Mostrando postagens com marcador Vagner Love. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vagner Love. Mostrar todas as postagens

4 de fev. de 2010

Chazinho de Coca - Adriano e V.Love - as Joanas da casa do Pet.

No último domingo nós tivemos o privilégio de acompanhar a um enorme Fla-Flu, com direito a 8 gols e a uma virada sensacional do Flamengo. Dificilmente este deixará de ser o jogo do ano, e nós ainda estamos em fevereiro.

Ao final da partida veio a tona o disparate causado pelo craque Petkovic, que não aceitou ser substituído, depois brigou com Marcos Braz e abandonou o estádio antes mesmo do final da partida.

Pet errou feio, primeiro por não ser solidário ao grupo num momento em que o time ainda perdia para o rival histórico. Segundo que ele não respeitou a hierarquia. E em terceiro porque ele colocou o clube em vias de receber punição, pois poderia ele Pet ser escalado para o exame antidoping, ao qual ele não poderia participar pois já havia abandonado o estádio.

Errou Pet? Errou e feio. Marcos Braz agiu bem ao buscar puni-lo? Agiu. No papel de torcedor, ele deve idolatria Pet. No papel de dirigente, não. Quem deve algo a quem aí é o jogador ao dirigente. Marcos Braz não quis abrir precedente para uma possível instauração de “Mãe Joanice” no clube. Depois Patrícia Amorim colocou panos quentes e, para o bem do clube, principalmente do clube – por questões técnicas e principalmente financeiras – Pet foi reintegrado ao elenco e tudo segue em “paz” no reino do campeão brasileiro. Mas será que segue mesmo?

A boca pequena diz que a bronca de Pet é, na verdade, relacionada aos desfrutes concedidos a Adriano e, oras bolas, a Vagner Love – somente aos dois.

Ontem Marcos Braz veio a público e, na maior das caras lavadas, assumiu que ambos possuem mesmo mordomias, chamadas por Braz de “tratamento especial”.

Pergunto ao intrépido feroz que lê essa patacoada. O que Adriano e, principalmente Vagner Love, representam para o Flamengo em comparação a Petkovic?

“Ahhh, o Adriano foi formado no clube”.

Certo, no caso de Adriano, com muito esforço e boa vontade, pode se achar “válidas” as mordomias. Mas e Love?

“Mimimi...o Love sempre disse ser flamenguista desde criancinha”

Mas já beijou o escudo do Palmeiras e nunca teve uma virgula de sua carreira dedicada ao Mengão. Fora que tecnicamente não faz por merecer tratamento especial faz tempo.

E Pet? É exagero colocá-lo como um dos maiores ídolos da história, ou pelo menos da história moderna, do clube?

Sua história junto ao rubro-negro guarda as de Adriano e Love no bolso, sem esforços.

“Então o certo é dar privilégios a ele também”

O certo é cada jogador receber aquilo que lhe é justo e a partir daí, junto de todo o grupo, cumprir as obrigações que todo trabalhador precisa cumprir. Churrasquinho na laje não esta entre elas.

Mas se é para ser a casa da mãe Joana, que então a Dona Joana seja aquela que verdadeiramente sempre se dedicou a casa, sempre empenhou-se a ela, que já é a dona do pedaço há muito mais tempo.

No papel de Joana, Pet está há anos luz a frente de Adriano. De Love então...

--------------------------

E para alegrar mais uma manhã caótica na megalópole, despeço-me da rica (em saúde, em alegria e paciência) ferocidade que nos acompanha com o agradável clássico do Bolshoi – Sunday Morning

Cheers,

15 de jan. de 2010

Chazinho de Coca - Vagner, de "Love" a "Hate".

“Vagner Love, artilheiro do amor” – alcunha ganha após episódio amoroso que teve como figura principal o até então, Vagner. Molecote promissor dos juniores do Palmeiras.

Transformado em Love, Vagner logo se tornou sério candidato a ídolo de um clube gigantesco que vivia as amarguras da série B.

Foi fator decisivo da retomada da dignidade desse clube em seu retorno a elite. Uma vez lá, passou a brigar pelas artilharias dos campeonatos. Entretanto, seu sucesso gerou a cobiça de clubes do exterior.

