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1 de jun. de 2010

Golaço Literário - Os 11 Maiores Goleiros do Futebol Brasileiro e Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro.



Os 11 Maiores Goleiros do Futebol Brasileiro


De Luís Augusto Símon

As glórias do futebol não são feitas apenas por aqueles que fazem ou participam de gols.

Às vezes o herói é justamente quem evita o momento mais esperado de uma partida: o goleiro.

Sujeito estranho. Nem existia antes de 1871, quando foi definido que um atleta de cada lado poderia usar as mãos dentro de sua área. Usa um uniforme diferente, fica concentrado em uma pequena área do campo e é a última esperança do time que está sendo atacado. Mesmo com toda essa responsabilidade - ou até por causa dela -, o goleiro é lembrado, sim, com muito carinho por torcedores apaixonados.

Em um brilhante texto, o jornalista Luís Augusto Símon conta a trajetória dos 11 maiores goleiros do futebol brasileiro: Barbosa, Castilho, Gilmar, Raul, Leão, Zetti, Taffarel, Rogério, Marcos, Dida e Júlio César.



Polêmicas, histórias pouco conhecidas, alegrias e tristezas. Um mergulho histórico e fascinante nas redes dos grandes defensores do país.




Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro

De Mauricio Noriega

Atacante bom é aquele que faz gol. Goleiro bom é aquele que evita gol. E técnico bom, quem é? O grande estrategista, que domina as teorias? O paizão, que trata os jogadores como crianças crescidas e carentes, necessitadas de compreensão e apoio? O tático, capaz de "virar o jogo" no intervalo, com alterações surpreendentes?

O que revela jogadores? O que lida bem com estrelas? O que sabe "ler o jogo"? O que estuda os adversários? Ou, simplesmente, o vencedor? Há diferentes motivos para um técnico ganhar espaço nesta cuidadosa seleção feita pelo jornalista Maurício Noriega.

Numa época em que técnico transformou-se em "professor" é evidente a importância dada a esse profissional do futebol pela mídia especializada e pelos torcedores. Além do perfil dos principais técnicos que atuaram - ou atuam - no Brasil, há entrevistas de personalidades que conhecem bem o estilo do retratado, como ex-jogadores e outros treinadores. Leitura para amantes e admiradores do futebol brasileiro. E para quem gosta de saber mais sobre líderes vencedores.

Os onze de Noriega são: Oswaldo Brandão, Bela Gutman, Vicente Feola, Lula, Zagallo, Minelli, Ênio Andrade, Telê Santana, Vanderley Luxemburgo, Luis Felipe Scolari e Muricy Ramalho

16 de mar. de 2010

“AS MELHORES SELEÇÕES ESTRANGEIRAS DE TODOS OS TEMPOS” e “AS MELHORES SELEÇÕES BRASILEIRAS DE TODOS OS TEMPOS”

O das seleções gringas, de Mauro Beting. O das seleções brazucas, de Milton Leite.

A trupe do Ferozes FC irá cobrir mais essas maravilhas de lançamentos literários do mundo da bola, dos mallanders Mauro Beting e Milton Leite. Segue então abaixo a chamada diretamente extraída do blog do DJ da nossa festa do dia 26/03, Mauro “Balada” Beting:


É amanhã (mais conhecida como HOJE). 18h30. Na Saraiva, do Shopping Eldorado, zona Oeste de São Paulo.

Noite de autógrafos de “AS MELHORES SELEÇÕES ESTRANGEIRAS DE TODOS OS TEMPOS”, meu novo livro pela Editora Contexto.



Lanço com o caríssimo Milton Leite, que também estará autografando seu novo livro, “AS MELHORES SELEÇÕES BRASILEIRAS DE TODOS OS TEMPOS”.

Começa 18h30. E vai, no mínimo, até umas 22h.

Converso com o travesseiro pouco usado em menos de três meses de pesquisa, entrevista e escrita:

- Pelos seus cabelos ainda mais caídos, e pelo que ouvi de papo com a pobre de sua mulher, você escreveu um livro sobre as grandes seleções da história do futebol. Você colocou a Argentina dos anos 40, né, Mauro?

- Travesseiro, a escolha é minha e dos editores. Elencamos apenas seleções que pude ver jogar em 36 anos de arquibancada e sofá, e nos 19 como jornalista de cabine de imprensa. As que não tive idade para tanto, assisti às partidas completas nos DVDs do colecionador Gustavo Roman, com a ajuda nas reportagens e observações dos colegas André Rocha e Dassler Marques. Só da Hungria de 1954 não tive acesso aos jogos completos. Mas vi quase todos os gols, e muitos momentos das partidas.

- Tem a Celeste Olímpica uruguaia?

- Não. São apenas seleções que vi, não as que ouvi ou li. Equipes que brilharam em Copas, não em Olimpíadas ou torneios continentais. Não pude ver o Uruguai de 1930. O do Maracanazo de 1950. Ou mesmo o que quase derrotou a Hungria de 1954. Talvez o mais técnico time uruguaio de todos. Mas não campeão.

- Ué? Se não colocou o Uruguai por que não foi campeão, então por que a Hungria de 1954?

– Porque foi um time espetacular. Vi todo o jogo contra a Inglaterra, em Wembley, em 1953. Posso analisar taticamente a equipe húngara. Como a Holanda-74 e o Brasil-82, um time que não ganhou a Copa, mas conquistou o mundo. Travesseiro, já te disse naquelas noites mal dormidas de dores de derrotas que futebol é muito mais que vencer…

- É… Você não “ligou” para Sarriá, em 1982… Fiquei encharcado!

- Torcer é um ato perfeito de amor. Amar não exige vitórias. É bom ter a memória seletiva. Para lembrar a revolucionária Hungria de 1954. Guardar nos olhos a magia mecânica da Holanda de 1974, só vencida por uma baita Alemanha que também está no livro.

