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11 de nov. de 2010

CHAZINHO DE COCA - INSIGHTS ALVIVERDES E O PALMEIRAS NA SEMIFINAL DA SULAMERICANA




Texto: João Paulo Tozo
Imagem: Tom Dib (p/ o Lancenet)

Lembro-me que na infância o meu grande sonho era ser uma daquelas crianças que entram com os jogadores do Palmeiras antes do início das partidas. Nunca cheguei nem perto disso.

Fui ter meus primeiros contatos com ídolos alviverdes depois de “velho”, devido, sobretudo, as minhas atividades junto ao Ferozes FC. Ademir da Guia, Dudu, Cesar Maluco. Gênio e Craques bandeiras da instituição, da nação. Momentos de raríssima felicidade. Mas “ultrajados” pela maturidade da idade. Deixar a “furtiva lacrima” escorrer diante do ídolo é aceitável para um trintão. Mas puxá-lo pelo braço e implorar para que ele demande toda sua atenção somente a você, não. Isso é aceitável somente se você for uma criança. Há 2 décadas deixei de ser. Perdi a chance, deixei o bonde passar. Posso, em algum tempo, com a minha futura prole, permitir que sintam o que eu não senti. Certamente o farei.

Como a molecada de ontem. Como um deles em especial. Não sei seu nome. Não sei quem ele é. Não sei nem porque eu estava atento ao seu clamor por atenção. Agarrado ao braço de Tinga, que apesar de ter condições de tornar-se ídolo, não é ainda um personagem histórico do Palmeiras. Mas ali, naquele momento, para aquele garoto, Tinga era Divino. Nunca será o Divino. Mas foi para o garoto. Na realidade Tinga era “apenas” o portador de uma paixão alheia. Da paixão do garoto. E o garoto era o que eu sempre quis ser quando criança. Ainda sozinho, sentado na mesa do L´osteria Palestra Italia, tomando a primeira de tantas cervejas que me fizeram companhia. Inflamei meu orgulho de pertencer a essa estirpe. De ficar feliz pelo meu próximo. Minha noite estava ganha. Meu palestrinidade estava enorme. Mais um dos meus tantos insights esmeraldinos.

A noite foi de festa. A classificação já estava bem encaminhada. O Palmeiras completo. O Pacaembu repleto.

A triste constatação de que o craque Valdívia tem certamente algo além de uma mera fibrose preocupa. Não por ontem. Pelo que está por vir. Ele é o diferente do time. É dele que se espera a jogada improvável, o fator decisivo no momento de dificuldade.

Contra Goiás ou provavelmente Avaí - ambos os times próximos de deixar de pertencer a elite – talvez Valdívia possa ser substituído por Lincoln que, em conjunto com Marcos Assunção, gera um eficiente nível de qualidade no setor de criação do time. Vide a partida de ontem, diante do bom mistão do Galo. A belíssima jogada do segundo gol, marcado pelo esforçado Luan, foi articulada por Lincoln.

Mas Lincoln é inconstante. A atuação destacada de ontem é conflitante com as anteriores, onde esteve mal. Bom de bola ele é. Mas não é Valdívia. E em uma provável final contra LDU ou Independiente (ou Tolima) é do Valdívia que o time irá precisar. Quem sabe, ao lado de Lincoln. Quem sabe, com Assunção metendo bolas na gaveta em cobranças de falta como as oito anteriores. Como ontem e seu 1º gol olímpico na carreira.

Contando com o ótimo setor defensivo dos bons Maurício Ramos e Fabrício, do excelente Danilo e do sensacional Deola, legítima cria da melhor escola de goleiros do planeta bola . Um setor que quase não é vencido. Que dificilmente leva mais que um gol. Que é o 2º melhor índice do BR10.

Felipão, “o cara” das decisões, “o cara” dos mata-matas, tem em mãos um time qualificado para levantar a 1ª Taça Internacional do Palmeiras desde a Libertadores de 1999. A sonhada Libertadores, que pode e deve chegar através da revitalizada Sulamericana. Assim como em 1998, quando juntos, Palmeiras e Felipão ergueram a Mercosul e pavimentaram o caminho rumo ao título da Libertadores seguinte.

Pode o clube repetir o feito agora. Mas a trajetória começa em 2010, com a Sulamericana e necessariamente passa pela presença e pelos pés habilidosos de Valdívia, o “diferente”.

E ele é tão diferente que até canta o hino do Brasil. Mano Menezes deve se coçar para não convocá-lo (risos).
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Despeço-me dos camaradas que me acompanham ao som de um petardo do Oasis. Uma releitura do clássico dos Beatles: Oasis – I am The Walrus:

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Cheers

8 de out. de 2010

CHAZINHO DE COCA - PALMEIRAS ATROPELA O AVAÍ E PINTA DE VERDE OS RETROVISORES ALHEIOS.




