No dia 11 de Agosto, Quarta-feira, acontecerá a 2ª Edição da festa MENINAS DO ROQUE
desta vez no sobradinho de chão quadriculado que eu adoro, a FUNHOUSE.
Proposta da festa: "as mulheres tomam conta da discotecagem"
Mulheres que sabem fazer barulho e são capazes de tocar o terror na pista com muito rock, sem perder a feminilidade.
Assim como na edição anterior, tive a honra de ser escalada para fazer parte deste time de mulheres que batem um bolão nas pick ups.
ESCALAÇÃO:
Denise Lopes (milo)
Karen Bachega (ferozes f.c.)
Andréia Rocha e Marina Lomaski (roquete)
Paula Micchi (dj club)
Amanda Tedesco (cb)
Entrada 10 pilas e lista 7$
Info Lista:
hotcoldnights@gmail.com
assunto : MENINAS DO ROQUE.
Serviço:
MENINAS DO ROQUE NA FUNHOUSE!
11/8 - quarta-feira
a partir das 22:00hrs
Entrada: 10$ - lista 7$
Aceitamos todos os Cartoes de Crédito e Débito:
Rua Bela cintra, 567
Info.
http://funhouse.com.br/
http://twitter.com/hotcoldnights
9 de ago. de 2010
Intervalo Musical - Ferocidades nas pick ups ! - MENINAS DO ROQUE @Funhouse
Intevalo Musical - The Suburbs @Arcade Fire
Arcade Fire ficou famoso por suas magníficas apresentações ao vivo e pelo uso do grande número de instrumentos musicais. Além de guitarra, baixo e bateria, temos o prazer de ouvir em suas músicas, piano, violino, viola, xilofone, teclado, acordeão e harpa, tudo muito bem acompanhado por vozes em perfeita harmonia. E graças a banda, finalmente, o Canadá aparece na cena musical mundial.
2004 a banda lança o primeiro álbum, "Funeral", nome escolhido devido às diversas mortes de pessoas próximas aos integrantes banda, que ocorreram durante a gravação. Logo na 1ª turnê da banda, o gênio David Bowie percebeu o talento dos músicos e chamou a atenção das grandes gravadoras. Na seqüência Bono Vox, que é bastante esperto, convida a banda para abrir os shows do U2 no Canadá, e elege a música "Wake Up" como tema de abertura da turnê Vertigo. Isso é pouco comparada as inúmeras criticas positivas da imprensa, aliás, não me lembro de ler uma crítica negativa.
2007 vem "Neon Bible" o segundo álbum, gravado em uma igreja comprada pelos próprios integrantes, motivados pela acústica. Este disco estréia na 1ª posição das paradas de álbum do Canadá e em 2º lugar na Billboard Top 200.
No Brasil, apresentarem-se em outubro de 2005 no Rio de Janeiro (dia 22), em São Paulo (dia 23) e em Porto Alegre (dia 25) durante o Tim Festival. Na ocasião, Win cantou uma versão da "Aquarela do Brasil", de Ary Barroso, que está no lado B do single "Cold Wind", lançado na Inglaterra
2010 é o ano do "The Suburbs", que veio ratificar a idéia que, Arcade Fire não brinca com música !
Um petardo que supera todos os trabalhos anteriores, algo que eu considerava quase impossível acontecer, mas acredito ter encontrado uma explicação para tal superação: ‘As faixas são inspiradas em cartas de amor do Liceu, mas mais do que isso, o disco relata a nostalgia e ansiedades da infância nos subúrbios’. Essa declaração explica toda a emoção que as músicas deste disco transmitiram para mim, e música é emoção, seja lá qual for, (assim como no futebol, que transmite emoção, seja lá qual for). Empty Room elegi minha música para dançar, Sprawl II a melhor música do disco e City With no Children a música que me leva para passear sem sair do lugar. A única coisa que me incomodou, é que o disco tem 16 músicas, achei um pouco longo.