– Se pode entrar time que não foi campeão, então colocasse a Itália de 1978, que jogou mais que a de 1982…

– Era bonita de ver. Mas não foi linda de torcer como a tricampeã na Espanha. Admiro poucos campeões. Mas respeito todos eles. Como adoro equipes que não foram felizes. Aquela Itália de 1978, por exemplo. Ou a França em 1982, mesmo em 1986. Que belos times! Pena que os pênaltis não entraram… Algo que sobrou em 1998. Acontece. Nem sempre é preciso ser um Brasil para ser uma grande seleção. Ou mesmo um grande campeão. Como foi a Inglaterra: o time inglês de 1970 era melhor e mais entrosado que o de 1966. Mas não venceu.

– A Argentina só tinha o Maradona em 1986…

– Tento mostrar que uma equipe organizada ajuda. Em quase todas as sete seleções, além de craques – ou apenas um -, é preciso entrosamento, uma base definida, dois clubes majoritários na formação do grupo, aplicação, garra, um bom comandante, persistência (teimosia?), uma torcida exigente, uma imprensa ainda mais chata, boa dose de sorte, um apito que no mínimo não atrapalhe, adversários que ajudem… A Alemanha de 1990, por exemplo, era ótima. Mas aquela foi a pior de todas as Copas. Diferentemente do Mundial de 1974, quando um time ainda melhor alemão venceu a maravilhosa Holanda.

– Então qualquer time pode ser campeão, como foi a Itália de 2006?

- Campeão do mundo não é um time qualquer. Aquela não foi uma grande Itália. Mas foi uma senhora campeã. Os sete aqui listados merecem todas estas linhas. Talvez alguns países merecessem mais de um time citado. Mas, para evitar mais confusão, só escolhemos uma seleção de cada país. Analiso todos os jogos de cada equipe em cada Copa. A formação daqueles timaços, como acabaram. Destacando sempre uma figura deles. Só não escalei as melhores seleções brasileiras. Elas serão apresentadas num livro do colega Milton Leite, pela nossa editora.

– Qual das sete é a melhor?

– Entre tantas coisas que não sei e jamais saberei responder, essa é uma delas.

– Eu é que sei! Você está com medo de falar que são a Holanda de 1974 e a Hungria de 1954. Só para não dizer que as “melhores” são as únicas que não foram campeãs… Aí vai dizer que é “magia do futebol”, que os dramas comovem mais o leitor, que os perdedores rendem mais história…

– Travesseiro, existem coisas que a gente não diz nem para você…



http://blogs.lancenet.com.br/maurobeting/

9 de dez. de 2009

Golaço Literário - Os 10 Mais do São Paulo

7º livro da coleção “Ídolos Imortais”, Os 10 Mais do São Paulo entra para o time de lançamentos de Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Fluminense, Internacional e Botafogo.

Segue:

Na noite desta quarta-feira o torcedor são-paulino não terá nenhum jogo para assistir no Morumbi ou na televisão, já que a temporada de 2009 terminou no último dia 6. Mas quem gosta do clube, de bom futebol e de um bom programa tem tudo para se divertir.

A partir das 19 horas, na Livraria Saraiva do Morumbi
Shopping, na capital paulista, o jornalista Arnaldo Ribeiro faz o lançamento do livro Os dez mais do São Paulo, publicação da Maquinaria Editora. Na ocasião estarão presentes alguns diretores do clube, além de personagens do livro.

O livro, sétimo da Coleção Ídolos Imortais, relata a trajetória de dez ilustres personagens da história do São Paulo. Em 184 páginas, o autor destaca os feitos de Leônidas da Silva, Bauer, Canhoteiro
, Roberto Dias, Pedro Rocha, Dario Pereyra, Serginho, Careca, Raí e Rogério Ceni, que tanto contribuíram para a construção da vitoriosa história do clube.

Arnaldo Ribeiro

Começou sua carreira em 1992, no extinto jornal Notícias Populares, de onde seguiu dois anos depois para a Folha de São Paulo. Dentre outras funções, no jornal paulistano passou a acompanhar a Seleção Brasileira. Foi contratado então pelo O Estado de São Paulo, por quem fez a cobertura de sua primeira Copa do Mundo
, em 1998, na França.

Em 2000 saiu do Estadão e foi para a editora Abril, trabalhar na revista Placar
, onde hoje é redator-chefe. Desde 2004 também faz parte do canal de TV por assinatura ESPN Brasil, onde é comentarista e participa dos programas Bate-Bola e SportsCenter.


Fonte:http://www.espbr.com/noticias/dez-sao-paulo

21 de jul. de 2009

Golaço Literário - Os 10 Mais do Fluminense.


"Os Dez Mais do Fluminense", de Roberto Sander, é o quarto lançamento da coleção "Ídolos Imortais" é uma deliciosa viagem pela história do clube através das biografias de alguns dos maiores craques tricolores.

O objetivo maior desse projeto é resgatar a memória de craques que, ao longo do século passado, tiveram um papel de relevância na construção da nossa identidade nacional.

Foram eleitos os seguintes craques:
01 - Marcos Carneiro de Mendonça (o primeiro goleiro da Seleção Brasileira)
02 - Romeu Peliciari (titular da Seleção na Copa de 1938)
03 - Orlando de Azevedo Viana (o "Pingo de Ouro")
04 - Carlos Castilho (quatro Copas do Mundo no currículo)
05 - Pinheiro (titular do Brasil no Mundial de 1954)
06 - Telê Santana (o "Fio de Esperança")
07 - Valdo (o matador imperdoável)
08 - Félix Venerando (goleiro campeão do mundo em 1970)
09 - Roberto Rivellino (a "Patada Atômica")
10 - Assis (o "Carrasco" do Casal 20)

Eles foram escolhidos a partir de uma enquete feita entre jornalistas como, entre outros, Nelson Rodrigues Filho, Teixeira Heizer e João Máximo.

