22 de jun. de 2009

Chulipa Canarinho - Reluz Seleção Brasileira!



Parabéns Seleção Brasileira, faz muito tempo que eu não me encantava com a canarinho, sim, ela esta definitivamente de volta, não se pode mexer com os brios dessa camisa, viu seu Buffon, não da pra ignorar os numeros do Técnico Dunga, tão criticado, inclusive por mim, sim, e bastante.


Mas a mão que apedreja tambem afaga, então estou aqui pra enaltecer a partida tão cativante que tive o prazer de ver ontem! Não ouso criticar ninguem, o time (sim, um TIME) fez 3 gols e não tomou nenhum


Tenho sim é que demonstrar agora todo meu agradecimento, que honra temos em ter essa seleção que conta com zagueiro como Lúcio, um monstro, senhor do jogo, defendeu muito e ainda por cima fez miséria como um atacante de extrema habilidade na frente, um jogo primoroso, deste que me arrisco a dizer, um dos maiores zagueiros que ja tivemos! Não esquecendo de todo o sistema defensivo, que ainda tem Juan, outro mestre, que infelizmente por uma lesão, está fora dos proximos jogos, mas tambem temos Luisão, outro que não deu espaços para os atacantes (atacantes?) italianos.


Tambem merece nota, Maicon, mais uma vez deixando todos os amantes do esporte com uma duvida muito chata, escolher entre ele e Daniel Alvez, é de deixar qualquer técnico rindo átoa diante desse "problema".






E na frente, pouca vezes vi uma seleção tão equilibrada, que atacante nós temos, "FABULOSO" Luis Fabiano, que batalhador, um terror para qualquer time que o enfrente, marcou dois e tem tudo pra ser o artilheiro da competição, ainda mais acompanhado de Robinho em dia muito inspirado, e Kaká, que mais uma vez contava com Ramirez, titular absoluto do seu lado, álias, vários Ramirez, em todas as partes do campo, com uma habilidade incrivel, facilitava bastante o trabalho de todos.

Foi lindo de ver! A seleção agora enfrenta o time da casa (Africa do Sul), e se manter metade do ritmo desse domingo, ja pode se considerar finalista, pra depois sim, ir com força total derrubar o campeão europeu, a Espanha, que encara o chato time americano que por um milagre se garantiu na semi-final!



E você torcedor, pode ficar feliz com essa Seleção Brasileira, e dessa vez Dunga, parabéns pelo seu trabalho, quem sou eu pra criticar alguma coisa agora, talvez eu nunca tenha duvidado de você, e sim dos seus "superiores", mas ha uma boa vontade de sua parte e isso tem que ser considerado!
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Chazinho de Coca pede espaço Chulipesco para um sincero mea-culpa.
Por João Paulo Tozo
Não é de uma hora para a outra que eu vou me tornar um fã incondicional do trabalho do Dunga como técnico. Não é o treinador dos meus sonhos e sempre vou achar que a sua escolha para comandar a seleção foi um erro Teixerístico.

Após as vitórias sobre Uruguai e Egito, enquanto muita gente já começava a achar brilho em seu trabalho, eu ainda estava reticente. Afinal, atualmente o Uruguai é uma seleção da 2ª divisão do futebol mundial e o Egito está em situação complicadíssima na empolgante eliminatória africana, e nem para a Copa deverá ir. Tanto é que ontem levaram um nabo dos estadunidenses.

Mas não sou bronco o suficiente para não enxergar evolução no trabalho do rapazote. Só de finalmente ter se convencido de que Kleber não tem condições de ser titular nem em seu clube e de que Ramirez é MUITO mais jogador do que Elano, já dou meu braço a torcer.
Ainda acho que a excepcional condição técnica de alguns dos convocados nos faz ter a sensação de que Dunga tenha se tornado o Rinus Michels da noite pro dia. Mas ele é o responsável por escalá-los, não? Ponto positivo para o capitão do tetra.

A Itália bem que tentou começar o jogo pressionando com suas jogadas aéras. Mas pobre a Azurra que depende da cabeça de um Luca Toni para conseguir algo. Pelo ar a coisa não acontecia, pelo chão era uma tristeza só. Atirando-se ao ataque, a Itália abriu espaços suficientes para que o letal contra ataque canarinho fizesse seu trabalho. Luis Fabiano em fase exuberante matou o jogo aos 37 e aos 43, sendo o 2º gol uma pintura ao melhor estilo brazuca de ser. Luis Fabiano para Robinho, que achou Kaká pela direita, que cruzou para Robinho, que com um corta luz inteligentíssimo, deixou Luis Fabiano livre para destroçar o jogo italiano. O mesmo Robinho que tentou cruzar da direita na jogada seguinte e achou o pobre Dossena, tentando cortar e colocando para dentro do próprio gol.

Nem as entradas de Pepe e Gillardino no 2º tempo (muito mais jogador que Luca Toni) deram alguma esperança à combalida seleção italiana com seu uniforme e o futebol que lembram o Uruguai.

A seleção brasileira pouco buscou a ligação direta da zaga ao ataque. As acertadas efetivações de André Santos e Ramirez deram a Kaká a companhia adequada para que o jogo brasileiro ganhasse condição boa no passe e no apoio ao ataque. Ainda que o meio conte com Gilberto Silva, que até desarma, mas toca de lado. De toda forma essa seleção ganhou uma cara, ganhou um padrão e que não é do bicão pra frente e seja o que Deus quiser. Ela agora passa de pé em pé e por pés que sabem o que fazer com a redonda.