A banda manteve todas as qualidades já citadas, porém algo que achava incrível agora veio com arranjos maduros e com ainda mais harmonia, que cercam composições autênticas, determinando originalidade e qualidade incontestável.
Mais uma vez, temos um disco com músicas para qualquer ocasião.
DJ, toca esta por gentileza.
Chazinho de Coca - Verdão não encontra o “pequeno detalhe” e mais uma vez fica só no empate.

Texto: João Paulo Tozo
Foto: G1
Lincoln foi um dos nomes do jogo contra o Corinthians no clássico da semana anterior. Coube a ele fazer a ligação entre meio e ataque.
Ontem Lincoln não esteve em campo contra o Goiás. O Palmeiras teve enormes dificuldades para fazer a bola chegar a Kleber e Everthon. Ainda que Márcio Araujo possa fazer essa função, não é sua principal virtude.
Tinga e Marcos Assunção poderiam fazê-la, mas estes começaram no banco. Então coube ao Verdão pressionar as saídas de bola do Goiás.
12 minutos da 1ª etapa, Kleber – sempre ele – roubou a bola próximo a área adversária. Everthon pegou o rebote e acertou um petardo de fora da área. Belo gol que coroava a superioridade palmeirense.
O Goiás, que não faz boa campanha, sentiu o gol e perdeu-se em campo. Chances para matar o jogo começaram a aparecer ao Palmeiras. Como contra o rival da semana anterior, como contra o Botafogo, enfim, como vê sendo de praxe. Como de praxe o time não foi eficiente no ataque. Como de praxe Everthon voltou a insistir em ficar impedido.
Ao final da 1ª etapa, vendo que Palmeiras não conseguia agredir como deveria, apesar de mandar em campo, o Goiás saiu de seu campo de defesa e passou a pressionar. Deola começou a aparecer e não por acaso acabou sendo o melhor do time.
Vitor ganhou destaque no cenário da bola por sua vocação ofensiva em sua faixa de campo. Foi por isso que ele foi contratado, mas não é isso que ele vem fazendo. Sua timidez tem prejudicado o jogo por aquele lado. Não foi a toa que contra o Corinthians o lado esquerdo esteve mais forte, sobretudo quando Marcio Araujo encostou em Armero.
Felipão pediu, insistiu, mas Vitor permitiu-se ficar preso e por isso foi sacado para dar lugar a Marcos Assunção, já aos 16 da 2ª etapa.
Oras, se é para ter um lado direito burocrático, que a burocracia aconteça com alguém que detenha melhor passe, coisa que faltou muito ao Verdão.
Neste momento do jogo o Goiás já era melhor em campo. Romerito e Felipe davam o tom forte ao agora rápido ataque rival.
Felipão tentou tirar seu ataque do impedimento e mandou Luan no lugar de Everthon. A estréia do rápido atacante não foi suficientemente boa para dar luz ao apagão ofensivo que se abateu no time.
Aparentemente o 1X0 era goleada para o Palmeiras e o recuo tornou-se irritantemente evidente. Mais ainda quando Kleber deu lugar a Tinga.
Tinga tinha mesmo que entrar e ajudar o time a sair daquela situação de antifutebol. Apesar de ter ganho notoriedade na Ponte atuando como 2º volante, Tinga é meia de ofício e poderia ter feito o papel do contundido Lincoln. Só que agora ele armaria jogo para quem? Luan, que fazia sua estréia e não havia entrado bem?
Ainda assim, apesar de todo o absurdo recuo palmeirense, o Goiás padecia de sua incapacidade técnica e tropeçava nas próprias chances. O empate só poderia mesmo sair em falha palmeirense. E ela veio, como um castigo dos deuses da bola ao time que pratica o antifutebol, quando não necessita fazê-lo. Vide a Holanda na final da Copa.
Cruzamento na área, falha de todo sistema defensivo, gol “contra” de Assunção.
Depois o time resolveu atacar. Mas restando 2 minutos? Teve todo e toda a condição para buscar o 2º gol. Não era na base do desespero que iria conseguir.