O livro é ilustrado com dezenas de fotografias e muitas caricaturas. São 184 páginas de muitos causos a respeito de quem mais ajudou o Fluminense a se transformar no mais tradicional clube brasileiro. 184 páginas, ilustrado por fotos raras e históricas, além de caricaturas dos jogadores.

É uma obra que não pode faltar na estante de nenhum tricolor de coração!

*Vale a observação sobre a presença de Rivellino. “A Patada Atômica” já consta na lista dos 10 mais do Corinthians. Grande Riva.

Flamengo, Corinthians e Palmeiras foram os clubes homenageados até aqui. O próximo clube será o São Paulo. Ficam faltando ainda Vasco, Botafogo, Santos, Grêmio, Internacional, Atlético Mineiro e Cruzeiro.

Com informações do site:
http://www.livrosdefutebol.com/

E do blog do Mauro Beting:
http://blogs.lancenet.com.br/maurobeting/

8 de jul. de 2009

Golaço Literário - Meu Pequeno Palmeirense



São Paulo, SP, 25 (AFI) - Ser palmeirense foi uma decisão própria, uma escolha. Assim a jornalista Soninha Francine classifica seu ingresso à torcida palestrina. Sem qualquer pressão ou influência na família (mesmo pelo lado italiano), Soninha se tornou palmeirense; e uma das mais apaixonadas, diga-se de passagem. A ponto de traduzir esse amor escrevendo, a convite da Editora Belas Letras, o livro “Meu Pequeno Palmeirense”, em que conta as suas histórias como torcedora, mescladas com os principais momentos dos quase 100 anos da Sociedade Esportiva Palmeiras. O livro é o quinto volume da série Meu Time do Coração, criada pela Belas-Letras, que visa resgatar a magia do futebol para as crianças por meio da literatura e estimular o surgimento de novos torcedores. As ilustrações ficam por conta de Eduardo Baptistão, caricaturista do jornal “O Estado de São Paulo”.

“Meu Pequeno Palmeirense” passeia pelas alegrias e tristezas vividas pelo Palmeiras em sua história com um toque muito pessoal de uma torcedora que teve como primeira lembrança alviverde o goleiro Leão, ainda aos sete anos de idade.

“Recordo bem que ficava conversando com minhas amigas na escola sobre as defesas do Leão naquele jogo, lembro bem do uniforme que ele usava... Foi meu primeiro ídolo no Verdão”, afirma Soninha.

Para escrever “Meu Pequeno Palmeirense”, Soninha Francine procurou ser totalmente sincera em suas descrições sobre os momentos escolhidos e as sensações que viveu em cada um deles.

“Para mim, o jeito mais legal de o torcedor se identificar com o que escrevi no livro é ser verdadeira quanto às emoções que nós palmeirenses sentimos com determinada vitória ou derrota, ou como nos referimos aos principais ídolos da nossa história. Acredito que não se deve dar peso diferente às glórias ou frustrações porque ambas nos trouxeram fortes emoções e torcer de verdade para um time é viver tudo isso”, explica.

Escrever este livro foi um prazer enorme para Soninha porque conseguiu unir de uma só vez duas de suas grandes paixões: as crianças e o Palmeiras.

“Por natureza eu adoro escrever e não tenho problema nenhum em falar sobre meu time do coração, pelo contrário, faço isso com muito prazer. E tenho uma relação muito especial com as crianças; gosto muito delas e elas retribuem. Juntar isso em um livro não poderia ser um presente maior para mim”, diz a mãe de três palmeirenses – Raquel, de 25 anos, Sara, de 22 e Júlia, de 12 anos.

Outro ponto marcante de “Meu Pequeno Palmeirense” são as ilustrações; em livros infantis são indispensáveis bons desenhos e, neste caso, a tarefa ficou a cargo de Eduardo Baptistão. Este palmeirense, nascido no tradicional bairro italiano da Mooca, em São Paulo e pai de dois filhos, Clara e Pedro, palestrinos, óbvio, trabalha há 18 anos como ilustrador do jornal “O Estado de São Paulo”. Reconhecido e premiado nacional e internacionalmente, por suas caricaturas, Baptistão é daqueles que para tudo o que estiver fazendo para acompanhar um jogo do Palmeiras.

“Fico enlouquecido quando sei que o Palmeiras está jogando e não tenho como acompanhar. Uma vez, eu ia de carro para um casamento e o Verdão estava jogando contra o Corinthians. Cheguei à igreja e o jogo ainda não tinha acabado; não tive dúvidas: saí do carro com meu rádio de pilha no bolso e não desliguei enquanto o jogo não acabou. O principal: ganhamos do Corinthians”, recorda Baptistão.

“Meu Pequeno Palmeirense” é um produto oficial do Palmeiras, editado pela Belas-Letras. A editora é a responsável pela idealização da série. Já foram lançados os títulos Meu Pequeno Gremista, escrito por Humberto Gessinger, Meu Pequeno Colorado, de Luís Augusto Fischer, Meu Pequeno Corintiano, de Serginho Groisman, Meu Pequeno Rubro-Negro, de Gabriel, O Pensador. O próximo lançamento previsto é do livro “Meu Pequeno Tricolor”, com texto de Evandro Mesquita e ilustrações de Luciano Cunha.

25 de mai. de 2009

Golaço literário XII

Direto do blog do Juca Kfouri, sempre antenado nos bons lançamentos:


Tem livro novo na boca do gol
 
Três organizadores organizadíssimos e insistentes, do Recife, de Natal e da Capital Federal.

Um bando de escritores, poetas e jornalistas destilando a paixão de cada um, ou, às vezes, apenas a visão de cada sobre este jogo chamado futebol.

Eis a receita do livro cuja capa você vê aí, que custa R$ 25, é da Editora Casa das Musas, de Brasília, e que terá múltiplos lançamentos.

No Recife, dia 9 de junho, no Bar Mamulengo, Recife Antigo, às 19h.

Em São Paulo, no dia 10, na Livraria Cultura, do Shopping Villa-Lobos, às 19h30;

No Rio, no dia 15, na Livraria da Travessa, no Barra Shopping, às 19h30;

Em Brasília, no dia 19, na Livraria Cultura, no Shopping CasaPark, às 19h.

