
Texto: Leandro A. C. Rosa
Afastado por indisciplina? Deficiência técnica? Negociado com os Emirados Árabes? Em meio a boatos fundados, o Futecore retorna ao gramado verdinho do FEROZES FUTEBOL CLUBE falando sobre o desfecho do BR 2010, sobre Elias, Adriano, Libertadores e um tiquinho de carimbó.
A minha esperança de ser campeão durou pouco, amigos. Ao ouvir à transmissão do jogo Corinthians e Vasco pela rádio, em uma agradabilíssima pousada em Boracéia, pulei na piscina de manto sagrado e bêbado como um Gambá, ao saber que o Dinei do SEP metera um petardo no Tricolor das Laranjeiras, transformando o Timão no virtual campeão brasileiro outra vez. Mas era bom demais pra ser verdade, e tal como garrafas e copos d'àgua voadoras, nossas ilusões caíram por terra. Que porcaria.
Eu não vou falar de mala branca, eu não vou falar de entregada, tudo muito feio, tudo muito chato.
A semana passou como um tornado por mim, e aterrissei em Porto Alegre no domingo.
Eu, que não havia conseguido tempo para entrar no clima de decisão durante a semana, me deparei com uma legião de Gremistas fanáticos, fossem organizadas em direção ao Olímpico, funcionários do hotel onde fiquei ou concorrentes da vaga de emprego que me levara até lá.
Lembrei do último COR x GRE, no Pacaembu. Goláço de Douglas, VTNC, Douglas.
Pensei como a disputa por pontos corridos é legal, como o Campeonato Brasileiro é fantástico e equilibrado. Chegamos a última rodada com uma diferença de um ponto entre os três primeiros colocados. UM PONTO! Se Bruno Cézar houvesse convertido aquele pênalti contra o Grêmio, se tívessemos ganho algum jogo que empatamos, empatado outro em que perdemos. E o Cruzeiro pode dizer o mesmo. Detalhes que viram lances capitais, que decidem campeonatos, anos inteiros. Por essas e outras que amamos o futebol, meus caros. Por isso ele é uma metáfora para a vida, disse alguém.
Detalhes que fizeram com que eu e outros colegas fôssemos aprovados para a segunda fase da seletiva. E após extenuantes entrevistas e dinâmicas de grupo, finalmente pude curtir minha Patrícia (a cerveja) e assistir ao final do primeiro tempo de Fluminense 0 x 0 Guarani. Contagiado pela alegria e otimismo, vislumbrei novamente a possibilidade da conquista do título pelo Coringão!
O Flu jogava mal, estava muito nervoso, como esperado. O Guarani dava a impressão de conseguir segurar o empate, quem sabe fazer um golzinho? O Timão empatava com o Goiás B, mas para mim era questão de tempo para a virada heróica e definitiva.
Bom, todos sabem como terminou. Um gol de Emerson, o Fluminense de Muricy e Conca foi MERECIDAMENTE CAMPEÃO BRASILEIRO de 2010. Parabéns a um time regular, que soube superar os desfalques e que havia sido campeão pela última vez quando este escriba era apresentado ao planeta terra (não o festival). Tava na hora, hein pó-de-arroz.
Ano passado comemorei nas ruas do Leblon o penta rubro-negro com meus amigos flamenguistas. Esse ano, em um passeio as margens do Rio Guaíba, na bela POA ouvia-se rojões comemorando a (difícil) classificação do Grêmio a Copa Libertadores. Acho que sou pé-quente.
Ao Corinthians, sobrou um melancólico terceiro lugar e a obrigação de ganhar um mata-mata complicado para se garantir na competição sul-americana, em um grupo mais complicado ainda.
RETROSPECTIVA: Apesar do insucesso deste ano em relação a títulos, acho o saldo do centenário muito positivo. As ações de marketing foram em sua maioria muito bem sacadas, a festa do centenário foi um sucesso, a construção do CT Joaquim Grava, o anúncio da construção do nosso estádio e sua escolha à abertura da Copa do Mundo, tudo isso colaborou para a retomada definitiva do Orgulho Corinthiano, um sentimento que faz a torcida do SCCP ser diferente das demais. Afinal, somos a torcida que tem um clube, certo?
