-André Santos e Cristian não são mais jogadores do Corinthians. Na surdina, de ontem para hoje, o Fernerbahce contratou os 2 destaques do Timão, que já nem jogam contra o Vitória na quinta-feira. Os valores não foram divulgados.
-O lateral esquerdo Armero, do Palmeiras, também interessa ao clube turco.
-Wanderley Luxemburgo foi apresentado como novo comandante santista, nessa tarde na Vila Belmiro. Chegou com a arrogância de sempre, dizendo que não está em baixa no mercado e que promete levar o Peixe a Libertadores em 2010.
*Você, caríssimo e feroz leitor, acredita que Luxa classifique o Santos entre os 4 primeiros do BR09? Vote na enquete no canto superior direito do blog.
-Renato Gaúcho será apresentado nessa terça como o novo treinador do Fluminense. A partir de uma imposição do patrocinador do clube. Renato assume o clube na condição na qual o largou na temporada passada – na zona do rebaixamento.
*E nesse caso, meu nobre leitor da ferocidade bloguistica, você acha que Renato Gaúcho irá salvar o Tricolor de um vexame histórico? Essa enquete também está no canto superior direito dessa bagaça.
-E agora imagine a seguinte situação:
Talzinho tem uma namorada lindíssima pela qual é apaixonado. De repente ele leva um pé na bunda da pequena. Dias após o ocorrido, uma amiga da sua ex, igualmente lindíssima, passa a flertar com o figura. Existe o interesse, apesar de ele entender que a situação não lhe é das mais agradáveis – “Pô, já ir pegando a amiga dela logo na seqüência?”
A amiga da ex compreende a situação do figura e resolve dar um tempo para ele pensar ou então para que esse tempo seja necessário para a ex entender bem a situação na qual seu ex se encontra.
Feito isso, o figura finalmente se ataca aos braços da nova pretendente. O seu filme não fica queimado com a ex e todos vivem felizes e o novo relacionamento será eterno enquanto durar.
Dependendo do que acontecer nos jogos dessa semana entre Goiás X Palmeiras e Palmeiras X Corinthians, acho que o figura tem grandes possibilidades de se atacar aos braços da nova pequena já na próxima semana.
-Falando em Palmeiras (ops), o atacante que o presidente Belluzzo diz estar negociando e que atua na Europa, pode ser o centroavante Wagner Love. Love disse que ainda não houve nada de oficial, mas que cabe ao Palmeiras convencer o CSKA a liberá-lo. (Informação da Rádio Globo)
20 de jul. de 2009
Post It - Transações, negociações, apresentações e uma viagem.
Post It - Rodada bacana para o Trio de Ferro.
-Palmeiras, São Paulo e Corinthians venceram seus jogos na rodada desse final de semana.
-No sábado o Verdão bateu o Santo André por 1X0, no Palestra Itália, com gol de Diego Souza.
-O 1º tempo foi jogo de ataque contra defesa, com o Palmeiras pressionando o time do ABC em sua retaguarda. A 2ª etapa foi equilibrada e Marcelinho chegou a meter uma bola na trave em linda cobrança de escanteio.
-A jogada do gol surgiu em um lance de habilidade de Diego Souza em cima de Marcelinho Carioca. O camisa 7 palmeirense pôs Marcelinho para dançar e meteu a bola entre as pernas do eterno ídolo corintiano. Marcelinho não gostou e deu um pontapé no meia. Amarelo recebido e falta cobrada por Cleiton Xavier. No rebote, Diego pegou de 1ª e deu números a vitória palmeirense. Com 25 pontos, o Palmeiras só não é líder por perder no saldo de gols para o Galo Mineiro.
-A efetivação de Jorginho mostra-se mais próxima a cada rodada. Contudo ele terá uma semana dificílima pela frente. Na quinta-feira o Palmeiras vai ao Serra Dourada enfrentar o bom Goiás. No domingo vai a Presidente Prudente enfrentar o clássico diante do maior rival, o Corinthians de Ronaldo.
-Que por sua vez foi ao Mineirão enfrentar o combalido Cruzeiro. Para variar Ronaldo foi o personagem do jogo.
-O Cruzeiro tinha mais posse de bola, mas sem Wagner no meio, era um time acéfalo, mostrando um verdadeiro show de horrores ao tentar fazer a bola chegar ao ataque.
-Ronaldo enfrentou o time que o revelou pela 1ª vez. E aos 22 minutos fez a torcida cruzeirense se lembrar de seu antigo jogador. Com um lançamento lindo e preciso, o Fenômeno deixou Jorge Henrique livre para driblar Fábio e abrir o placar.