Felipão disse que ao longo da semana que só faltava um “pequeno detalhe” para o time vencer seus jogos.
O detalhe deve ser tão pequeno que o time não consegue encontrá-lo.
Baixas:
Kleber está fora das próximas 3 partidas do Verdão. As duas contra o Vitória pela Sulamericana, já que a Conmebol lhe aplicou dois jogos de suspensão, ainda pela expulsão na Libertadores quando atuava pelo Cruzeiro. E do jogo contra o Atlético PR, pelo 3º amarelo recebido ontem.
Lincoln e Marcos ainda se recuperam de suas lesões. Acho que para o jogo de quarta-feira pela Sulamericana nenhum dos dois atua.
Valdivia, que finalmente assinou contrato, deve ter condições de jogo só em 20 dias. Palavras de Felipão.
Logo é bom o time ter todo o zelo com essas duas partidas eliminatórias pela competição Sulamericana. Já que no BR10, pelo menos por enquanto, a disputa de título está bem distante.
Despeço-me dos nobres ferozes que nos visita com um petardo do Muse – Feeling Good:
Cheers,
6 de ago. de 2010
Sampa Noise - De cabeça erguida.

Acaba o sonho de mais 1 título da libertadores.
Ontem entraram em campo pelo último jogo da fase semi-final da Libertadores, São Paulo e Internacional.
O São Paulo entrou em campo precisando ganhar de 1 a 0 para levar o jogo para os pênaltis e logo que começou vimos que seria um jogo tenso e de muitos lances de arrepiar.
O São Paulo precisando da vitória entrou em campo valente, correndo por todos os lados do campo e sempre esbarrando na defesa do Internacional.
A solução era a bola alçada na área e foi por esse caminho que o São Paulo achou o 1º gol numa falta que Hernanes cobrou para dentro da área e o goleiro Renan bateu roupa e a bola sobrou para Alex Silva que só encostou na bola que caprichosamente bate na trave e entra. Falha do goleiro e mérito de Alex Silva por estar próximo ao lance.
O Inter veio pra cima. Os dois times jogaram abertos e dispostos a marcar gols. Acabou o 1º tempo com o placar de 1 a 0.
No intervalo ao descer para o vestiário, Rogério disse que queria muito mais uma final e que iriam chegar. Porém a história foi diferente. Logo no início do segundo tempo, uma falta próxima à área do São Paulo, D'Alessandro bateu na bola que foi desviada por Alecsandro e entrou no canto de Rogério. Agora com o jogo em 1 a 1, a classificação estava na mão do Inter.
De imediato a resposta Tricolor veio. Confusão na área, a bola foi chutada e voltou para dentro da área do Internacional, sobrando no pé de Ricardo Oliveira que em posição legal marcou o segundo do Tricolor. Mas mesmo assim ainda não era suficiente para o São Paulo se classificar.
Ricardo Gomes tirou Cleber Santana, que apesar de não me agradar em nada fez uma boa partida ontem, e colocou Marlos. O São Paulo começou a criar chances. Em seguida Ricardo Gomes tirou Dagoberto e colocou Fernandinho, tirou Rodrigo Souto e colocou Marcelinho Paraíba, o que não resolveu muito.
O time correu batalhou e buscou o resultado, mas a bola não entrou no gol do Internacional.
Apesar da grande vitória e um grande jogo de ambos os lados, o São Paulo se despede da Libertadores de cabeça erguida.
Ano que vem, como já é tradição no São Paulo, iremos participar novamente e dessa vez sem algumas peças descartáveis do elenco.
E o rumo que o time vai ter agora?
O que nos reserva ainda esse ano?
O Brasileiro está rolando, agora o time terá que entrar de cabeça no campeonato, correr atrás do título, e conseguir a vaga para a Libertadores do ano de 2011, onde a história pode vir a ser diferente.
Dica Musical do dia: Dj Die & Interface feat William Cartwright A - Bright Lights (Rollers Mix)
5 de ago. de 2010
Menino da vila: Água é pra peixe ! Santos Campeão da Copa do Brasil !