Dentro de campo também houve afirmação. A base montada Andrés Sanches, Antônio Carlos Zago e Mano Menezes em 2008, foi campeã com sobras da série B e finalista da Copa do Brasil. Em 2009, com peças de mais qualidade, o Timão foi Campeão Paulista de forma invicta e Campeão da Copa do Brasil. Por conta disso, jogou o BR 2009 com desleixo e terminou no 10º lugar.
Em 2010, apesar de ter contratado muitos reforços, o grupo se mostrou inferior ao de 2009. O time sentiu a falta de André Santos, Cristian e Douglas, e Ronaldo não consegui encontrar a boa forma do ano passado. Dos jogadores que vieram, vingaram Ralf, Jucilei e Roberto Carlos, esse último na minha opinião apenas parcialmente, assim como Danilo.
Bruno Cézar veio no segundo semestre e fez um grande campeonato, sendo eleito revelação. Júlio César se firmou. Tcheco, Iarley, Souza, Defederico, Edu e principalmente o técnico Adílson Batista se mostraram apostas erradas da diretoria. Ainda sim, o teve 100% de aproveitamento na primeira fase da Libertadores, e brigou pelo título do BR 2010 até a última rodada. o Corinhians hoje é um time respeitado e até odiado pelos rivais. Ótimo sinal.
2011- Os que se vão:
William se aposentou, e apesar de contestado, sou fã do nosso capitão nos últimos três anos. Figura ímpar no futebol brasileiro, articulado, inteligente e fã de Chico Buarque. Apesar da sua notória lentidão, tinha ótimo senso de posicionamento e era bom na bola aérea também. Acho que Paulo André pode substítui-lo à altura, mas sua liderança tranquila fará falta. Valeu Capita!
Elias, porém será a falta mais sentida. Hoje jogador de seleção, chegou ao Pq. São Jorge em 2008 e foi um dos pilares do time. Corinthiano roxo, honrou a camisa do Timão com muita raça e entrega. Mas também muita técnica, mostrada em jogadas rápidas e gols decisivos. Não acho que Paulinho possa ser um substituto à altura, aliás são poucos no futebol que exercem a função de Elias com tamanha competência, roubando a bola e conduzindo-a ao campo de ataque com extrema rapidez, e ainda chegando para tabelar e concluir. Boa sorte Elias, o Timão será sempre a sua casa.
Os dispensáveis, para mim, são:
Edu e Souza - altos salários, pouca produtividade.
Iarley - apesar de ter ajudado com uns golzinhos, e sempre demostrar raça, seu
declínio técnico é evidente. Não tem mais bola pra jogar no Timão.
Moacir: Macumbacir, galinha preta do nordeste, esse é zicado mesmo. Sai zica!
Defederico: apesar de ainda achar que ele deveria ter uma sequência de jogos pra provar sua ruindade, se for mesmo envolvido em um possível troca, adiós DVD.
A campanha #maiorquetudoisso. Mais sobre isso na ótima coluna do Caio Maia:
Mario Gobbi: só vai ser presidente um dia que tiver um besouro fumando maconha no meu olho. Opa, peraí...
2011 - Os que voltam:
Morais: Melhor que o Defederico. Bom banco.
Edno: Parece que recuperou um pouco do seu futebol no Botafogo. Também pode ser útil.
Marcelo Oliveira: Esse não deveria ter saído. Bom como volante, ótimo como lateral esquerdo. Bom banco pro RC, e futuro titular.
Éverton Ribeiro: Foi o 10 do São Caetano e não fez feio. Joga também na ala esquerda. Boa opção, tem futuro.
Bruno Otávio: Campeão em 2005 e primo do Ronaldo (goleiro). Pode ser banco do Ralf, mas não faço questão.