-Discutir aspectos de arbitragem é complicado. Logo depois de abrir o placar, o Timão chegou com Morais, que deixou Ronaldo livre na área, o camisa 9 encheu o pé com o gol livre, mas Leonardo Silva cortou a bola. O juiz entendeu que com a mão, deu pênalti e expulsou o zagueiro. Assisti ao jogo pela TV Bandeirantes e vendo por uma das câmeras a sensação foi de que a bola bate na coxa do zagueiro, depois no peito e sobra para Fábio. O comentarista de arbitragem, Oscar Roberto de Godoy, não “carimbou” o pênalti e a conseqüente expulsão do zagueiro. Mais tarde assistindo o Sportv, uma outra câmera voltou a me deixar em dúvidas. Se vendo 500 vezes o lance eu não consegui chegar a uma conclusão, não acho justo crucificar o juiz. E tendo ele assinalado o pênalti, a expulsão de Leonardo Silva foi correta. Mas entendo ser um lance complicadíssimo.
-No 1º momento eu teria marcado a penalidade. Depois das 514 vezes que vi e revi o lance, acho que a análise do Godoy foi a mais acertada.
-Ronaldo tentou uma paradinha, mas bateu MUITO mal o pênalti e Fábio defendeu.
-Aos 43 minutos outro lance complicado e determinante no jogo. Cruzamento na área cruzeirense, Wellington Paulista subiu com Chicão e ela ficou para Jonathan, que balançou as redes. Mas o árbitro viu falta de Wellington em Chicão e anulou o gol.
-Mais uma vez um lance complicadíssimo. Foi o tipo de jogada que qualquer coisa que ele marcasse geraria polêmica. Para azar dos donos da casa, ele deu falta de ataque. Entretanto, ao olhar 427 vezes o lance, eu não teria marcado.
-No 2º tempo o Cruzeiro voltou pressionando ainda mais. Mas os erros de passe eram absurdos e o Corinthians esperava o momento certo para dar o bote. Até que Jucilei achou Ronaldo livre na área e o camisa 9 chutou no canto direito, sem chance de defesa.
-Aos 38 minutos, Kleber foi derrubado por Chicão. Mais uma vez um lance difícil, e mais uma vez eu não assinalaria, depois de ver 714 vezes. Kleber bateu a marcou.
-3 lances polêmicos de arbitragem. 4 milhões de opiniões favoráveis, outras 3 milhões contrárias. Sem contar as 2 milhões de opiniões favoráveis a um lance e não a outro. O que nos faz ter a certeza de que foram sim lances complicados, logo há de se dar uma trégua ao juizão.
-A vitória do Timão foi justa.
-No Morumbi, São Paulo e Santos duelavam para afastar suas fantasmagóricas possibilidades de entrada na zona da degola.
-Apenas 10.913 pagantes para ver o clássico “Sansão”. Um Sansão de cabelos cortados.
-A fase de ambos não é nada boa e isso se refletiu no jogo. Muita transpiração, mas muitos erros, muita falta de inspiração.
-O Sampa errou menos e viu o artilheiro Washington desencantar, após 6 rodadas passando em branco.
-Marlos , Washington e Dagoberto eram os mais perigosos dos mandantes. Antes de abrir o placar, o trio já havia ameaçado o gol santista em boas oportunidades.
-No final da 1ª etapa, Jean puxou rápido contra-ataque e achou Dagoberto, que com um cruzamento na medida, deixou Washington em ótima condição para abrir o placar.
-Não deu tempo de comemorar, já que Roni empatou o jogo em jogada de Germano pela esquerda.
-Chulapa colocou Neymar e Tiago Luis nos lugares de Paulo Henrique e Pará. Ricardo Gomes veio com Arouca no lugar de Marlos.
-O jogo continuou de pouca qualidade. Mas o São Paulo precisou de pouco para chegar a vitória.
-Logo no início da 2ª etapa Dagoberto chutou forte, Douglas defendeu e no rebote Washington empurrou para o gol.
-Segundo o meu camarada Roney, que colaborou com as informações do clássico no Morumbi, foi um jogo duro de assistir.
-Luxemburgo terá MUITO trabalho para acertar esse Santos. E Ricardo Gomes ganha um pouco de sossego com a vitória em seu 1º clássico.
17 de jul. de 2009
Há Quinze anos...