E, em Natal, na Livraria Siciliano, no Midway Mall, às 19h.

Em tempo: Ariano Suassuna não deixaria de observar que nestes endereços todos acima, só mesmo no Recife é Brasil de cabo a rabo.

Porque é um tal de shopping, até onde tem o gênio de Villa-Lobos, de park, de midway mall.

8 de mai. de 2009

Tarde de autógrafos do Feroz Mauro Beting na Ponto Verde.

O livro “Os 10 Mais do Palmeiras” é um tremendo sucesso. Devido a isso, o autor da obra, também DJ, jornalista e feroz Mauro Beting, fará a sua 3ª sessão de autógrafos.

Dessa vez será na loja PONTO VERDE, que fica na Rua Turiassu , nº 1.350 – Perdizes. A partir do meio-dia.

Se você não foi nas outras ocasiões, aproveite mais essa chance. Na 1ª eu fui e tive a oportunidade de conversar “só” com Ademir da Guia e Dudu, além do próprio Mauro e dezenas de personalidades da crônica esportiva.

Sobre o livro:
A obra traz bastidores do futebol e do Palmeiras dos anos 40 até hoje, contados através do desempenho de alguns dos atletas que mais se destacaram no clube. O seleto grupo de dez escolhidos conta com Ademir da Guia, Luís Pereira, Evair, Marcos, Oberdan, Waldemar Fiúme, Julinho Botelho, Jair Rosa Pinto, Djalma Santos e Dudu.

Portanto, seu feroz, não deixe de ir.

15 de abr. de 2009

A eterna lembrança

A eterna lembrança

Ainda na linha da Tragédia de Hillsborough, que hoje faz 20 anos, segue abaixo o link para o texto na Wikipedia sobre o ocorrido e a lista de livros indicados para quem deseja saber um pouco mais sobre um dos mais marcantes acontecimentos do futebol dos últimos tempos.

Os 96 daquele dia não devem ser esquecidos.

http://en.wikipedia.org/wiki/Hillsborough_disaster

  • No Last Rights: The Denial of Justice and the Promotion of Myth in the Aftermath of the Hillsborough Disaster; Phil Scraton, Ann Jemphrey and Sheila Coleman ISBN O-904517-30-6
  • Hillsborough: The Truth; Phil Scraton; ISBN 1-84018-156-7
  • 'Death on the Terraces: The Contexts and Injustices of the 1989 Hillsborough Disaster' Phil Scraton in P. Darby eta al (eds) Soccer and Disaster: International Perspectives ISBN 0-7146-8289-6
  • Scrutiny of Evidence Relating to the Hillsborough Football Stadium Disaster (Command Paper); Home Office; ISBN 0-10-138782-2
  • Sports Stadia After Hillsborough: Seminar Papers; RIBA, Sports Council, Owen Luder (Ed.); ISBN 0-947877-72-X
  • The Day of the Hillsborough Disaster; Rogan Taylor (Ed.), Andrew Ward (Ed.), Tim Newburn (Ed.); ISBN 0-85323-199-0
  • The Hillsborough Stadium Disaster, 15 April 1989: Inquiry by Lord Justice Taylor (Cm.: 765); Peter Taylor; ISBN 0-10-107652-5
  • The Hillsborough Stadium Disaster: Inquiry Final Report (Command Paper); Home Office; ISBN 0-10-109622-4
  • Words of tribute: An anthology of 95 poems written after the Hillsborough tragedy, 15 April 1989; ISBN 1-871474-18-3

Chazinho de Coca - Santos Futebol Clube, 97 anos

Santos Futebol Clube, 97 anos


Em 14 de abril de 1912, o Titanic afundava nas águas do Atlântico Norte. Muitos quilômetros distante dali, outro gigante dos mares surgia na mesma data: o Santos Futebol Clube.


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Berço de gênios, craques e Dele.


PS: Esse é meu mesmo.


O Santos do melhor ataque do mundo com Mengálvio , Coutinho, Pelé(Ele, o maior de todos) e Pépe, campeões de tudo e de todos. Dos Meninos da Vila campeões paulista de 1978 com Juary, Nílton Batata, Pita, Ailton Lira. Que depois entrou em tenebrosa fase sem títulos, de quase ostracismo e que só foi resgatado em 1995 pelo timaço comandado por Giovanni, e que não foi campeão brasileiro devido a péssima atuação da arbitragem que tirou o título da Vila. O Santos da nova geração dos Meninos da Vila, esses sim campeões brasileiros de 2002, com um baita time comandado por Robinho e Diego. O mesmo Santos que vê nascer agora uma nova e promissora dupla de talentosos garotos - Neymar e Ganso.

O Santos que brindou e brinda seus torcedores com cracaços históricos, mas que além de presentear seus seguidores, foi benevolente com os outros torcedores do mundo, pois nos apresentou à Ele, o maior dos maiores, o gênio entre todos os craques, o Rei do futebol. Aquele que no cartório é o Edson, mas para o universo é o Pelé.

Esse é o Santos que todos aprendemos a respeitar e admirar. O Santos que o mundo aprendeu a reverenciar. Esse é o Santos, sempre Santos.

Parabéns, Peixão. Parabéns por ser Santos.
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Despeço-me da nobreza ao som de Smile Like You Mean It do Killers


Cheers,



23 de mar. de 2009

Golaço literário XI

fonte: http://colunas.globoesporte.com/danielperrone/
por daniel perrone

É com muito orgulho que lanço essa notícia em primeiramão no Blog do Torcedor do Maior do Mundo:

O livro do grande jornalista André Plihal sobre o mito Rogério Ceni já está em fase final de produção e será lançado no início de Abril em todas as grandes livrarias e megastores do Brasil.