Um senhor com nenhum trato para administrar um clube como o Palmeiras era o presidente da época e negociou Love com o 1º que apareceu - nesse caso, um clube russo - por meros trocados em notas de dólar – 8 milhões dessas notas, melhor dizendo.

Lá Love virou ídolo. Conquistou títulos locais e uma Copa da Uefa, o maior título da história dos russos.

Entre idas e vindas, mancadas feitas e perdões recebidos, Love voltou ao Palmeiras. A transação feita pela atual diretoria verde foi motivo de louvores de todas as partes. A contratação de Love era uma espécie de carimbo de “sim, queremos ser campeões”.

Mas para realizar a aquisição, o Palmeiras precisou abrir mão dos 10% que teria direito no caso de uma futura venda de Love para outro clube.

Bancou para Love um salário acima de qualquer padrão brasileiro. Ao contrário de Ronaldo, Love não tem grife para se “auto bancar” com reversão midiática. Logo a grana veio do bolso verde.

O valor extrapolava o teto do clube, que tinha como base o salário do maior ídolo do clube, o goleiro Marcos.

Love chegou, jogou, mas o time desandou justamente após a sua entrada. Diz a boca pequena que o elenco rachou devido ao alto valor de seu salário.

O carimbo de “sim, queremos ser campeões” passou a ser “sim, deixamos o título escapar por entre os dedos”.

Após a infeliz agressão que Love recebeu de “torcedores”, após a também infeliz forçada de barra do artilheiro do amor para sair do clube que tanto se esforçou, tanto se endividou para repatriá-lo, Love, enfim, conseguiu sua liberação. Vai distribuir seu “amor” no clube que, segundo o próprio, é o seu amor desde criancinha, desde que era só Vagner.

Para liberar Vagner, o Palmeiras acordou com ele a redução de uma dívida que gira em torno de 1,5 milhão de dólares, entre 13º e direitos de imagem – “Santa ironia, Batman” – depois de tudo, quem deve ainda é o clube.

A trajetória de Love no Palmeiras, no final das contas, foi de prejuízo para o clube. Prejuízo financeiro, prejuízo técnico, prejuízo histórico.

Sua trajetória no clube que o revelou chegou ao fim. Ao invés de marcar uma passagem vitoriosa, ficou a marca da ingratidão.

28 de dez. de 2009

Chazinho de Coca - A cara de pau do "Amor"

É realmente uma pena ter de escrever, o que provavelmente seja a última coluna do ano no Ferozes, sobre um assunto tão baixo quanto essa novela “Vagner Love”.

Jogador que quando ainda era apenas Vagner, já demonstrava na Copa São Paulo de Juniores, condições de ser um grande goleador. Mérito próprio, mas que só pode ser mostrado ao mundo pelas condições oferecidas pelo clube que o revelou, o Palmeiras.

Tornou-se Love após cometer o 1º de seus vacilos com o clube. Termo brando, termo suave, que foi apenas incorporado a sua nomenclatura e que ajudou ainda mais na exposição de seu futebol.

Foi importantíssimo na campanha redentora do time na 2ª divisão. Fez belo Paulistão no retorno do clube a elite. Já brigava pela artilharia do BR04 e já era o novo ídolo da torcida, quando foi pessimamente vendido para o CSKA pelo posseiro que mandava no Palmeiras na época, por trocadinhos em dólares.

Depois disso veio o capítulo de sua negociação com o arqui-rival Corinthians, em uma das maiores patacoadas já vista no futebol. Nem Love e nem o Corinthians haviam assinado nada e o jogador já falava como nova contratação do clube. O CSKA bateu o pé e as camisas de Love no Corinthians encalharam.

A essa altura o amor entre jogador e torcida palmeirense já estava indo para o limbo e em um jogo festivo, no Palestra Itália, Vagner Love foi mais vaiado pela torcida do que o eterno xodó da Fiel, o craque Neto, que também participou da peleja.

Anos depois, o Palmeiras resolveu fazer um grande investimento e bancar o retorno do jogador. Um investimento alto não apenas financeiramente, mas também pela alta periculosidade ao oferecer a ele, salário maior que de todos os outros jogadores do elenco. Um erro da diretoria? Hoje pode parecer que sim. Na época parecia um acerto do tamanho do mundo.