Vocês se lembram exatamente onde estavam e o que faziam há 15 anos?
Nosso correspondente em Recife, feroz, camarada, boleiro e integrante da geração do Tetra, Tiago Pimentel, não só se lembra, como mandou um texto caprichadíssimo, onde traz suas sensações, suas emoções e vivências de 15 anos atrás.
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Há Quinze Anos...
A vida de um homem é marcada por ritos de passagem. O primeiro beijo, a primeira transa, o primeiro emprego, o primeiro show. Alguns homens não ligam muito pra isso, outros gostam de ficar remoendo esses assuntos. Me enquadro na segunda categoria, embora eu faça o possível para que minhas elucubrações concernentes aos meus ritos de passagem não se convertam em indagações acerca da canetividade da caneta, afinal isso não pegaria bem para um homem no alto de seus 30 anos.
Pois bem, dentre todos esses ritos, a minha geração tem um do tamanho do mundo, que é a conquista do Tetra-campeonato Mundial de Futebol, em 1994, nos Estados Unidos, esse país tão estranho aos amantes do esporte bretão.
Essa conquista foi tão especial pra mim por inúmeros motivos. O primeiro deles é que se em 1958 o país perdera o complexo de vira-lata, em 1994 foi a vez da minha geração perder tal complexo. Cresci ouvindo as histórias do meu pai sobre Pelé, Garrincha, Didi, Tostão e principalmente Nilton Santos (meu velho diz que não existiu, nem vai existir lateral melhor).
Mas fazia 24 anos que a seleção canarinho não brilhava em todo seu esplendor. E depois que Baggio mandou aquela bola pelos ares, eu finalmente compreendi as histórias do meu pai.
Não lembro de já ter chorado de emoção antes da Copa de 94, mas com a avalanche lacrimal após a final, eu virei um sentimental desmedido e sem vergonha. Já faz 15 anos, mas a comemoração histérica de Galvão Bueno (e Pelé, com sua gravata com a bandeira americana), ainda reverbera em minha mente. Me lembro de ter caído de joelhos e agradecido aos Céus, por estar vivendo tamanha emoção.
Outro motivo que me amarra a esta conquista tem a ver com um dos ritos de passagem da vida de um garoto de 15 anos. Eu, que havia estudado até a 8ª série em escola pública, no meu bairro, com meus amigos do bairro, estava numa nova escola, fazendo novos amigos. E embora alguns desses novos amigos tenham permanecido na minha vida até hoje, a Copa de 94 foi a minha copa com a moçada do bairro, os amigos de infância. Embora a vida tenha nos levado a uma série de encontros e desencontros, a conquista do Tetra é sempre um dos assuntos nos encontros. Kleber, Antônio, Vagnão, Caio, Daniel, essa é nossa e ninguém tasca.
Eu soube que seríamos campeões quando na partida válida pelas quartas de final, Branco enfiou aquele canudo nas redes holandesas. Engraçado que eu apenas ouvi o gol, pois nesse momento eu estava no banheiro descarregando o etílico. Mas quando voltei para a sala e ví meus amigos comemorando eu sabia que Deus, Buda, Alá, Ogum ou quem quer que seja, não seria tão mal a ponto de decepcionar aqueles caras. Mesmo na difícil semi-final contra o escrete sueco, eu estive confiante o tempo todo (nem a dancinha ridícula do goleiro Raveli abalou minha confiança, não obstante tenha me deixado putaço).
Fora isso, que beleza de Copa, por mais que os mal-humorados digam que não. Como eu gostava das outras equipes. Bulgária, Romênia, Suécia, Nigéria, e até os Estados Unidos, que quase estragaram a nossa festa nas oitavas de final.
15 anos passados, e nesses 15 anos uma final esquisita, outra belíssima conquista e uma copa perdida pelo salto alto, além das paixões, músicas, decepções e porradas que a vida aplica a nós de coração insensato, ainda guardo um lugar especial para Romário, Dunga (num vacila, rapá), Taffarel, Bebeto, Mauro Silva, Jorginho, Branco, e todo aquela maravilhosa seleção. É difícil expressar em palavras aquele momento, onde meu choro nunca foi tão sincero e feliz, então me despeço pegando emprestadas as palavras de Galvão Bueno: ACABOOOOOU, ACABOOOOOOU! É TEEEETRA! É TEEEETRA!
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O vídeo marotíssimo também é sugestão do figura:
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Dá-lhe Pimentel. O espaço será sempre seu, meu nobre.