MAIORIDADE PENAL contará toda a trajetória esportiva de um dos maiores ícones do São Paulo e do futebol atual. Segundo Plihal, o livro não tem a pretensão de ser biografico. Serão 56 histórias curtas, contadas em primeira pessoa (muitas do tricolor e algumas na sua passagem pela seleção brasileira) e citadas de uma forma cronológica, porém não necessariamente de leitura linear.

O livro conterá 204 páginas, um precioso álbum de fotos do acervo pessoal do ídolo tricolor e um encarte que o autor considera um dos melhores momentos do projeto: A cronologia completa de todas as camisas que o RC usou ao longo da carreira no São Paulo, desde a primeira até as atuais.

Plihal me contou que a participação do Rogério foi enorme, o que permite o leitor entender, com ricos detalhes, toda a vida esportiva do craque do Maior do Mundo. Sem dúvidas leitura obrigatória para todo fã do São Paulo e do futebol em geral pois Rogério é um atleta que ultrapassa a barreira de ídolo de um clube só. É uma lenda viva que ainda temos o grande privilégio de ver em campo.

17 de mar. de 2009

Uma noite "Divina".


Antes de mais nada, já aviso que se trata de uma coluna onde abri mão de qualquer isenção, até porque não há contraponto. Sei que vão me entender.

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Não é que eu nunca me imaginei conhecendo meus ídolos, muito pelo contrário. Mas eu sempre pensei “cara, o que é que vou dizer pra ele quando chegar minha vez?”.

Ontem, na Saraiva do Shopping Eldorado, aconteceu a noite de autógrafos do livro “Os 10 Mais do Palmeiras”, do “feroz” Mauro Beting. Um livro que fala sobre os 10 maiores ídolos do Palmeiras, eleitos por um júri de outros ilustres palestrinos.

Mauro recebeu e atendeu toda a massa que lotou o local. Eu representei o FFC na festa.

Um evento alviverde, mas também para os torcedores de todas as outras cores. Em meio aos milhares de palmeirenses, havia corintianos, são paulinos, santistas e muitos outros, ilustres e anônimos, uma harmonia que infelizmente não podemos vislumbrar enxergar nos nossos estádios. Até mesmo, veja só você, um torcedor do Sport, com camiseta e tudo, entrou na fila e fez questão de cumprimentar o Mauro, além claro, de fazer uma piadinha de leve.

Mas em meio a toda a luminescência causada pelos ilustres e pelos brilhos dos olhos anônimos, eis que surge uma “Divindade”, tranqüila, serene, apesar de todo o turbilhão que causava a cada passo dado. Do local onde eu estava, entendi que se tratava Dele, mesmo sem conseguir enxergá-lo. Era nítida demais a intensidade da alegria da coletividade. Palmeirenses de todas as épocas, de todas as academias, dos senhores que carregam idade compatível a do seu clube do coração, ao molequinho que tem hoje como ídolo o K9. Com a Divindade presente, as diferenças de idade ficaram para trás. Era ele, Ademir da Guia. Bastou!

Mais de hora se passou e eu finalmente consegui chegar até Ele. E nesse momento aquele pensamento que citei no inicio, veio latente. Fiquei ali, olhando pra ele por alguns minutos e me vieram a mente todas as conversas que eu já havia escutado sobre Ele. Mesmo tentando transparecer calma, aproveitei um momento de rara tranqüilidade e me aproximei dele – “Sr. Ademir, Sr. Ademir, não sei exatamente como dizer isso pro senhor, mas é uma satisfação do tamanho do Palmeiras conhecê-lo”

Nem sei se ele entendeu o que eu disse, mas entendeu que eu queria registrar aquele meu momento único para a eternidade e então ele me abraçou e posou para a foto, depois pegou minha caneta e autografou a camiseta que eu nunca mais irei lavar. Feito isso, ele se foi, com um trilhão de pessoas se agarrando a ele.

Quando me dou conta, estou ao lado de Dudu, Mestre Dudu, esse já mais expansivo, falando com um e com outro, só que mais uma vez a citação do início se fez valer. Quando fui pedir para ele autografar minha camiseta, então percebo que o Divino havia “furtado” minha caneta. É mole? Sensacional! Mas então tudo se ajeitou devidamente e assim foi, até o final da noite. E que noite!

Encerro esse “testemunho de fé” agradecendo a oportunidade gerada pelo autor da obra, o feroz Mauro Beting, que ao lado do outro feroz, Benjamin Back, serão os dj´s da festa de aniversário do Ferozes Futebol Clube, na sexta-feira da próxima semana. Falei pro Divino ir tocar uns boleros na festa, mas ele não confirmou (risos).

Como podem perceber, vem mais história por aí.


Fiquem agora com um pouco do que rolou por lá:

Divino Ademir e eu.

Mestre Dudu autografando minha camisa.


Levando aquele lero com o Mauro.



Benja perguntando se pode rolar Iron Maiden na festa do FFC. Ele e o Mauro serão os Dj´s convidados de nossa festa dia 27/03.

Jolmir Beting dando uns conselhos sobre finanças e aproveitando para falar um pouco sobre o seu Palmeiras.

Mais imagens:

http://www.flickr.com/photos/omegamary/archives/date-posted/2009/03/17/

Cheers,

3 de mar. de 2009

Golaço literário XI

Diretamente do blog do PVC, mais um livrinho para divertir nossos leitores:

"A política polariza todos os âmbitos da vida social e o país se encontra paralisado por uma greve de transportes. A partir das 7 da noite, uma multidão busca voltar a seus lares, como for possível. Pedindo carona, caminhando quadras e quadras, subindo em caminhões e caminhonetes, entrando em lotações. Na Avenida principal, ainda se cavam as futuras instalações do metrô e ali os operários seguem as partidas da equipe do povo em uma televisão portátil. São as noites do Colo Colo, a equipe do povo, na Copa Libertadores... Seu desafio é ser campeão do torneio de 1973."
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Este trecho abre o capítulo COLO COLO 1973 - EL EQUIPO QUE RETRASÓ EL GOLPE DE ESTADO, do livro HISTÓRIAS SECRETAS DEL FÚTBOL CHILENO, escrito por Juan Cristóbal Guarello. O capítulo conta a história da melhor equipe do Colo Colo, adversário do Palmeiras hoje à noite no Parque Antártica. E insinua que o golpe de estado que derrubou Salvador Allende em 11 de setembro de 1973 só aconteceu depois da derrota do Colo Colo na finalíssima do torneio continental contra o Independiente, da Argentina. Foi a melhor campanha da equipe na Libertadores, antes de conquistar o torneio em 1991. Time que tinha como principal estrela o centroavante Carlos Caszely, entrevistado pela ESPN Brasil na véspera da partida Chile 0 x 3 Brasil, em setembro de 2008. Nef, Galindo, Herrera, González e Rubilar; Valdés, Páez e Messen; Caszely, Véliz e Beyruth.
Essa formação tornou-se a primeira equipe chilena a ganhar um jogo no Maracanã, ao vencer o Botafogo, de Jairzinho, por 2 x 1.


xxx

Depois do empate no jogo de ida da final da Libertadores, por 0 x 0 com o Independiente, no estádio Nacional, e antes da derrota no segundo jogo, em Avellaneda, Salvador Allende recebeu o plantel na embaixada do Chile em Buenos Aires, para onde havia viajado para a cerimônia de transferência do poder argentino. Perguntaram a Allende se havia praticado algum esporte. Ele respondeu: "Se revisarem a coleção da revista Los Sports verão como goleiro um jovem. Era eu. Pratiquei muitos esportes, como salto em distância, cem metros rasos e arremesso de dardo. Por isso, demorei tanto a chegar ao Palácio de la Moneca", disse o presidente.


O sonho da conquista da Libertadores acabou em 6 de junho. Três meses depois, Allende saiu morto do Palácio de la Moneda. Era 11 de setembro de 1973.

28 de fev. de 2009

Golaço Literário - Edição Especial

Com enorme satisfação recebi o convite diretamente do feroz autor, nosso camaradaço. Mauro Beting, e por isso trata-se uma edição especial. A chamada abaixo é a reprodução da divulgação feita.

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A todos que creem em nome do Pai, do Filho Ademir e do Espírito Santo que nos dá Guia:



Os dez mais do Palmeiras
Noite de autógrafos de "Os Dez Mais do Palmeiras",
da coleção Ídolos Imortais, da Maquinária Editora.


Mauro Beting e alguns dos dez maiores ídolos da história do Palestra Itália e do Palmeiras esperam verdes de todas as cores para o lançamento do livro.

Saraiva Megastore do Shopping Eldorado.
Segunda-feira, 16 de março, 19 horas.
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Amém!

26 de fev. de 2009

Golaço Literário X - "Portraits légendaires du football"

Ainda que com alguns pontos polêmicos, algumas associações descabidas(para alguns), não tenho dúvidas de que será mais um registro memorável da história do mais nobre e apaixonante dos esportes.

"Portraits légendaires du football"



Foto de Romário depois da conquista do tetra no Mundial de 1994
Por Luciano Borges

Refratários, rebeldes, intransigentes. É assim que Sócrates, Romário e Ronaldinho Gaúcho são classificados no livro “Portraits légendaires du football” (Retratos Lendários do Futebol), do jornalista e ensaísta francês Bernard Morlino. Ele é um dos mais respeitados cronistas do esporte francês e mantém um blog onde analisa os “homens da bola” pela importância artística e social que tem.

Ao todos, são 88 jogadores de futebol escolhidos porque representam um momento importante ou uma escola influente na história do jogo. Morlino divide por categorias como criadores, ancestrais, atiradores de elite, virtuosos, refratários, arquitetos e outras.
A foto de capa é do Rei Pelé. Ele está entre os “Virtuosos“, como Diego Maradona, Puskas, Di Stefano, Cruyff e Platini. Garrincha pertence ao grupo dos “Reis”, ao lado do francês Kopa. Ronaldo, o Fenômeno é um “Atirador de Elite”, como Just Fontaine e Van Basten.




Página com o holandês Cruyff

Outro holandês, Rudd Gullit encabeça a lista dos “Arquitetos”. O brasileiro escolhido por Morlino para compor esta categoria de jogador com visão de jogo e leitura dos esquemas táticos é o atacante Tostão. Na seção dos “Pit-bulls” estão o holandês Rijkaard e o alemão Lothar Matthaus.

Curiosamente, embora coloque jogadores franceses de menor importância mundial, mas com peso na França, Morlino deixou Zico e Falcão - companheiros de Sócrates no Mundial de 1982 - de lado.

O Doutor é descrito como “um hippie dos anos 80″, um cara com posições políticas e visão de vida que afrontou o poder vigente no futebol brasileiro. A experiência dele no movimento conhecido como Democracia Corintiana é citada como exemplo de um atleta que pensa e joga.

“Tudo isso aliado a uma habilidade extraordinária para solucionar jogadas complicadas com um simples toque de calcanhar”, escreveu o autor em uma nota postada em seu Blog em janeiro deste ano.

Morlino lembra ainda, no perfil de Sócrates, a participação do jogador no movimento pelas eleições diretas no Brasil, o apoio ao Partido dos Trabalhadores e ao presidente Luis Inácio Lula da Silva. Mas diz que a decisão do então corintiano em jogar na Fiorentina se deu por uma questão meramente financeira.

Romário é definido no livro como “o carioca que questionou a realeza de Pelé”. O autor se refere ao bate-boca que o Baixinho teve com o Rei no final dos anos 90. “Portraits légendaires du football” ganhará versão em português ainda este ano. Além das mais de 100 fotos, o livro deve despertar algumas discussões. Afinal, não é sempre que alguém coloca Zidane e Platini no mesmo plano de Diego Maradona.

