
Não importa se é Lucas ou Marcelinho, o que realmente importa é que no clássico Choque Rei, Lucas desequilibrou, apanhou e marcou 1 gol contra o Palmeiras na tarde de ontem no Pacaembu.
Alex Silva de volta ao time mostrou que faz a diferença no comando da defesa junto com Rogério Ceni, gritando a todo instante com o time para não perderem a concentração, ele anulou o ataque palmeirense.
Baresi escalou bem o time no 3-5-2 com Ilsinho no lugar de Dagoberto, mas ainda no primeiro tempo Ilsinho foi substituído após contusão por Zé Vitor.
O primeiro tempo foi fraco para ambas as equipes com poucos chutes a gol, muitos passes errados e os 2 times muito nervosos com a partida. Já no segundo tempo as coisas esquentaram. Aos onze minutos de jogo Lucas marcou o primeiro do São Paulo em um lance isolado, trazendo assim o Palmeiras para frente, pressionando e obrigando Rogério Ceni a praticar boas defesas.
Mas não tinha como, o dia era dele, a tarde iluminada de domingo pertencia a um rapaz, Lucas, que depois de fazer o gol ainda teve ótimos lances, chegando à lateral e driblando dois zagueiros do Palmeiras como ele bem quis. Em outro lance o garoto quase fez um gol de placa, recebeu a bola na entrada da área, deu um chapéu em Marcos Assunção e correu para pegar a bola na frente, mas Deola se antecipou e foi dos pés dele que saiu o segundo gol do tricolor em um contra-ataque rápido, o time tricolor avançou com Lucas que esperou Fernandão se posicionar entre os zagueiros e lançou por cobertura para o atacante concluir.
Depois tivemos algumas mudanças no Palmeiras, mas sem muita efetividade.
Com essa vitória o São Paulo quebrou um tabu de 13 anos sem ganhar do Palmeiras no Pacaembu.
E agora o que esperar? Teremos um time mais competitivo, teremos ao menos garra para conquistar os resultados, podemos esperar uma classificação para a Liberta do ano que vem???
Minha opnião é a seguinte:
O time vai continuar nessa oscilação, de ganha 1 perde 2 e etc. Copa do Brasil ano que vem? Por que não? É melhor jogar a Copa do Brasil do que disputar a segundona.
Dica musical do dia:
Ouvi essa música semana passada e confesso que fiquei maluco... Um dos maiores produtores do gênero na atualidade sem dúvida!!!!
Example- Last One Standing (TC Remix)
20 de set. de 2010
Sampa-Noise Lucas ou Marcelinho?
19 de set. de 2010
Café com Leite: Brad Pitt
16 de set. de 2010
Café com Leite: Aquele abraço!
Foto: Alex Carvalho/UOL
CHAZINHO DE COCA - FELIPÃO CONTINUA INVICTO CONTRA O GRÊMIO.
Imagem: Ricardo Rimoli (p/ o Lancenet)
Felipão não retornava ao Olímpico desde 2000, quando ainda treinava o Cruzeiro. Voltou hoje, no dia em que o Grêmio comemorou 107 anos de existência.
No estádio gremista Felipão tem história. Multicampeão pelo tricolor gaúcho, virou ídolo com a conquista da Libertadores de 1995. Gremista de coração, Scolari foi hoje recebido pela torcida da casa como ídolo que é. E como técnico rival, que também é, Felipão acertou a mão na armação de seu Palmeiras, o clube que ele escolheu gostar depois de passagem também vitoriosa, onde também conquistou uma Libertadores.
No Olímpico, o Palmeiras de Felipão não tomou conhecimento da festa e da pressão dos gremistas. Parece também ter dado uma bica nos fundilhos da crise que vinha rondando e já quase se instalando pelos lados alviverdes.
O esquema foi o mesmo, com 4 volantes no meio campo. Kleber e Everthon bem abertos no ataque. Parece que atuar assim fora de casa funciona. Sobretudo contra um adversário que estava em festa e que não podia decepcionar seu torcedor. O ferrolho Verde anulou as investidas de Souza , Douglas e cia.
Marcos Assunção que vive momento de graça com seu pé calibrado, meteu mais um petardo indefensável, dessa vez para o ótimo Vitor.
Na base do contra-ataque o Verdão poderia ter ampliado ainda no 1º tempo. Mas o aproveitamento do ataque ainda deixou a desejar.