Love estava de volta ao clube que o lançou, que o projetou. A torcida, até então reticente, resolveu jogar junto do jogador e festejou seu retorno. Era um novo perdão e Love, fosse um homem honrado, não deveria desperdiçá-lo novamente.

Teve trajetória pífia e foi preponderante na queda vertiginosa que o time teve na reta final do BR09 que já era pintado em cores alviverdes.

Espera-se de um grande jogador que naufraga em uma temporada, uma tentativa de volta por cima na próxima. Ajudando o seu time a emergir, a retomar seu caminho de vitórias.

Mas agora ele entrega o seu amor ao clube que o próprio diz ser o seu de coração, de infância. O problema é que ele não veio para ser negociado. Veio para resolver, para decidir. Não fez nada disso e agora vive mais uma patética novela na qual tem todo o perfil de vilão.

Diz não se sentir seguro em São Paulo, depois da infeliz ação de alguns membros de torcida organizada. Mas se continuar não jogando nada, sua segurança também estará em risco no Rio de Janeiro. Lá ele também vai pedir segurança particular ao Flamengo?

Segurança o clube deve dar aos seus jogadores, mas dentro de suas instalações ou quando estiverem representando o clube, onde quer que seja. Fora isso, a segurança deve ser de responsabilidade do serviço público ou então o jogador, que ganha muitíssimo bem, que arque com o custo. A justificativa de Love não cabe.

Love disse ontem, em jogo festivo no Maracanã, que quer disputar a Libertadores, onde “infelizmente” (palavras do próprio) o Palmeiras não conseguiu estar.

É o cúmulo da cara de pau, da falta de companheirismo (para não dizer outra coisa) de um profissional, que afundou junto de um elenco de jogadores e que agora os abandona, para seguir com um outro grupo de pessoas que obtiveram o êxito que ele foi incapaz de ajudar a buscar.

Passa a não ser apenas injusto com os jogadores palmeirenses, mas com os que ajudaram o Flamengo a conseguir a vaga e que agora terão de brigar pela titularidade com a “grife” de Vagner Love.

6 de set. de 2009

Chazinho de Coca - Muito Love no Palestra Itália.

Baseado nos números levantados pelo Mauro Beting em seu blog, o Palmeiras finalizou 8 vezes contra 11 do Barueri.

Sobretudo pelo que criou no 1º tempo, os visitantes poderiam sair com a vitória, tranquilamente. Principalmente pelo que não criou na 1ª etapa, o 0X0 nos 1º´s 45 minutos foram como vitória para os donos da casa.

Diego Souza, Cleiton Xavier, Edmilson e Souza estiveram abaixo do que costumam render e Pierre fez e vai fazer muita falta ao time. Por outro lado, Vagner Love parecia estar no time há 5 anos e não fazendo sua reestréia depois de todo esse tempo. Chamou a responsabilidade, buscou jogo quando a bola não chegava até seus pés. Mostrou muita vontade, tanto que exagerou em uma chegada logo no começo e recebeu justo cartão amarelo.

Na 2ª etapa, Muricy recuou Edmilson e o time passou a não ser mais tão agredido. Diego Souza abriu o placar com gol de peixinho, após mais uma assistência de Cleiton Xavier. E Vagner encheu o estádio de amor, após converter pênalti sofrido por Obina. Pênalti no mínimo duvidoso.


Uma boa reestréia do camisa 9, num jogo onde o resto do time não foi tão bem, mas que fez o suficiente para vencer mais uma e se segurar na liderança do BR09.

Ferocidades via twitter:

-O @pvcespn defende a titularidade do Elano por ser líder de assistências em suas participações na seleção. R.Gaúcho é o 2º. (Continua)

-Acho que são números. Não acho que o Elano tenha bola pra ser da seleção. @pvcespn

-Assim como o R.Gaucho não mostra bola nem pra ser 100% titular do capenga Milan. R.Gaucho que hoje está mais pra churrasqueiro. @pvcespn

Ao longo da transmissão do jogo da seleção da CBF contra a Argentina:

-Galvão acaba de dizer que BrasilXArgentina é o maior clássico do mundo.

-Ele próprio já narrou PalXCor, FlaXFlu históricos.Não mensurar isso, trata-se de uma cegueira futebolistica.

-Luis Fabiano tá jogando muito. Quem chora por Adriano e Ronaldo na seleção, mostra que além de feroz pacas, sabe nada de futebol.