Pelé na capa do livro ""Portraits légendaires du football"

Em tempo: a edição francesa tem o prefácio de Éric Cantona, que é um dos atletas “retratados” no livro. No Brasil, o apresentador Milton neves foi convidado para prefaciar o livro de Morlino.

23 de dez. de 2008

La Mano de Dios - Os dez mais do Corinthians

Os 10 mais do Corinthians

Estivemos lá no Museu do Futebol semana passada para conferir o lançamento do livro escrito por Celso Unzelte, Os dez mais do Corinthians (Maquinária Editora). Uma bela festa, com a presença em peso da massa corinthiana e de muitos daqueles que fazem dele o Timão. Confiram abaixo algumas fotos do evento:


Fábio B. A. (com a camisa do
São Paulo debaixo da blusa)
e Juca Kfouri

Javali e Zé Maria, o Superzé

Javali e Wladimir

Celso Unzelte, o feroz do dia,
autografando o livro dos ferozes
de sempre

16 de dez. de 2008

Golaço Literário IX - "Palmeiras - O Alviverde Imponente"

"Palmeiras - O Alviverde Imponente", de Orlando Duarte.


Palmeiras e Corinthians são protagonistas da maior rivalidade do futebol paulista. Mas poucos sabem que o ponto inicial da história do Alviverde no futebol teve contribuição decisiva do maior adversário. Para disputar sua primeira partida oficial, o Palestra Itália contou com cinco jogadores emprestados pelo Alvinegro. E o primeiro gol da história do clube foi marcado por um "corintiano" (Bianco). Esta é uma das muitas curiosidades reveladas no livro "Palmeiras - O Alviverde Imponente", de autoria do jornalista Orlando Duarte. A obra será lançada nesta terça-feira, às 19h, no salão nobre do clube (Rua Turiassu, 1840, no bairro Pompéia).


Em 280 páginas, o livro conta a história do clube fundado em 26 de agosto de 1914 por imigrantes italianos, mostrando os momentos mais importantes dos 94 anos da agremiação. Como a troca do nome Palestra Itália em 1942 devido ao clima desfavorável no Brasil em relação aos descendentes dos países-membros do Eixo na Segunda Guerra Mundial (Alemanha, Itália e Japão).


- Essa exigência legal foi um grande equívoco, porque imigrantes, como os italianos, eram brasileiros. Optaram por viver no nosso país. Não só o Palestra Itália foi afetado, como outros clubes paulistas. Casos do Germânia (atual Pinheiros), Espéria (Floresta) e até o Hespanha (Jabaquara) - lembra Orlando Duarte.


Em 1963, o clube que havia sido obrigado a mudar de nome 21 anos antes foi convocado pela CBD (Confederação Brasileira de Desportos) para vestir as cores do país, representando o Brasil em um amistoso contra o Uruguai. Com a camisa da seleção brasileira, o Palmeiras de Djalma Santos, Julinho Botelho e Ademir da Guia venceu a Celeste Olímpica por 3 a 0 em Belo Horizonte, como parte das festividades da inauguração do Mineirão.

Outros aspectos inesquecíveis da história palmeirense estão presentes no livro. Com o primeiro clássico contra o Corinthians (3 a 0 para o Palmeiras, em 1917) e a compra à uma fabricante de bebidas em 1920 do terreno onde seria construído o estádio Palestra Itália - no mesmo ano em que o clube conquistou pela primeira vez o Campeonato Paulista. E o triunfo na Copa Rio de 1951 diante do Juventus (Itália) no Maracanã. Conquista que a diretoria do clube deseja que a Fifa reconheça como título mundial. Além dos duelos contra o Santos de Pelé e companhia nos anos 60. Período em que o Palmeiras foi o único clube que conseguiu vencer o Paulista, fora o time da Baixada.


Para o autor, a obra pode ser interessante não apenas para os amantes do futebol. E não só para palmeirenses.

- Procuro mostrar no livro como era a São Paulo, o Brasil e o mundo em fases marcantes da história do Palmeiras. Nele estão destacados também os confrontos do clube com seus principais adversários, sem esquecer detalhes dos rivais e as relações com as outras agremiações - afirma Orlando Duarte.
Palmeiras - O Alviverde Imponente, de Orlando Duarte. Páginas: 280. Editora: Companhia Editora Nacional

9 de dez. de 2008

Golaço Literário VIII

Os Dez Mais do Corinthians




São quase cem anos de história. Cerca de cinco mil jogos disputados. Nesse período, mais de mil jogadores vestiram o uniforme alvinegro. Não é, portanto, uma tarefa fácil eleger os dez maiores ídolos da história do Corinthians. A missão, capitaneada por Celso Unzelte, coube a um grupo de dez jornalistas e está registrada no livro Os dez mais do Corinthians.

Além do próprio Celso Unzelte, os dez maiores corintianos da história foram eleitos por Celso Kinjô, Daniel Piza, Heródoto Barbeiro, José Geraldo Couto, Juca Kfouri, Marcelo Duarte, Max Gehringer, Raul Drewnick e Sílvio Lancellotti.

Os eleitos: Cláudio (ponta-direita, 1945 a 1957); Baltazar (centroavante, 1945 a 1957); Luizinho (meia-direita, 1949 a 1960 e 1964 a 1967); Gilmar (goleiro, 1951 a 1961); Rivellino (meia-esquerda, 1965 a 1974); Zé Maria (lateral-direito, 1970 a 1983); Wladimir (lateral-esquerdo, 1972 a 1985 e 1987); Sócrates (meia-direita, 1978 a 1984); Neto (meia-esquerda, 1989 a 1993 e 1996 a 1997); Marcelinho (meia-direita, 1994 a 2001 e 2006).

A votação final ficou assim: Sócrates (10 votos), Luizinho (9), Cláudio e Rivellino (8 votos cada), Gilmar e Neto (7), Baltazar, Marcelinho, Wladimir e Zé Maria (6 votos).