O início de 2º tempo que poderia ser de lamentação pelo 3º amarelo de Kleber e que o tirou do clássico de domingo contra o São Paulo, passou a euforia quando Assunção, sempre ele, colocou a bola na cabeça de Everthon, que dessa vez não perdeu o gol feito.
Valdívia entrou no lugar de Everthon e Pierre entrou na vaga de Tinga para fechar ainda mais o meio-campo. A vitória estava praticamente assegurada.
Mesmo o gol do Grêmio não diminuiu a boa atuação do Palmeiras. Cabe agora ponderar se esse é mesmo o esquema ideal para esse time de Felipão, ou se adaptar o esquema para partidas em casa é uma saída.
Domingo contra o Vasco o time atuou com 3 atacantes e nada criou. Pode ser que a postura dos jogadores – os mesmos do último domingo - tenha sido outra hoje.
O que não pode mais é o time ter medo de atuar em casa e desabrochar fora. O clássico contra o São Paulo é mando verde e vencer significa efetivamente um novo e bom momento no campeonato. Um revés traz de volta a desconfiança.
É hora do Palmeiras decidir de quer viver de cravo ou de ferradura. Por hora, a vitória contra o Grêmio deve ser sim muito comemorada.
OBS: Felipão, que deixou o Olímpico fazendo juras de amor ao Grêmio, deu mais um presente de grego ao tricolor dos pampas. Dirigindo o Verdão, essa foi a 4ª partida de Felipão contra o Grêmio, e nunca saiu derrotado. Em casa um 5X0 e um 6X1 e no Olímpico um 1X1 e agora esse 2X1.
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Vou me despedindo dos camaradas que me acompanham por aqui com um clássico oitentista do Soft Cell – Torch:
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Cheers,
13 de set. de 2010
Sampa-Noise - Freio na ladeira!!!!

Ontem o São Paulo sofreu uma freada em sua ascensão para o G4.
O São Paulo entrou em campo pelo certame nacional contra o Botafogo de Loco Abreu e foi derrotado por 2 a 0 no Engenhão. Essa derrota custou ao São Paulo uma posição na tabela, que de oitavo caiu para nono.
No primeiro tempo o Tricolor conseguiu segurar o ataque do Botafogo que veio pra cima. Apesar da boa atuação da defesa do São Paulo no primeiro tempo, o ataque pouco produziu, foram muitas bolas tocadas para Marcelinho o que facilitou a marcação do Botafogo sobre o Tricolor.
Aconteceram algumas modificações estranhas no time, como por exemplo, colocar o Rycharlisson na lateral no lugar de Junior Cesar. No começo pensei que o lateral são-paulino estivesse machucado, mas não estava. Ele estava no banco e isso foi uma opção de Baresi. Opção que não surtiu efeito algum.
Com a esperança do meio-campo pra frente do São Paulo funcionar, começou o segundo tempo. Mas nada. O time não melhorou em nada e continuou apagado do meio pra frente, facilitando assim a entrada do time do Botafogo na área são-paulina. E tanto atacaram que fizeram seu primeiro gol. Numa falha da defesa Tricolor, Loco Abreu tocou para o gol e marcou.
O São Paulo até teve a chance de empatar o jogo, mas desperdiçou várias oportunidades com Dagoberto e Fernandão. Muitas bolas cruzadas na área e nenhuma jogada de efeito pelo chão.
Apesar de ter ganhado 3 partidas seguidas, o time do São Paulo ainda tem muito o que melhorar. A chegada de Ilsinho ainda não surtiu efeito e ele que começou a jogar no São Paulo pela lateral direita ontem, entrou para compor o meio-campo, posição que
jogava no Shaktar, e pouco pegou na bola.
Um jogo feio, sem vontade por parte do São Paulo, mas com muita garra do time do Botafogo que saiu vitorioso de campo e se aproxima do Fluminense e Corinthians na ponta da tabela.
Dica Musical do dia: Noisia - My World ft. Giovanca
CHAZINHO DE COCA - KLEBER, VALDÍVIA…..E SÓ.
Imagem: Ari Ferreira (p/ o Lancenet)
Adianta lamentar ao final de cada rodada e lembrar de que há jogadores atuando como titulares e que não tem, ou pelo menos não estão, em condições de defender o Palmeiras?
Que Valdívia, apesar de estar fora de forma, ainda não estar em plenas condições de desempenhar todo o seu jogo, ainda assim é MUITO superior aos que ocupam hoje a posição de titular que deveria ser sua?
E que um Kleber só não faz verão?
Mais do que tudo isso, é triste pensar em termos de time e elenco. Não é o melhor do BR10? Não é.