Texto: João Paulo Tozo

Imagem: Tom Dib (p/ o lancenet)


O Palmeiras vinha de 4 jogos de invencibilidade, obtendo três vitórias e um empate, este fora de casa, no clássico contra o Santos.

Fora de casa também vinham acontecendo os melhores resultados do time. Alguém se lembra da última derrota do Verdão fora de seus domínios? Pois eu refresco a memória do amigo feroz – Foi contra o Avaí, na estréia – em campo - de Felipão no Palmeiras – 4X2 para os donos da casa e uma boa atuação de Rivaldo, que lhe credenciou a vir vestir a camisa do Palmeiras.

Ou seja, meu camarada, o Palmeiras está a um turno inteiro sem perder como visitante. Uma campanha digna do que? De campeão. Sim. E que não me venham com cara feia, pois isso nada mais é do que uma reação de seu organismo a necessidade de ingerir alimentos. Grato.

O que fazia com que o time permanecesse na 2ª metade da tabela de classificação?

“Sapo enterrado”, “A bruxa do 71”, “zica corintiana – os caras ficam agourando nosso time, pô”

Chegaram a dizer que Felipão estava ultrapassado. Que Valdívia não vale o investimento. Ih, rapaz, cada absurdo.

Um time de futebol não se faz do dia para a noite. Nenhum comandante consegue dar liga às suas peças num passe de mágicas. Mais ainda quando elas chegam a prazo. Mas uma hora, vira.

Se quatro eram os jogos de invencibilidade. Quatro eram também o tanto de partidas sem vitória no Pacaembu. Eram...

Felipão vem acertando o time de trás para frente. E faz certo. O sistema defensivo do Verdão vem há tempos sofrendo poucos gols. O apagão aéreo de outrora já não atormenta mais.

O acerto no meio campo levou tempo. Mas na mesma medida em que o futebol de Valdívia cresce, o rendimento do time também salta em qualidade. Ainda que com três volantes – não é o esquema que nos enche os olhos, mas para um time que ainda padece de acerto, funciona bem.

Se pouco sofria gols, os mesmos não eram depositados na conta do ataque. Kleber, isolado taticamente (e tecnicamente), recebia só tijolos para arredondar. Isso antes de Valdívia entrar efetivamente no time.

Os 4X1 aplicados ontem contra o Avaí sugerem um jogo fácil. Não no 1º tempo, onde o Avaí teve as melhores chances de gol, sendo atraído ao ataque pelo exageradamente defensivo esquema armado – ou aplicado – na 1ª etapa.

Rivaldo, o mesmo que fez bonito – pelo Avaí - na última derrota Verde fora de casa, não pode ser titular de um time que pode contar com Lincoln. Talvez seja minha única ressalva as escolhas de Felipão.

Mas se não deu no coletivo, deu no individual. Deu no diferencial. O Avaí não o tem. O Palmeiras sim. Tem o chileno Valdívia, que achou um gol de cabeça, de costas, com seu metro e meio de altura, em meio a 417 beques catarinenses.

O primeiro gol do Mago em seu retorno ao time. Era só o começo.

O gol aumentou o ritmo do time, mas curiosamente foi nesse período que o Avaí chegou a seu gol – em impedimento – lance difícil, mas “apitável” – difícil, como todo bandeirinha e arbitro deve saber antes de escolher a profissão - e é só para isso que eles lá estão, mas ainda assim erram em demasia.

E então veio a 2ª etapa e com ela o diferencial predominou, arrebentou com o jogo.

Quando Valdívia chegou ao Palmeiras, em 2006, sua maior deficiência era o arremate a gol. Parece que os anos lhe endireitaram o pé.

Logo aos 4 minutos ele dominou na intermediária, cortou fácil o zagueiro e emendou um petardo, no ângulo esquerdo do Avaí. Um golaço! Arrisco-me a dizer que o mais bonito de seus 26 gols pelo Palmeiras.

Na sequencia outro lance polêmico. Esse um lance nada “apitável”.

Rivaldo entrou na área, cortou pela direita e caiu – sozinho – não foi pênalti. Ou foi o tipo de pênalti que só a juizada brasileira apita.

Se foi compensatório ou não, pouco sei. O que sei é que Kleber cobrou displicentemente e errou – “Ótimo! Grande goleiro! cheio de méritos!

Se esse era o lance para fazer o Avaí ressurgir, o tal do Zé Carlos tratou de afundar o Titanic catarinense ainda mais.

Após a defesa, o figura foi até Kleber e o agrediu. Sem maiores motivos, sem nenhum tipo de explicação. Uma situação patética. Mais ainda por ter o Avaí em seu banco de reservas o ótimo goleiro Renan, que já foi inclusive convocado para a seleção do Mano.