Também foram lembrados: Neco (4 votos); Basílio, Carbone, Casagrande, Gamarra, Roberto Belangero e Teleco (2); Dida, Domingos da Guia, Grané, Idário, Palhinha, Rincón, Ronaldo, Tevez, Vampeta, Viola e Zenon (1)

Em Os dez mais do Corinthians, o jornalista Celso Unzelte, autor do Almanaque do Timão, livro com todos os jogos da história do clube, conta a história desses gênios da bola em dez perfis biográficos. É o segundo livro da coleção Ídolos Imortais, iniciada com Os dez mais do Flamengo, de Roberto Sander. Em 2009, a série contemplará os demais grandes clubes do futebol brasileiro.

O livro Os dez mais do Corinthians será lançado na próxima terça-feira (dia 16 de dezembro), às 20h, na loja Roxos e Doentes do estádio do Pacaembu.

E você, feroz leitor, concorda com os 10 escolhidos?

Os Dez Mais do Corinthians, de Celso Unzelte, editora Maquinária, 2009.

19 de set. de 2008

Golaço literário VIII



A desmedida paixão do torcedor de futebol e suas loucuras é o tema central de um livro que reúne craques das palavras e da fotografia. Com textos de Luis Fernando Veríssimo e Carola Saavedra e 135 fotos em preto e branco de Walter Firmo, Evandro Teixeira, Alaor Filho, Egberto Nogueira, Kitty Paranaguá, Mirian Fichtner e Rogério Reis, "Torcedor" (Editora 7 Letras, 204 páginas) está sendo vendido pelos sites www.pfc.tv e http://www.premierefutebolclube.com.br/ a R$ 70.

A publicação, bilíngüe (português e inglês), com formato 30x30cm e capa dura, teve seu projeto iniciado em janeiro, com o início dos campeonatos estaduais. Todos os grandes clubes brasileiros estão bem contemplados no livro.

- Para nós, o maior espetáculo acontece na arquibancada e, por isso, resolvemos prestar esta homenagem à verdadeira estrela dos estádios de futebol: o torcedor - explica Elton Simões, diretor do "PFC", canal de TV por assinatura que idealizou a publicação.

O consagrado escritor Luis Fernando Veríssimo é o autor do prefácio e, como torcedor que também é (do Internacional de Porto Alegre), se sentiu à vontade nesse campo:

- Foi um prazer e uma honra participar deste livro sobre a paixão pelo futebol, já que também sou um apaixonado.

Já Carola Saavedra teve de superar seu desentrosamento com o tema, utilizando a sensibilidade feminina para pôr em palavras os sentimentos de um amante do futebol.

- O desafio de escrever sobre as emoções do torcedor para um livro de fotografias foi grande. Desde o início, tive duas preocupações principais: como conseguir uma integração entre as fotos e o texto e como abordar um assunto tão conhecido e comentado - explica Carola, uma grande promessa da literatura nacional.


Os fotógrafos também relatam suas emoções por retratarem o extravasar das arquibancadas:

- Torcedores de futebol são seres mutáveis a cada segundo; passam da alegria esfuziante à tristeza profunda num piscar de olhos. Este universo, portanto, é muito rico e desafiador - define a experiência Evandro Teixeira.

- Ver o jogo de costas pode parecer uma heresia, mas foi muito prazeroso mudar o ponto de vista e viver uma partida somente através dos torcedores, com todas as suas dores e amores - acrescenta Kitty Paranaguá.
"Torcedor", de Luis Fernando Veríssimo e Carola Saavedra e 135 fotos em preto e branco de Walter Firmo, Evandro Teixeira, Alaor Filho, Egberto Nogueira, Kitty Paranaguá, Mirian Fichtner e Rogério Reis, editora 7 Letras, 2008.

18 de set. de 2008

Golaço literário VII


Escalação:

Clarice Lispector

Carlos Drummond de Andrade
João Cabral de Melo Neto
João do Rio
José Miguel Wisnik

Luiz Ruffato
Chico Buarque
Mia Couto

Luís Fernando Veríssimo
Nelson Motta
Vinícius de Moraes

Reservas:

Aldir Blanc
Armando Freitas Filho
Francisco Bosco
Gastão Cruz
João Bosco
Jorge Ben Jor
Maurício Matos
Lima Barreto

Técnico: Eduardo Coelho

Tá bom ou quer mais?

Donos da Bola, de Eduardo Coelho (org.), editora Língua Geral, 2006.

30 de jul. de 2008

Golaço literário VI - FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

Futebol é uma caixinha de surpresas, de Luiz Fernando Bindi, pela Panda Books.



Gol de gandula? Sapo enterrado em campo? Jogador japonês na Itália? Como disse o jornalista Benjamin Wright, 'O futebol é uma caixinha de surpresas'. E é exatamente isso que fascina Luiz Fernando Bindi, um fã alucinado por futebol, do tipo que assiste a jogos da Segunda Divisão e sai do estádio todo feliz.


Bindi é o maior colecionador de distintivos do mundo! Estamos falando de um arquivo de cerca de 50 mil emblemas. Mas a paixão vai além de colecionar. Bindi faz questão de saber a origem de cada pequeno detalhe de seus distintivos.


Ele sabe, por exemplo, o que significam aqueles 'coraçõezinhos vermelhos' do Heerevenveen, da Holanda, ou quem foi o índio Colo-Colo, que ilustra o emblema que dá nome ao time chileno.


Por este carinho, e por montes e montes de informações armazenadas e pesquisadas avidamente, Bindi pode ser considerado um arquivo vivo das 'surpresas' do futebol.


Como o comentarista Mauro Beting afirma no prefácio do livro, 'Tem jornalista que consulta o Google, tecla o Yahoo!, vai aos livros. Eu chamo o Bindi'.


No livro 'Futebol é uma caixinha de surpresas', Luiz Fernando Bindi reúne as mais engraçadas e intrigantes curiosidades sobre o futebol mundial. Do técnico que invadiu o campo com seu Jipe atrás do árbitro ao goleiro que fez um lindo gol contra de bicicleta.


Golaço de Pelé ;)