Texto por: Gregório Possa
Fotos: Globoesporte.com
A segunda batalha válida pelas finais da Copa do Brasil apresentou um cenário bem adverso ao Santos, que foi a campo para encarar, além dos 11 jogadores rubro negros, os quase 30 mil apaixonados que lotavam as arquibacandas. A forte chuva que castigou a capital baiana e encharcou o péssimo gramado do Barradão não foi suficiente para tirar o título das mãos dos alvinegros, afinal de contas, água é pra peixe !
O espetáculo proporcionado pelas duas equipes foi fruto do esquema bem ofensivo de ambas, com três atacantes, a equipe santista mostrou que não foi a Salvador para segurar o resultado. Do lado do Vitória, Egídio pela esquerda e o camisa 10 Rámon comandaram as descidas do time ao ataque, que apresentou um volume de jogo intenso desde os primeiros minutos da partida.
A equipe baiana não converteu as chances que teve em gols e coube ao Santos abrir o placar no final da primeira etapa. Edu Dracena recebeu cruzamento de Neymar e acertou uma cabeçada inapelável, praticamente selando o destino da taça.
Precisando reverter uma vantagem de três gols dos alvinegros, o Vitória sufocou o Santos no segundo tempo e logo aos 10 minutos diminuiu o marcador com Wallace. Após o gol a partida ficou eletrizante, um piscar de olhos era o suficiente para perder lances de ataque dos dois lados. De um lado a trave salvava o time da baixada, do outro o goleiro Viáfara mantinha viva as esperanças dos baianos. Aos 32 minutos, Júnior recebeu passe de Neto Coruja e inscendiou ainda mais a partida. Restavam dois gols para o Vitória alcançar um milagre, mas também faltava pernas e futebol para tirar o título mais do que merecido das mãos do Santos.

A conquista inédita coroou um trabalho bem feito não só de jogadores e técnico, mas também da nova diretoria sob comando do presidente Luís Alváro, que assumiu o clube no começo do ano e em pouco mais de 6 meses devolveu ao torcedor a alegria e o orgulho de ser santista. Além da vaga na Libertadores 2011, o Santos se consolidou ao lado do Palmeiras como o maior campeão nacional do país, com 9 títulos (5 taças Brasil, 1 Robertão, 2 Brasileiros e 1 Copa do Brasil). A equipe tem tudo pra ultrapassar o rival se conquistar a tríplice coroa, talento pra isso tem de sobra. Os meninos não estão só encantando e jogando bonito, estão fazendo história !
As críticas ao longo do percurso, as oscilações, as polêmicas em volta dos jogadores, nada disso abalou o trabalho do Dorival Jr e de seus comandados, os meninos não abriram mão da irreverência e continuaram driblando e dançando, sem desmerecer nenhum adversário. Uma frase que ouvi em uma das matérias sobre o jogo enaltece de forma pertinente a conquista alvinegra: ''Nunca a Copa do Brasil, foi tão brasileira.'' De fato, o Santos fez ressurgir a verdadeira essência do nosso futebol e foi coroado com dois títulos, nada mais justo para quem melhor tratou a bola nesse ano de 2010.
Parabéns ao Santos e obrigado por mostrar ao mundo que é possível jogar bonito e ser campeão !
2 de ago. de 2010
Café com Leite: Sobre chorões, mafiosos e economistas e outras coisas
Menino da vila: No Santos, talento é fartura.

Texto: Gregório Possa
A geração inesquecível que desfilou nos gramados de Vila Belmiro na década de 60 está na memória de todos, presentes ou não naquela época. O Santos revelou para o mundo craques inigualáveis que comandados por um tal de Pelé, conquistaram impressionantes 27 títulos em 15 anos. Dificilmente essas marcas serão repetidas e certamente não veremos mais aquelas camisas brancas desfilarem tão lindamente pelos campos do mundo a fora, porém a fábrica de craques do alvinegro praiano nunca parou de funcionar e até hoje o clube revela jovens talentosos que infelizmente pouco mostram seu futebol em solo brasileiro como na época.