Mas é pior do que, por exemplo, ao do Botafogo? Não é também.
Então porque o Botafogo está firme no G4 e faz grande campanha e o Palmeiras patina num universo de incontáveis e insossos empates?
O Botafogo tem em seu elenco jogadores que até pouco tempo eram odiados pela torcida, mas que hoje recuperaram prestígio e o moral do time.
O Palmeiras também tem esses jogadores que não geram empatia no torcedor. Podemos enumerá-los até: Luan, Everthon, Rivaldo, Vitor.
Luan foi destaque no São Caetano, saiu cedo do país e voltou como esperança de velocidade no ataque. Mas no ataque teoricamente com 3 atacantes que Felipão armou ontem, ele foi uma camisa vagando pelo gramado. Sem vibração, sem atitude, fugindo do jogo.
Vítor vem de duas excelentes temporadas onde foi eleito o melhor lateral direito do país. Sabe jogar. Mas estranhamente no Palmeiras é omisso em sua faixa de campo. Não faz aproximação dos meias, não trabalha jogadas de ultrapassagem e ainda deixa sempre uma avenida as suas costas
Rivaldo é uma incógnita. Veio do Avaí após atuação contra o próprio Palmeiras e que encheu os olhos de Felipão.
Sinceramente, nem naquela partida em que o Avaí venceu o Verdão por 4X2 eu vi esse futebol todo que encantou Scolari. E no Palmeiras vem sendo de uma inutilidade ímpar. Espero que me faça pedir desculpas. Mas até aqui, de Rivaldo, esse Rivaldo não faz por merecer nem o nome.
Felipão havia encontrado uma boa formação quando mandava o time com um falso esquema de 3 zagueiros, sendo Fabrício um lateral esquerdo quando atacava, mas que compunha muito bem o tripé defensivo quando o time se defendia.
Não é da posição? E daí. Os que de fato são estão em fase medíocre. Não entendi até hoje a razão da alteração de Scolari.
Kleber, que não é centroavante, não tem altura de para centroavante, mas que reúne não só condições técnicas, mas boa vontade para surtir mais efeito do que peças efetivamente d setor, vem tentando do jeito que dá. Tentando arredondar bolas quadradas que recebe.
O Palmeiras teve 15 minutos de bom futebol. Os 15 primeiros minutos do 2º tempo. Exatamente quando Valdívia entrou no jogo. E então triangulações começaram a acontecer e até Everthon apareceu para o jogo. Parecia que o gol iria sair. Só que mais uma vez o o torcedor estava fadado a acompanhar um tenebroso empate sem gols.
11º empate do time.
Dá vontade de comentar novamente que se metade disso fossem vitórias, ainda que o resto fossem derrotas, o time estaria brigando pelo G4. Mas ser redundante não é muito a minha cara.
Por sorte o Vasco da Gama é o Vasco do atacante Nunes. Por sorte também o sistema defensivo alviverde não tem sido o problema. Então vamos de empates, empates e empates.
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Para aliviar mais essa dor de cabeça dos camaradas palestrinos, vos deixo com um petardo sonoro do Oasis – Morning Glory
CONVITE: Hoje, às 20:00, ao vivo, rola o Programa Ferozes Futebol Clube, na rádio web da Universidade Cidade de São Paulo. Eu e meus comparsas comentaremos a rodada do final de semana ao som de muita boa música. Acompanhe pelo link:
http://comunicacidade.unicid.br/radiotape_ferozes.htm
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Cheers,
9 de set. de 2010
Café com Leite: Da psicologia, religião, Beatles e o papel da mulher na sociedade
CHAZINHO DE COCA - O 10º EMPATE DO PALMEIRAS.
Texto: João Paulo Tozo
O Vitória foi mais um empate no caminho palmeirense no BR10. Mais um, em meio a 10. DEZ empates em 20 jogos. Metade da participação do Palmeiras no BR10, de empates.
Não é o time dos sonhos? Não é.
É time para brigar na metade debaixo da tabela? Não é também.
Precisa jogar sempre com 3 zagueiros e volantes?
Olhando pelo jogo de hoje, sobretudo pelo de hoje, a impressão é de que não.
Um 1º tempo burro, para não dizer outra coisa. Maus tratos em relação a bola dignos de prisão por agressão. Tamanho o desespero em se desfazer daquela que deveria ser o objeto de desejo da boleirada.
Alguém precisa avisar o Felipão de que o Valdívia, esteja 5% e com uma das pernas amarradas, joga mais do que qualquer um dos que ele vem escalando no meio campo.