Patacoadas à parte, o juiz acertou uma - Aleluia! - expulsou o fanfarrão e anotou nova penalidade. Dessa vez Kleber não deu vacilo e marcou.

Em uma noite onde tudo deu certo, até Gabriel Silva arriscou seu petardo de fora da área e marcou outro golaço na noite estrelada do Palmeiras.

O Avaí que venceu no 1º turno por 4X2, tomou o revés no 2º por 4X1. Fosse mata-mata e o Verdão estaria classificado (#sulamericanafeelings).

Sulamericana que continua sendo o canal ideal para o Palmeiras chegar a Libertadores do ano que vem.

A.I.N.D.A que o crescimento do time no BR10 salte aos olhos de qualquer um.

Acabou a zica do Pacaembu e o que resta são as 5 partidas de invencibilidade, sendo quatro delas vitórias. Resta analisar que com 42 pontos ganhos, restam ainda 30 em disputa e 10 de diferença para o líder do campeonato.

Aliás, líder e vice-líder que vem tropeçando tudo o que podem e estacionaram em suas pontuações.

Ainda que o discurso de Felipão seja o de ter os pés no chão, no que ele está coberto de razão, a subida do Palmeiras já começa a esverdear o retrovisor do pessoal da frente.

Barbas de molho? Sinal vermelho aceso?

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Por falar em sinal vermelho, o feroz que nos acompanha também deve vir acompanhado de bom gosto musical, creio eu. Então vou deixá-los na Cia agradabilíssima de Siouxsie & The Banshees com a minha predileta deles: Red Light:


CONVITE: Acesse a rádio web da Universidade Cidade de São Paulo e ouça o podcast do Programa Ferozes Futebol Clube. A 24ª edição, que rolou na última segunda-feira, já está disponível. Eu e meus comparsas comentamos a rodada do final de semana ao som de muita boa música. Lembrando que o Programa vai ao ar toda segunda-feira, às 20:00, AO VIVO. Acompanhe pelo link:
http://comunicacidade.unicid.br/radiotape_ferozes.htm

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Cheers,

27 de jul. de 2010

Chazinho de Coca - O Valdivia voltou. Que os bons fiquem. Que os bons voltem.


“Parem as máquinas!”

Já diria o famoso apresentador e comentarista esportivo. O motivo é nobre, o motivo é válido, inclusive para o detentor da frase citada.

O Mago Valdívia voltou para o Palmeiras.

Aqui no Ferozes FC eu tento emitir minhas opiniões sempre no limite entre a isenção e a paixão. Uma questão não atrapalha a outra, mas caminham juntas.

Desde a lamentável saída do chileno em 2008 - muito em razão do antigo treinador, o mesmo que depois foi mandado embora do clube e que recentemente tentou melar a negociação entre Palmeiras e Valdivia – grande parte da imprensa especializada e os teóricos de mesa de boteco refutam e criticam a forma com que o camisa 10 foi vendido em 2008. “O valor não era grandes coisas”, “Perder um jogador como esse para um mercado tão irrisório?”.

Ou seja, perder Valdívia foi um péssimo negócio para o Palmeiras, concluíram os fantásticos detentores da razão no esporte. Então porque raios trazê-lo de volta agora passa a ser discutível?

A simples ânsia pela polêmica é o que motiva tão antagônicas análises sobre o mesmo assunto? Ou é o caso de ele ter escolhido o clube “errado”?

Ahhh, como não!

Não é mania de perseguição. Eu percebo essa diferença de boa vontade de parte da imprensa em relação a determinados clubes há tempos, mas nem por isso me apego a isso para usar o FFC como um canal de desabafo. Isso eu faço na mesa do bar.
Mas dessa vez a coisa ganhou alguns contornos bastante contraditórios. A verdade é que Valdívia é um baita de um jogador. Joga em qualquer time brasileiro. EM QUALQUER UM! Só que ele veio para o Palmeiras.

Então é justo que o amigo torcedor alviverde comemore sim. É a sua manifestação colocando os termos “Mago Valdivia” e Valdivia Voltou” entre os 10 assuntos mais comentados no mundo pelo twitter, é derrubando o site do Palmeiras com o tremendo número de acessos e aguardando a volta do bom futebol do chileno, que a “isenta” análise desses “cientistas da bola” virarão palavras ao vento.

“Quase 6 milhões de Euros por um jogador de 26 anos?”

E daí? Ainda bem que estão trazendo e não vendendo. Depois os mesmos vêm querer reclamar que os bons estão lá fora? Daí não vale mais, negão.

Time de futebol não é banco. Time de futebol precisa conquistar vitórias e títulos. Esses sim, acontecendo, irão render os lucros necessários para que o clube, seja ele qual for, possa montar bons elencos.