Posterior a esse glorioso time, o Santos formou ao longo da história outras gerações de meninos da vila que colocaram a equipe novamente no cenário do futebol nacional. Em 1978, os garotos: Nílton Batata, Juary e João Paulo comandaram o alvinegro praiano rumo ao título paulista daquele ano, foi a primeira geração apelidada de meninos da vila. Em 2002, Robinho, Diego, Alex e Cia formaram o jovem time Campeão Brasileiro, desbancando todos os favoritos na reta-final do certame, alguns remanescentes dessa garotada ainda levariam o bi em 2004.
Em 2010, quando apontavam o Santos como a 4° força do futebol paulista na temporada, mais uma geração gloriosa emergiu, fruto de um trabalho de estruturação das categorias de base feito pelo ex-presidente Marcelo Teixeira, justiça seja feita a esse legado deixado por ele.
Os jovens Paulo Henrique Ganso, Neymar, André e Wesley fizeram renascer na mente do brasileiro a verdadeira essência do nosso futebol. Com goleadas históricas (9x1 sobre o Ituano, 10x0 frente ao Naviraiense, 8x1 sobre o Guarani) , dribles desconcertantes, muita irreverência e espontaniedade nas comemorações, a nova geração de meninos da vila orgulhou o torcedor santista e provou mais uma vez a tradição em revelar jogadores que o alvinegro praiano possui.
Infelizmente, vemos nossos clubes afundados em dívidas geralmente por investirem pesado em contratações caras e badaladas que muitas vezes não dão resultado. Nesses casos, as categorias de base são deixadas de lado e muitos garotos perdem a oportunidade de mostrar seu talento e acabam sendo ofuscados pela falta de estrutura da maioria dos clubes nesse quesito.
O Santos não está isento de dívidas, nem problemas financeiros, mas historicamente mostra que a solução pode estar ao alcance do clube, mesmo frente a turbulências e crises. O 2° lugar na Copa São Paulo e o título recente da Supercopa de Futebol Júnior, apontam mais uma promissora geração pelos lados da baixada, com nomes como: Alan Patrick, Renan Mota e Tiago Alves, além de meninos que ainda estão subindo para o juvenil: Jean Chera e Vitor Andrade. Ou seja, a fábrica de craques não tem data para fechar as portas, principalmente se administrações futuras forem iguais a atual gestão do presidente Luís Alvaro.
De fato, no templo sagrado de Vila Belmiro, está mais do que provado: ''Um raio não cai apenas uma vez no mesmo lugar, cai muito mais !''
Menino da vila: Santos ''B'' com cara de principal.

Texto: Gregório Possa
Foto: Globoesporte.com
O Santos entrou em campo contra o Prudente com uma equipe mesclada entre jogadores reservas e meninos das categorias de base. O torcedor santista que esperava um time desentrosado e sem a mesma técnica apurada de seus principais jogadores acabou por ter uma grata surpresa. As camisas listradas desfilavam em campo como se fossem usadas por Ganso, Neymar, Robinho e Cia.
A equipe alvinegra dominou a maior parte do jogo, tanto que logo aos 5 minutos, o volante/lateral Danilo acertou belo chute da entrada da área e abriu caminho para a vitória santista. Mesmo na frente o Santos continuou pressionando e criou mais duas chances com Zé Eduardo que foi vencido pelo goleiro adversário. Marquinhos - o destaque do jogo - ainda carimbou a trave em cobrança de falta.
Na segunda etapa o Prudente equilibrou o jogo, mas quem marcou foi o Santos, Marquinhos lançou Rodriguinho que bateu de primeira sem deixar a bola cair e fez o gol mais bonito do campeonato até então. Com a vitória praticamente assegurada, os alvinegros relaxaram na marcação e tomaram um verdadeiro sufoco nos minutos finais. Aos 38, Róbson descontou e incendiou a partida. Minutos depois, Léo cometeu penâlti em Henrique Dias, o lateral Paulo César (ex-Santos) cobrou e Rafael defendeu. A pressão continuava e o Prudente ainda teve tempo de colocar uma bola na trave e perder outro penâlti aos 48 minutos, dessa vez nos pés de Róbson, autor do primeiro gol.