A mesma pessoa pega e avisa ao Rivaldo de que de Rivaldo ele só tem o nome.
O Vitória não é nenhuma maravilha, longe disso. Mas tem Ramon, que chama o jogo, que não tem medo da bola e que torna, muitas vezes, o frágil ataque do Vitória em um ataque muito mais letal do que, por exemplo, o do Palmeiras.
Diferente do Rivaldo, o genérico. Com ele a bola pega fogo. A bola tem espinhos. A bola é perdida e não há conseqüente combate para seu resgate.
No intervalo Felipão entrou com Valdívia no lugar de Pierre e Tadeu no de Luan.
A simples presença de Valdívia, que prende a bola, buscas as melhores opções e que pensa o jogo, já tornou o Palmeiras mais perigoso.
Kleber enfim ganhou a companhia qualificada que lhe faltou em todo o 1º tempo. Com isso o Palmeiras passou a trabalhar as jogadas próximo da área do adversário e deixou de ter a troca de passe acéfala no meio campo.
Ainda assim, o 10º empate do Verdão só veio graças a presença de Viafara no gol, que mais uma vez falhou feio e entregou a Tadeu o gol feito.
O Palmeiras é o time que mais empatou no BR10. Se desses 10 empates, pelo menos 5 deles fossem vitórias, ainda que o restante fosse convertido em derrotas, hoje o time teria 35 pontos e estaria brigando cabeça a cabeça pela ponta do campeonato.
Felipão pegou o bonde andando no BR10. Boa parte do elenco não se dedica como de um profissional se espera. Estão longe de ter a entrega do Kleber. Há também os problemas nos atrasos dos direitos de imagem, enfim. Há uma série de problemas que ajudam no momento negativo do time.
Mas pensar ofensivamente os 90 minutos ao invés de ter de correr atrás do resultado tendo apenas 45 minutos para fazê-lo, as vezes pode transformar a busca pelo empate na busca pelo gol da vitória.
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Para esfriar a cabeça dos amigos alviverdes que nos acompanham, deixo a dica musical de hoje: Lobão – Noite e Dia:
http://www.youtube.com/watch?v=AXD5xOYW8N4
Cheers
3 de set. de 2010
Sampa Noise - Ufaaa!!!!!!

Sem ganhar a 5 jogos, o Tricolor Paulista quebra jejum e respira um pouco.
Ainda não da para deixar de se preocupar, porque o futebol ainda não convenceu em nada.
Uma vitória apertada, suada e com gol de um dos integrantes do elenco mais criticados depois da eliminação da Copa Libertadores.
O São Paulo enfrentou na noite de ontem o Atlético Goianiense, o bicho papão dos times grandes de São Paulo.
Aos 23 minutos do primeiro tempo, Jean cobrou escanteio curto, recebeu a bola de volta na lateral e cruzou na medida. Xandão só teve o trabalho de desviar de cabeça, marcando um bonito gol.
Daí para o final do primeiro tempo, vimos um São Paulo jogando melhor, buscando o gol e com boas oportunidades. O São Paulo foi para o vestiário com a vantagem.
Na volta para o segundo tempo, aos 5 minutos, Elias enfiou a bola para Juninho que invadiu a área, driblou Rogério Ceni e marcou o gol.
Algumas substituições foram feitas no time Tricolor. Saiu Marcelinho e entrou Cleber Santana e saiu Fernandinho para a entrada de Dagoberto. Aos 23 minutos a substituição fez efeito. Marlos cruzou da direita, Dagoberto de cabeça, deixou o São Paulo com a vantagem.
Mais uma modificação no São Paulo. Saiu Jean e entrou Samuel. Naquele momento para o São Paulo só interessava a vitória e, se a mudança foi para segurar o resultado, eu concordo com a atitude do técnico interino do Tricolor.
Ontem o jogo foi bom, não perdemos para o time que anda tirando o sono de nossos rivais paulistas e ainda subimos 2 posições na tabela.
O grande nome da partida sem dúvida alguma foi Dagoberto, que mesmo criticado, mesmo
com o São Paulo tentando vendê-lo, mesmo com os torcedores torcendo o nariz com ele em campo, ele ficou e ontem mostrou que ainda pode fazer muito pelo São Paulo.
Tendo dito isso, encerro a coluna de hoje com uma dica musical bem antiga, uma música que marcou as baladinhas de São Paulo na década de 90.
Paroles - Mike Inc.