William Morais: Na verdade esse subiu da base esse ano e até fez gol, mas acho que deveriam ser dadas mais chances pra esse meia de 1,88m. Pareceu ser habilidoso e ter visão de jogo. Olho nele.
2011 - Os que podem vir:
Ronaldo: Se estiver em forma, sem lesões, será o maior reforço do futebol brasileiro. Torço pra isso, não só pelo Corinthians, mas porque o Fenômeno merece fazer sua última temporada digna de sua história no futebol.
Adriano: Pois é, parece que a coisa é séria. Se vier, treinar e pôr a cabeça no lugar, minha nossa senhora. Se Ronaldo estiver em forma também, já pode dar a Liberta 2011 pra gente.
Marcinho: Tite manda trazer seu ex-jogador do Qatar, eu mando ele se catar. Independente de ter feito bons jogos por Atlético-MG e Flamengo, não quero um mal-caráter desses no Timão. Vagabunda da turma do Bruno, que fazia festinha e batia em puta? Aqui não.
Cristian: Se voltar, vai ser muito bom. Imagino um meio campo com ele e Ralf, dando mais liberdade para o Jucilei. Também fez gols, na sua boa passagem por aqui. Será bem vindo de volta.
Formica: Não conheço picas, mas se for trocar pelo DVDerico, pode vir. Tenho até slogan: Formica, pior que tá não fica.
AMIGOS, é isso, peço desculpas pela ausência e pelo loooooongo post de hoje, mas espero ter compensado. E vamô que vamô!
Pra terminar, homenagem merecida. Valeu boca-torta!
8 de dez. de 2010
FUTECORE - DOIS MIL E DEZ EM PRETO E BRANCO
1 de set. de 2010
Café com Leite: Timão, 100 anos
31 de ago. de 2010
CHAZINHO DE COCA - O MAIOR RIVAL
Texto: João Paulo Tozo
Não há razões para tratá-lo bem. Não há espaço para ele e o meu. Não há motivos para que ele se vanglorie em cima de alguém que menos vezes venceu. Não há razões para que eu o parabenize, mas sim relembre toda vez que por causa do meu, ele sofreu.
Intransferível sentimento somente a ele pertencente.
Por que os outros são rivais, são triviais. Ele é inimigo de alma, de história, de bola.
O meu não é o maior porque ele existe. Mas ele é grande como é porque é o maior rival do meu.
O meu já seria o maior existisse ele ou não. Mas a rivalidade que alimenta a história, que se arrebenta de glória, essa não seria tão vistosa fosse ele qualquer outro time da moda.
O Centenário é seu. Mas a rivalidade é nossa. Sofisticada, atemporal, temperamental.
Obrigado meu Palmeiras por ser o maioral.
Parabéns Corinthians por ser nosso eterno maior rival.
14 de jan. de 2010
Chazinho de Coca - O "Senhor Centenário", o marketing e o futebol.
O Centenário do Corinthians começou com vitória – 3X0 no Huracan da Argentina, em amistoso realizado no Pacaembu – até o Souza fez gol, Aleluia Motherfuckers!
Mais do que o início vitorioso na temporada mais aguardada pela coletividade alvinegra, a partida marcou, de forma oficial, o fim da carreira do, apontado por muitos, maior ídolo corintiano de todos os tempos – Marcelinho Carioca.
Em suas passagens pelo clube, Marcelinho contabilizou algo em torno de 10 títulos. Nenhum outro conseguiu se aproximar disso no Timão.
Mas a história de Marcelinho com o Corinthians continuará sendo escrita ao longo do ano.
Marcelinho Carioca é o “Senhor Centenário”. Uma espécie de embaixador das ações promocionais do clube no que diz respeito a data. Ele estará presente em lançamentos das lojas do clube, terá uma camisa comemorativa com seu nome lançado, dentre outras inúmeras ações.
Só não entendi porque o “Senhor Centenário” não esteve presente na apresentação de Roberto Carlos e depois na dos outros contratados. Erro estratégico, mas enfim...