Com a sofrida vitória, o Santos sobe para a 7°colocação na tabela com 18 pontos e ganha moral para o confronto decisivo contra o Vitória no Barradão, já o Prudente amarga apenas a 14° posição com 14 pontos, além de ter perdido a invencibilidade em casa neste Brasileirão.
| Giovanni; Paulo César, Leonardo, Anderson Luis e Diego (Róbson); Anderson Trindade (Henrique Dias), João Vitor, Marcelo Oliveira e Deyvid Sacconi (Araújo); Wesley e William | Rafael; Maranhão, Bruno Aguiar, Vinícius e Léo; Rodriguinho, Danilo, Zezinho (Rafael Caldeira) e Marquinhos (Alan Patrick); Madson (Dimba) e Zé Eduardo |
| Técnico: Toninho Cecílio | Técnico: Dorival Júnior |
| Gols: Danilo, aos 5 minutos do primeiro tempo; Rodriguinho, aos 21, e Róbson, aos 37 minutos do segundo tempo. | |
| Cartões amarelos: Anderson Luís, Paulo César, William, João Vitor, Marcelo Oliveira, Henrique Dias e Leonado (GRP); Bruno Aguiar, Zezinho, Léo e Danilo (SAN). | |
| Data: 1º de agosto. Estádio: Eduardo José Farah, em Presidente Prudente (SP). Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ). Auxiliares: Gilson Bento Coutinho (PR) e Márcio Luiz Augusto (SP). Público: 15.890 pagantes. Renda: R$ 213.350,00. | |
Chazinho de Coca - Palmeiras marca quatro gols, mas o clássico termina empatado em 1X1.
Imagem: Eduardo Vianna (p/ o Lancenet!)
O Palmeiras marcou quatro vezes, o Corinthians uma. Dos quatros gols verdes, três estavam em posição de impedimento e foram corretamente anulados pela arbitragem. O único gol do Corinthians aconteceu também em impedimento, entretanto a arbitragem errou ao validar o tento.
Houve erros para um lado e para outro – pênalti em Kleber e pênalti de Armero, entre outros menores. Mas esses salientados logo acima foram determinantes para a igualdade no placar.
Vacilo só do juizão?
Não foi ele que, sozinho, conseguiu quase encher uma mão na contagem de impedimentos. Everthon foi o autor de dois dos três gols impedidos. Foi também o pior alviverde em campo.
Fosse ele pouca coisa mais esperto e teria notado a linha de impedimento, aguardado e guardado os dois gols legitimamente. Eram lances fáceis. E tivessem acontecido limpamente e hoje não haveria discussão sobre a merecida vitória do Palmeiras no derby. Os 3X1 seriam incontestáveis. Um pouco elástico, talvez. Mas se houve um time merecedor da vitória, esse time não foi o Corinthians.
Estréia de Adilson Batista no comando alvinegro. Primeiro clássico de Felipão em seu retorno ao alviverde. Ingredientes não faltaram para que o jogo fosse grande, como sempre deve ser. E tivemos sim um bom jogo.
Nitidamente um jogo dividido em quatro partes. A 1º de domínio alvinegro. As outras três com superioridade do Palmeiras. Não por acaso o gol do Timão saiu na parte que lhe coube de domínio no jogo. Os gols do Verdão – os invalidados e o validado - saíram no restante do jogo ou nas partes onde o time verde esteve superior.