“O Valdívia não tem mercado no Manchester, no Barcelona, na Inter”.

Mas tem mercado no Palmeiras, tem mercado no Brasil. Tem mercado onde quer que seja necessário um meia de habilidade e precisão. Essa mania de achar que o que é bom tem de estar na Inglaterra, na Italia ou na Espanha é uma conversinha tacanha e retrograda.

Que os bons fiquem. Que os bons voltem.

Valdívia:



Cheers,

10 de jun. de 2010

Chazinho de Coca - Belluzo volta a dizer: "Queremos ser campeões".

Texto: João Paulo Tozo
Foto: Tom Dib (Para o Lancenet!)

Em 2009, Luiz Gonzaga Belluzzo promoveu o dia do “FICO”, quando bancou as permanências de Diego Souza, Cleiton Xavier e Pierre, ainda que esses tivessem propostas para sair.

Contratou Muricy Ramalho, o grande técnico em atividade no país.

E para fechar repatriou um ex-ídolo do time, Vagner Love.

Com essas medidas o presidente do Palmeiras deixou o recado: “Nós queremos ser campeões”.

Alguém naquele momento teria feito o contrário? Em sã consciência não.

O final da história é triste para o palmeirense. Afinal o time despencou na reta final do BR09.




Errou então Belluzzo em suas contratações? Longe disso. Belluzzo errou ao não saber lidar com as crises internas, como na briga entre Obina e Mauricio. Como na crise entre torcida e Love. Dentre outras.

2010 começou sombrio para o Verdão. Fora da Libertadores, logo com caixa enfraquecido. Além da crise técnica de seus principais nomes.

Mais uma vez Belluzzo e a diretora verde mostraram falta de tato na condução das crises.

Mandou embora Muricy Ramalho, que se não conseguia emplacar seu trabalho, em contrapartida contava com um elenco limitado em mãos e não tinha seus pedidos de contratações aceitos. Muricy tinha também a simpatia da torcida.

Depois dispensou Robert, único centroavante do time naquele momento (até o presente momento também. Artilheiro do time no ano). Que se não era muita coisa, ainda era a única.

Afastou Diego Souza, que não vinha em bom momento desde sua convocação para a seleção em 2009, mas ainda assim era o único no time com capacidade para desequilibrar uma partida.

Isso sem falar na estranha dispensa de Antônio Carlos.

Este um ponto culminante para que Belluzzo voltasse a pensar grande.

Convenhamos, com o time na situação em que estava, falar em ser campeão era piada.

Com a queda de Antônio Carlos, um nome passou a ser cantado nos corredores do Palestra Italia – Luis Felipe Scolari.

Felipão seja talvez o único nome capaz de reunir em torno de si as peças que andam tão afastadas no Palmeiras: elenco, direção e torcida.

Com Felipão a torcida terá paciência. A diretoria terá mais tranqüilidade para conduzir seu trabalho e o elenco estará mais blindado. Nesse cenário Felipão poderá trabalhar a sua maneira e emplacar a sua forma de jogo. Como em 1997, quando chegou para fazer a sua vitoriosa trajetória no Palestra Italia. Naquele ano o Palmeiras não foi campeão, mas Felipão formou a base do time que ganharia a América em 1999, tendo antes vencido a Copa do Brasil e a Mercosul, ambos em 1998.

Quer dizer que o Palmeiras não irá briga pelos títulos do 2º semestre de 2010?

Não. Mas é necessário contratar mais. Mais e melhor.

Ontem o Verdão apresentou Kleber Gladiador. Tipo da contratação que não apenas enriquece tecnicamente o elenco, mas que fecha uma das tantas feridas abertas no coração palestrino.

Kleber tem a cara do Palmeiras. Do último momento vencedor do time. A paixão que ele diz ter é de fato demonstrada em campo. Isso a torcida valoriza, muitas vezes até mais do que grandes exibições. E em Kleber ela sabe que as duas possibilidades se encontram.

Trazer Kleber é o começo de uma retomada. Uma retomada que não pode passar apenas pela sua chegada, mas que tem nele seu início. A retomada passa também por Valdívia e Felipão.

A possibilidade da chegada de ambos é muito grande. Como grande ficará a possibilidade do time alviverde brigar por coisas maiores ainda em 2010. Não somente deles, mas principalmente desses três.

Com essas novas investidas, além de brigar por um patrocínio mais rico para o clube, batendo de frente com a poderosa Samsung, Belluzzo volta a dizer “Nós queremos ser campeões”.

Queremos, todos. Mas sabemos que não só de contratações de peso se forma um time campeão.

Não vou cornetar um ou outro. Mas Belluzzo terá de reavaliar sua forma de conduzir as crises para não repetir os erros do ano passado, que infelizmente acabaram por diminuir seus feitos na formação do time.