Quando se fala em ações promocionais, fala-se em Departamento de Marketing e não de Futebol. O marketing alimenta o clube e o futebol. O futebol é independente de qualquer outro depto.
Nossos grandes clubes demoraram a perceber essa tendência, mas já estão inseridos nessa prática.
Mano Menezes é técnico do time, logo pertence ao depto de futebol. Provavelmente ele nada entende de mkt e nem precisa, já que é ótimo no que faz.
Ao longo dos últimos dias, a imprensa questionou Marcelinho sobre a possibilidade de prolongar sua carreira por mais uma temporada para, quem sabe, fazer parte do elenco de Mano Menezes.
Lembram-se? Marcelinho = MKT / Mano = Futebol
Marcelinho deu a entender que estaria apto a fazer parte do elenco ou que pelo menos aceitaria passar para os jogadores a importância de se jogar no Corinthians, de se usar a “2ª pele”, como ele gosta de dizer.
Como se jogador profissional precisasse de orientação extra para entender o quanto é importante ostentar a camisa que veste. Descabidas as boas intenções “Marcelisticas”.
Mano Menezes, que nada entende de MKT, que nada tem a ver com as ações de MKT e que não tem papas na língua, agradeceu, mas tratou de descartar qualquer possibilidade de aproveitamento do Marcelinho, do MKT, em SEU Depto de Futebol.
A imprensa que tantas vezes e sempre com razão, pegou no pé dos clubes para que houvesse essa visão macro em questões extra campo, quando a encontra, parece não entendê-la ou faz questão de não entendê-la, e com incessantes insinuações, alimentadas pela esperança descabida de Marcelinho, ajudou a instaurar o clima de discórdia entre MKT e Futebol no Timão.
O Marketing do Timão vem fazendo trabalhos invejáveis. O Futebol idem e começou bem o ano. São deptos distintos, mas vivem sob o mesmo teto. Se o teto ruir, cai na cabeça de todo mundo.
Despeço-me da feroz nobreza ao som de Wumpscut – Embryodead.
Cheers,
5 de jan. de 2010
Chazinho de Coca - Um Centenário diferente.
Completar 100 anos de existência deve ser motivo de orgulho para qualquer grande instituição. Para os clubes de futebol então, esse orgulho é compartilhado com seus milhares ou milhões de torcedores.
Muito se planeja em cima dessa data. Eventos, festejos, grandes contratações, títulos. Entretanto o que tem sido visto nos centenários dos clubes que já atingiram a marca não é nada animador para quem está prestes a entrar nos anos dos 3 dígitos.
Em 1995 o Flamengo foi o 1º dos grandes a “comemorar” a data. Em um momento onde Kleber Leite gastou tubos de dinheiro, montou-se aquele que era pra ter sido o “ataque dos sonhos”, com Sávio, Edmundo e Romário. Luxemburgo, o mais badalado técnico da época, chegou para comandá-los. Logo Luxa e Romário brigaram e racharam o elenco. O Campeonato Carioca se foi com o gol antológico “barrigusitico” de Renato Gaúcho. Na Copa do Brasil, fracasso. Na Supercopa, naufrágio. E no Brasileirão, uma lástima.
Em 2002 foi a vez do Fluminense chegar a marca dos 100 anos. O Flu vinha de temporadas tenebrosas, onde passeou por quase todas as divisões possíveis do futebol brazuca – segundona, terceirona – logo o contentamento da torcida seria sanado com uma campanha decente na elite.
Naquele ano o Tricolor venceu o esvaziado Campeonato Carioca, na edição que ficou mais conhecida como “Caixão”, devido as patacoadas de Eduardo “Caixa D´agua” Viana , presidente da Federação Carioca.
De semelhante ao centenário do rival Flamengo, além da temporada sem sal, o Flu teve Romário no comando de ataque - Como se vê, ter o baixinho no ano do centenário era pra lá de feroz - No BR02 o Fluminense até que caminhou bem, terminando na 4ª colocação.