PS: E tira logo umas férias e cai pra cá pra gente tomar umas cervas. O Fabinho paga a conta ;)
16 de jul. de 2009
La Mano de Dios - Acabou-se o que era doce (de leche)
Chazinho de Coca - Palmeiras de Jorginho joga bem por que joga simples.
Muitos tratam o futebol, o campo de jogo como um enorme laboratório. Muitas vezes é justa a invencionice. O time é fraco, com poucas opções, muitos desfalques. Mas em outras (muitas) vezes o excesso na auto-intitulação de “professor”, dá margem a erros e exageros dos comandantes dos esquadrões da nação.
Jorginho vai na contramão dessa história. Ontem ele deu mais uma demonstração de que o futebol não é tão complicado quanto se prega.
Zagueiro é zagueiro. Volante é volante. Lateral é lateral, Meia é meia. Atacante é atacante. A forma como ele dispõe essas peças em seu jogo é que tem feito a diferença.
Alguém se lembra de um tal de Keirrison? Juro pra vocês que só me lembrei dele agora quando olhava algumas postagens antigas do FFC.
Ontem Ortigoza e nas rodadas anteriores, Obina. Não são gênios, mas acreditam em todas as jogadas e em muitas delas a crença se transforma em realidade, que se transforma em boa jogada, que muitas vezes dá em gol.
Cleiton Xavier tem se visto livre de sua outrora obrigação na marcação. Quando é necessário, ele dá combate, mas a sua função primordial é armar. Ganhou a companhia do jovem Deyvid Sacconi, que é um meia de ligação de ofício e de qualidade, mas que teve poucas chances com Luxa.
Jorginho conta também com a sorte. As voltas de Edmilson, que transita entre o meio campo e a zaga, e Sandro Silva, qualificaram o setor de marcação verde. Pierre agradece aos céus.
Armero tem atacado quase como um ponta esquerda. Lembra André Santos quando apóia, mas é melhor que o corintiano quando precisa ajudar a retaguarda. Falta ainda o lateral direito do mesmo calibre. Mas Wendell tem jogado bem. Sem brilho, mas seguro.
A zaga está bem postada, poucas são as falhas individuais, e isso é fruto de um posicionamento acertado, somado ao combate que a jogada adversária já recebe desde a sua saída de bola. O Flamengo que o diga.
O Palmeiras ganhou quase todas as bolas de meio campo, fosse por baixo ou por cima. O Flamengo num desespero só, atacava atabalhoadamente e trazia quase todo o time para a o campo verde. Isso permitia ao time de Jorginho ser cirúrgico e a armar contra-ataques a todo o momento, sem nem se preocupar em ser apontado impedimento. Os flamenguistas davam essa margem.
Mais do que o Palmeiras de Luxemburgo, o time do Jorginho tem tido suas boas atuações sustentadas não só pela simplicidade do treinador na armação da equipe, mas por contar com um termômetro que ontem teve uma atuação de seleção brasileira – Diego Souza.
É ele quem dá velocidade quando a jogada pede isso. É ele quem segura a bola no ataque quando o adversário pressiona. É ele quem chama a responsabilidade nas jogadas individuais e nos passes que deixam os atacantes em boas condições no ataque. Jogou muito o camisa 7.
Tem jogado muito o Diego.
Ontem ele abusou. Com a liberdade que o esquema de Jorginho lhe proporcionou, o time variava de esquema com uma simples mudança de postura de seu camisa 7. De 3-6-1, para 3-5-2 sem que o time perdesse pegada ou qualidade no ataque.
O 1º tempo terminou 2X0, mas poderia ter sido bem mais. Na 2ª etapa o time cansou, tanto que as alterações de Jorginho foram em cima de solicitações dos jogadores e não de alteração tática ou técnica. A partir disso o Flamengo até se empolgou, marcou seu gol. Mas deve levantar as mãos aos céus por ter perdido só de 2X1.
Futebol é simples. Um bom time não se faz apenas com craques em todos os setores, mas com confiança e com gana de vitória. Nada disso tem faltado ao Palmeiras de Jorginho.
Confira o que rolou no jogaço:
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Rapidinha da Libertadores.
-Há exatos 10 anos os clubes brasileiros não vencem uma Libertadores quando tem pela frente um adversário de fora. O último foi o Palmeiras, em 1999, quando venceu o Deportivo Cali (COL).
Alguém me explica o que ocorre?
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Despeço-me da nobreza ao som da banda de Zooey Deschanel, She & Him com Why Do Let Me Stay Here?