Jorge Henrique, Alessandro e Bruno Cesar deram o ritmo ao Corinthians. Curiosamente, ou não, o Timão foi melhor enquanto Bruno Cesar esteve ligado no jogo, tanto que o gol saiu de jogada dele. Seu futebol desapareceu na medida em que Kleber Gladiador chamava a responsabilidade do jogo verde. Ele, sozinho, bagunçou todo o sistema defensivo do Corinthians, amarelou a dupla de zagueiros e abriu buracos na retaguarda corintiana e que não foram aproveitados, sobretudo por Everthon, que perdeu uma meia dúzia de gols.
Mas o jogo ficou mesmo favorável ao Verdão quando Felipão mexeu taticamente no time. Marcio Araujo, o melhor do jogo, saiu da direita e postou-se como 2º volante, quase como armador, encostando mais em Armero e tornando o lado esquerdo do Palmeiras forte. O time passou a variar as jogadas pelas duas pontas e pelo meio.
Depois ambos os treinadores fizeram alterações discutíveis.
Adilson sacou Bruno Cesar, que mesmo desligado, ainda era a grande esperança do Corinthians em sair do esquema armado por Felipão. Defederico entrou em seu lugar e nada produziu.
Scolari por sua vez sacou Lincoln, outro bom nome do jogo e mandou Tinga a campo. Tinga entrou bem, mas o time perdeu a ligação rápida entre meio campo e ataque. Everthon que vinha muito mal, estranhamente continuou em campo – e ausente do jogo.
A minha leitura do jogo é essa. O empate não foi uma monstruosidade de injustiça, longe disso. Mas se houvesse um vencedor esse teria de ser o Palmeiras.
Despeço-me da nobre ferocidade que nos acompanha, deixando todos na companhia mais do que sensacional dos Rolling Stones, com o petardo Street Fighting Man:
Cheers,
Sampa Noise - Finalmente.
Finalmente o São Paulo saiu do jejum de vitórias no campeonato Brasileiro. Desde a volta do break da Copa do Mundo, o Tricolor não tinha encontrado seu futebol.
Tá certo que o primeiro tempo do jogo contra o Ceará foi horrível e forçou a torcida a gritar "Raça" e hostilizar Ricardo Gomes, o único a ser excluído dessa manifestação pacífica foi Rogério Ceni.
O São Paulo ontem, com Fernandinho pela esquerda e Ricardo Oliveira centralizado, deu bastante trabalho ao goleiro do Ceará. Com essa forma de jogar, o São Paulo trocou seu habitual 3,5,2 para o 4,4,2; com o Xandão como falso lateral e Jean como volante, o que deixou o time penso para o lado esquerdo onde saía a maioria das jogadas. O 1º tempo dava a impressão que o jogo seria 0 a 0 mas...
Hernanes no intervalo em entrevista disse: “O gol vai sair e vamos ganhar.”.
E realmente foi o que aconteceu. O São Paulo precisou de 2 minutos para liquidar a fatura contra o Ceará por 2 a 1. O primeiro gol saiu da cabeça de Fernandão, o segundo marcou a volta de Ricardo Oliveira que é lançado cara a cara com gol e só toca na saída do goleiro.
Após acertar que o São Paulo iria ganhar, Pai Hernanes ainda disse: “O São Paulo procurou o gol todo o tempo, não tínhamos feito um jogo assim desde a volta da copa. Valeu pelo espírito.”.
O time mostrou brio no segundo tempo, lutou muito para chegar a vitória. É o que queremos ver na quinta-feira contra o Internacional e não poderá ser diferente, afinal o Tricolor precisa de uma vitória de 1 a 0 para levar a decisão da vaga na final para os pênaltis, ou como todos os são-paulinos esperam, ganhar com a diferença de 2 gols e sem levar nenhum para se classificar para mais uma decisão.
Com certeza o jogo que mais mexe com a cabeça dos torcedores e deixa os nervos a flor da pele.
Com essa vitória sobre o Ceará, o São Paulo pulou de 15º na classificação para 9º.
Agora vamos torcer e rezar muito para que o São Paulo passe para a final da Libertadores.
Dica musical do dia: Witchcraft - Pendulum (Rob Swire's Drumstep Mix)