Em 2003 o Grêmio pensou em pintar o Brasil em azul, preto e branco. Mas o que se viu foi o Internacional voltar a ganhar o estadual, fato que não ocorria desde 97. Tite caiu após eliminação na Libertadores e Adilson Baptista teve de salvar o time do rebaixamento no BR daquele ano.
O Botafogo chegou aos 100 em 2004, após amargar a 2ª divisão no ano anterior. O retorno deu ao clube esperanças de uma boa jornada. Mas o time nem as semifinais do estadual chegou. No BR04 o Fogão ficou as 12 primeiras rodadas sem vencer um único jogo e a dança dos técnicos veio em ritmo avassalador. Escapou de novo rebaixamento só na última rodada.
O Atlético Mineiro apagou suas 100 velhinhas em 2008. O ano foi uma lástima. No estadual foi humilhado pelo maior rival por 5X0 na final e ainda sofreu com 2 eliminações frente ao Botafogo no decorrer da temporada – Copa do Brasil e Sulamericana.
Em 2009 o Internacional e o Coritiba foram os grandes que tentaram comemorar algo nos 100 anos. O final do Coritiba está fresco na memória de todos. O rebaixamento do clube na última rodada, jogando em casa, provocou uma onda de violência que destruiu o estádio Couto Pereira, além de deixar inúmeros feridos, em um dos momentos mais tristes , não apenas na história do glorioso Coxa, Campeão Brasileiro de 85, mas também do futebol pentacampeão mundial.
O Internacional foi razoavelmente bem. Venceu o estadual ao massacrar o Caxias por 8X0. Mas foi derrotado na final da Copa do Brasil pelo Corinthians. No BR09 surgiu como favorito, mas em certo momento foi dado por muitos (onde me incluo) como carta fora do baralho. Mas em uma boa recuperação, comandada pelo interino Mario Sergio, conseguiu brigar pelo título até o fim e ficou com o vice.
Agora em 2010 a cidade de São Paulo se prepara para os festejos de seu 1º clube centenário – O Sport Club Corinthians Paulista.
Eu poderia, embasado pelos centenários citados acima, criar um cenário de terror para os corintianos.
Mas ao contrário de todos os outros que gastaram montanhas de dinheiro com estrelas e não tiveram um mínimo de zelo para estruturar suas equipes, eu vejo esse centenário alvinegro sendo desenvolvido, detalhe por detalhe, por uma diretoria que já se mostrou competente ao resgatar do limbo o time em 2007, além de ter promovido o maior de todos os retornos a elite de um grande que caiu, com as conquistas do Estadual e da Copa do Brasil.
Não só isso, mas o Timão vem desenvolvendo campanhas de marketing de invejar qualquer grande adversário. As contratações de Ronaldo e agora Roberto Carlos, não apenas fortalecem o elenco, como geram receitas inestimáveis. A comissão técnica é de 1ª e o time está sendo montado na ponta dos dedos.
Apesar de todo o auê que essas contratações geram, além do que o próprio Corinthians já causa na mídia e no futebol como um todo, não se vê dirigentes, jogadores e comissão técnica com deslumbramento. Estamos vendo sim, um conjunto de pessoas em busca de um grande, mas não único objetivo – a conquista da Libertadores.
Quando Andres Sanches diz que o Corinthians não deve se planejar para estar somente NESSA Libertadores e vencer de qualquer maneira ESSA Libertadores, mas sim em criar um ciclo de seguidas participações nessa competição, fazendo com que inevitavelmente, em uma delas, o tão sonhado título seja conquistado, ele mostra para qualquer bom entendedor que o clube esta olhando também os aniversários de 101 anos, 102, 110 e assim por diante. Não vivendo o centenário como se fosse o último ano de sua existência.
Malandro velho no futebol, Andres deve ter aprendido com os erros dos adversários, como não se comemorar 100 anos.
Essa “centenária” coluna foi escrita no embalo do petardo do Phoenix, com a faixa Lasso.
Cheers.