Cheers,
Virada Chulipa - Libertadores da América, o titulo da bruxa!

Pois é, minha torcida não foi suficiente, "La Brujita" Sebastián Verón jogou demais, e assim como seu pai, foi campeão pelo Estudiantes na Libertadores.
15 de jul. de 2009
Final Chulipa - Libertadores da América, a grande final!

Pois é leitores e leitoras, hoje veremos o último capítulo da Copa Santander Libertadores de 2009, de um lado a escola mineira, brasileira, de Kleber, Wagner, Ramirez, Marquinhos Paraná, Fábio, e do outro a escola Argentina, de "La Brujita" Juan Sebastián Verón.

O primeiro jogo em La Plata terminou em 0 a 0, mas isso não significa que o titulo mineiro será fácil, o Estudiantes tem um time muito rápido e envolvente na frente, já a defesa celeste não é tão confiável assim, porém, o meio campo é seguro e o ataque com Kléber o "Gladiador" é fatal.

PS. Provavelmente atleticanos e são paulinos irão secar o Cruzeiro hoje, o primeiro pela imensa rivalidade e o segundo para não terem a marca de 3 titulos continentais igualados pelos mineiros, curioso é que ambos estarão frente a frente pelo Campeonato Brasileiro nesse meio de semana.
Eu aposto no titulo celeste.
Post It - Palmeiras falando italiano (de fato?).
-O jornal italiano La Republica diz que o ex técnico do Milan, Alberto Zaccheroni, pode ser o novo comandante do Palmeiras.
-Zaccheroni tem 53 anos e já comandou a Lazio, o Torino e a Inter de Milão, além do Milan, onde foi campeão italiano em 1999.
-Diz a boca pequena que o técnico da LDU, Jorge Fossati, é outro nome na lista palmeirense.
-Ano passado o ex melhor goleiro do mundo e agora técnico, o também italiano Walter Zenga, disse que gostaria de treinar o Palmeiras um dia.
-Voltando ao solo brazuca. Hoje o interino Jorginho tem seu teste de fogo, contra o Flamengo, no Maracanã.
-Em caso de vitória palmeirense, ficará complicado não efetivá-lo como técnico da equipe.
14 de jul. de 2009
Do blog do Flávio Gomes - Nelsinho Corre na Hungria.
O título da coluna não diz bem o quanto é bom o texto da coluna de hoje do torcedor da Lusa e especialista em esportes automotivos, Flávio Gomes.
É uma bela espinafrada na nossa caríssima Rede Globo. A mesma que prioriza jogos adiados da 1ª metade do BR09 (que a própria adiou) e que quase ignora a grande decisão do ano no futebol brasileiro, a final da Libertadores.
Segue:
SÃO PAULO (o mundo dá voltas) - Nelsinho Piquet acaba de anunciar (neste caso, o verbo cabe) em sua página no Twitter que correr na Hungria. E o fez mandando um recado (de novo bem-humorado) a Galvão Bueno, que “anunciou” sua saída ontem à noite na TV.
Valem algumas reflexões.
Não estou aqui, ao contrário do que muita gente vai imaginar, “comemorando” a “barriga” — jargão jornalístico para informações que acabam não se confirmando. Galvão tinha a informação ontem e deu, assim como nós, do Grande Prêmio, já havíamos informado sobre a cláusula de performance de Nelsinho meses atrás.
São duas as questões neste episódio. Primeiro, a performance de Nelsinho como piloto de F-1. Sua permanência na Hungria não faz com que eu mude uma vírgula sobre o que escrevi dois posts abaixo.
Acho que uma substituição seria plenamente justificada, tecnicamente. Se o time vai lhe dar mais uma chance, ótimo para ele. Quem sabe dá uma virada e, com um carro igual ao de Alonso (que mostrou em Nürburgring ser melhorzinho, já que o espanhol fez a melhor volta da prova), consiga algo. Pode ser que o episódio todo do sai-não-sai também mexa com sua cabeça, se concentre mais, sei lá. Acho improvável, mas é a chance que ele tem, que agarre.
