite: Da psicologia, religião, Beatles e o papel da mulher na sociedade
1 de set. de 2010
Café com Leite: Timão, 100 anos
23 de ago. de 2010
Café com Leite: Freguês, agradecemos a preferência!
16 de ago. de 2010
Café com Leite: Engenheiros do Avaí
10 de ago. de 2010
Café com Leite: Falemos sobre Corinthians e Flamengo
2 de ago. de 2010
Café com Leite: Sobre chorões, mafiosos e economistas e outras coisas
29 de jul. de 2010
Café com Leite: Polvo Profeta
Perguntei pro polvo Paul:
- Pode previsão?
- Pode. Porém, pergunta pertinente.
- Pra próxima partida, Poderoso prevalece?
- Pode postar: Palmeiras perde.
- Placar?
- Parco.
- Por quê?
- Porque porco pipoca. Pá!
26 de jul. de 2010
Café com Leite: Valeu, Mano!
Quem se deu bem nessa história foi Adilson Batista, ex-técnico do Cruzeiro, que passa a comandar a equipe alvinegra nesta terça-feira. Ele tem uma ação trabalhista contra o Timão da ordem de R$500 mil, legal saber que o Todo-Poderoso não leva isso em conta na hora de contratar seus profissionais, exemplo que deveria ser seguido por toda empresa neste país tropical e abençoado por Deus.
Taí: acho que o escrete corinthiano só tem a ganhar com o novo técnico. Gosto do estilo dele de querer jogar pra frente e mantendo a posse de bola. O Mano é bom técnico, ganhou a Copa do Brasil, Paulista, etc. e tal, mas bastava o time marcar um gol pra botar a equipe na retranca.
É Mano, teu ciclo no Timão acabou, obrigado.
E teu jogo de despedida foi ontem contra os campineiros do Guarani. Nada mais justo que encerrar tua história no Timão com uma vitória e o retorno à liderança do Campeonato Brasileiro, tchê.
Pois é galera, o Fluzinho do quase-técnico da seleção Muricy Ramalho pisou na bola e empatou com o Botafogo no Engenhão. Caiu pro segundo lugar. Merecido. Retomamos o que era nosso por direito e destino e as armas de Jorge.
Mas vamos falar do jogo com o Guarani, né? O Todo-Poderoso começou arrasador, logo no primeiro minuto abriu o marcador com um gol de Jorge Henrique. Alegria no Pacaembu que contava com trinta mil fiéis, entre eles minha amiga Karen Bachega, cuja presença deixou o espetáculo mais bonito.
O domínio do Corinthians foi tão avassalador nos primeiros vinte minutos que poderíamos ter matado a partida no primeiro tempo mesmo. Mas, não... O Timão sempre tem que deixar o adversário empatar o jogo, sabe, pra dar aquela emoção.
E o empate veio no segundo tempo com gol de Mazola aos dezoito minutos.
Pronto, assim que o Bugre conseguiu o empate o Corinthians acordou novamente. Daí que Dentinho foi expulso num lance onde cabia o cartão amarelo, o juizão pra compensar a besteira expulsou um do Guarani também. A regra é clara nesses casos.
Empurrado pela torcida, o time corinthiano chegou ao segundo gol numa cobrança de falta de Bruno César – o garoto joga muito e merece um lugar na nova seleção brasileira. Viu, Mano?
Só pra deixar tudo mais tranqüilo pro nosso lado, o sósia do Tevez fez mais um de cabeça, num cruzamento do Rei, Roberto Carlos. 3 x 1, pra fechar a conta e passar a régua, como dizem na padaria onde tomo meu café matinal e tardal.
Aí foi aquela festa, o Mano fazendo a volta olímpica com os jogadores e sendo ovacionado pela torcida. Valeu, Mano. Você mandou bem.
22 de jul. de 2010
Café com Leite: Duracell
19 de jul. de 2010
Café com Leite: Invictus
2 de jul. de 2010
Café com Leite na Copa: Uruguai e Gana
Foto: Roberto Schmidt/AFP
Por isso sou torcedor da Celeste - uma seleção que brilhou muito no passado e que parece não ter se adaptado ao futebol atual - de força física, eficiência tática, pragmático e profissional. Passaram por uma ditadura que dizimou uma geração, estavam atordoados demais para se dar conta que o mundo se tornou uma imensa Chinatown onde se vende de tudo, corações e mentes e um pedaço do Céu por 10% do salário de um homem comum ou de um astro do futebol. Questão de valores, e os uruguaios têm lá os deles.
Claro estava que a partida com Gana seria um épico trágico, o Uruguai é o Corinthians da Copa do Mundo. Seus torcedores iriam sofrer até o último minuto, são românticos. O futebol imita a vida, seus castigos e dores e alegrias. Tomaram o primeiro golpe, um gol de Muntari no fim do primeiro tempo - não desistiram. Voltaram com garra, dispostos a superar o revés. Conseguiram o empate e foram melhores durante todo o segundo tempo - mas não conseguiram a virada merecida, indo para a prorrogação. Haja nervos, coração bate mais forte, o sangue ruboriza em nossos rostos apreensivos.
E, no final da prorrogação, quando tudo parecia decidido, o golpe do destino: numa cabeçada dum jogador africano a bola que vai ao gol, impedida pela mão de um jogador de linha uruguaio num ato desesperado que pode ser a redenção de todo um país - um jogador que se dirige chorando ao vestiário, expulso de campo. O futebol também demanda seus mártires.
Mas o Destino quer que a vitória venha assim, cruel: o melhor jogador de Gana põe a bola na marca da cal, toma distância, corre e chuta - um petardo que explode no travessão, cuias de mate são jogadas aos ventos, gritos saem das gargantas, ainda há esperança. Aguante, Celeste!
Cinco jogadores de cada lado são escolhidos para o pelotão de fuzilamento - a tarefa mais inglória deste esporte, todos são vítimas da Sorte. Penâltis deviam ser cobrados por poetas. Eles compreendem mais as aflições humanas.
E os uruguaios, repito, são uns românticos... Antiquados, botaram o coração na ponta das chuteiras - expressão em desuso, que só eles diriam sem constragimento.
Venceram.

