A outra questão é a jornalística. Reproduzo abaixo resposta que dei ao blogueiro Rafael Chinini sobre o post do início da madrugada de hoje, a história do “anúncio do Galvão”:
"Realmente é difícil se fazer entender por aqui. Não esculachei notícia nenhuma, é notícia velha. A discussão é sobre o caráter oficial que as coisas ganham quando é a Globo (no caso, SporTV) que dá. Vira “anúncio”, como no caso da gravidez da esposa de Massa. Aí recebo dezenas de e-mails pedindo para comentar “o anúncio do Galvão”… A Globo, na sua linha ufano-nacionalista, não toca no assunto até que ele seja consumado, porque é contra a linha editorial da empresa fazer qualquer crítica aos atletas brasileiros em qualquer modalidade. Eles não erram, são suas equipes; eles não são lentos, são seus carros. A Globo criticou a preparação da seleção para a Copa de 2006? Não, tratou tudo como um show de estrelas, “suas” estrelas. Até o time ser eliminado de forma bisonha. Aí, quando acontece, parece que foi ela a única a ter a informação, e não é verdade. É só isso. Não estou preocupado com a paternidade da notícia. Isso é bobagem. Galvão, ontem, deu a notícia e emendou: “É cedo, não?”. Não, não é cedo. A honestidade jornalística exige que se diga: é justo. Porque o seu desempenho foi ruim etc e tal. Vocês estão achando que estou puto porque o Galvão deu um furo. Estou há muito tempo nisso aqui para não me preocupar com furos. No jornalismo de hoje, com tantos meios para se informar, há poucos furos".
Não sei se preciso dizer mais alguma coisa. A maioria entendeu meu comentário sobre o “anúncio” de ontem como um ataque pessoal ao Galvão Bueno. Não foi. A informação do Galvão, provavelmente, era boa. Tão boa quando a da cláusula de performance que a Globo sempre ignorou. De ontem para hoje, é provável que a demissão tenha sido revertida em conversas entre Nelson-pai e Briatore. Acho que o chefe foi convencido de que Nelsinho poderia argumentar em eventuais tribunais que sem equipamento igual, a cláusula perderia a validade. E voltou atrás numa decisão que já tinha tomado.
Não vou achar o jornalismo esportivo da Globo melhor ou pior porque a informação do Galvão não se confirmou. Considero-o ruim, independentemente do que aconteceu entre ontem e hoje. Porque é baseado numa linha com a qual não concordo, de levantar a bola de tudo e de todos ao sabor de seus interesses, porque é incapaz de dizer que um jogo é ruim, ou que um piloto brasileiro é fraco, ou que uma seleção está se preparando mal, ou que a uma delegação olímpica é exagerada, ou que o Nuzman é uma droga de dirigente, é um pseudojornalismo que que vende emoções baratas, e não informações caras.
Não critica, faz oba-oba; afirma que o Brasil é uma potência olímpica, e não é; defende os Jogos no Rio e não discute sua necessidade; fechará os olhos para a roubalheira que vem por aí na Copa/2014, porque o evento é dela; estimula a promiscuidade nas relações entre jornalistas e fontes, são todos amiguinhos e o mundo é cor-de-rosa.
O mundo, infelizmente, não é cor-de-rosa.
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FONTE: http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/2009/07/14/nelsinho-corre-na-hungria/
La Mano de Dios - A novela dos técnicos
A novela dos técnicos
Depois de tanta especulação e de tantas demissões de "técnicos de ponta" nas últimas semanas, vale a pena brincar de Dias Gomes e tentar garantir um final feliz para todos esses professores da bola que estão no mercado.
Acompanhe comigo, caro leitor:
Depois de um longo período de flertes marotos e piscadelas disfarçadas, Muricy volta aos carinhosos braços do Internacional, de onde saiu deixando saudades. Tite tem sua situação resolvida por uma oferta tentadora das arábias (eu sei que é clichê uma personagem sair de cena indo para o exterior, mas não dá para evitar todos os clichês). Sai com o bolso cheio, mas com a sensação de que foi o marido corno da história.
Parreira, como é muito bem relacionado, acaba no Palmeiras, apresentado pelo papai Traffic. A relação é engolida pelo resto dos familiares.
Luxa volta para onde devia ter ficado desde o começo, onde é amigo do rei e querido pela família: o Santos. A torcida, aquela molecada ranhenta, vai continuar enchendo as paciências do professor, mas papai Teixeira garante o relacionamento.
Vagner Mancini acaba no Fluminense, no típico final "pipoqueiro que fica com a feinha que sobrou". A feinha não pode escolher muito, e Mancini está queimado...
Um final feliz para todo mundo. Estando bom para todas as partes, Fábio B.A., Ferozes Futebol Clube. E aí, será que a Globo compra minha novela?
Ao som de Kode 9 & Spaceape - Memories of the Future. Pesaaaaaaaado...