Dou meu braço a torcer para o Dungão. Pelo menos por enquanto.

20 de jun. de 2009

La Mano de Dios - São Paulo despede-se de Muricy

São Paulo despede-se de Muricy

Era uma história anunciada. Depois da derrota incontestável para o Cruzeiro na quinta-feira, o clima ficou insustentável para Muricy.

O técnico que em quase 4 anos à frente do São Paulo trouxe o tri-campeonato brasileiro parecia já vir sofrendo de um desgaste de relacionamento que culminou em mais uma eliminação frente a brasileiros na Copa Libertadores.

O São Paulo precisava respirar novos ares, e parece que Muricy não se viu como a pessoa certa para fazer essa renovação. Sua saída foi de comum acordo com Juvenal Juvêncio.

Muricy deve sair pela porta da frente, de cabeça erguida e orgulhoso de um trabalho de gande sucesso no cenário nacional. Ao que tudo indica, inciará um trabalho frente ao América, do México.

Ricardo Gomes é o novo técnico do São Paulo.

No pique! No Pique!
Sem tempo para maiores detalhe.

Mal terminou o casamento de 3 anos com Muricy Ramalho e o São Paulo já anunciou o seu novo comandante - Ricardo Gomes.
Ex-zagueiro da seleção brasileira, Ricardo Gomes atualmente comandava o Monaco, da França.


E você, caríssimo amigo tricolor, gostou do novo técnico são paulino?

19 de jun. de 2009

La Mano de Dios - O São Paulo precisa de novos ares

O São Paulo precisa de novos ares

A derrota de ontem para o Cruzeiro em pleno Morumbi deixa claro algo que há tempos vem se avolumando cada vez mais: o São Paulo é um time sem criatividade.

O Tricolor está preso a um esquema tático previsível, repetitivo e pragmático que já não gera resultados. O time hoje é um festival de bolas cruzadas por laterais afobados, um meio de campo sem liga, sem alguém que segure a bola e arme uma jogada, sem criatividade na frente e duro na defesa.

As reações de Eduardo Costa e André Dias só mostram o quanto o São Paulo está descompensado, sufocado pela falta de renovação tática. Muricy precisa urgentemente renovar, buscar novas saídas, se quiser ver seu time continuar sendo, pelo menos, o melhor do Brasil.

Ontem contra o Cruzeiro, venceu o melhor. O São Paulo está muito longe do melhor do mundo que foi em 2005 e ainda distante do campeão brasileiro do ano passado.



Ao som de Airto Moreira - Return to Forever. Uma versão do clássico de Chick Corea cheia de percussão...

Rapidinhas: até 2008, a pressão sobre o Tricolor era aliviada pela conquista do Brasileirão no fim do ano. Acredito que esse ano nem ela resolva. Até porque, do jeito que a coisa anda, a taça do BR-09 não virá.

Chulipa Africana! - Egito cabeceia a zebra pro fundo do gol!


É rapaziada, quem imaginava que aquele sufoco do Brasil era só culpa do próprio Brasil, ontem o campeão Africano aplicou uma surpresinha pra cima dos Campeões Mundiais!

Com uma cabeçada livre, em cima da grande defesa Italiana, o Egito continua firme na Copa das Confederações, Homus se tornou o carrasco dos italianos, enquanto o goleiro Essam El Hadary fechou o gol!

Agora a Azzurra precisa ganhar bem do Brasil e secar o time egipcio que joga contra os americanos (algo que duvido, o Egito é bem mais time).

Considero a Italia fora das semi finais, se eu estiver errado, podem vir me cobrar!

Abraços

18 de jun. de 2009

Do Populacho! - E que jogão!

A vitória do Corinthians por 2x0, contra o Internacional - RS, no primeiro jogo da final da Copa do Brasil, se deu em um dos mais empolgantes jogos (nacionais) do corrente ano.

Jogo franco, aberto, onde nenhum dos times, principalmente o Internacional, que jogava fora de casa, se propôs a defender somente.

Impressionante foi a ‘blitz’ alvi-negra no início do jogo e as criações de jogadas pelos flancos. Pelos flancos também o Inter atacava, quase sempre com Taison, que deu trabalho à defesa corinthiana e ao lateral Alessandro que, ainda em ótima fase, apoiou bem a defesa.

O jogo mais perecia uma queda de braços, sendo forçado ora por um, ora por outro ataque, sem que as defesas se perdessem.

Os gols do Corinthians saíram, com Jorge Henrique, após passe de Marcelo Oliveira, que fez um bom jogo, e Ronaldo, lançado por Elias, após episódio polêmico. Puro detalhe.

E, se o time Colorado não marcou, muito se deve ao goleiro Felipe, em noite inspirada no Pacaembu, onde operou verdadeiros milagres.

Agora é esperar o próximo jogo, o segundo desta final que já começa eletrizante.

P.S: É muito provável que nesse segundo jogo os times já contem com seus jogadores que estão servindo a seleção. Jogão.

Chazinho de Coca - Em clima de amistoso, Palmeiras dá tchau para a Libertadores...

...e um olá para as enxurradas de críticas e cornetas que já estão soando no Palestra Itália.

No 1º tempo o jogo parecia um amistosão internacional. Não se viu a disposição esmeraldina de outras missões impossíveis e alcançadas na mesma Libertadores. Não se viu o 3-5-2 que tanta velocidade emplaca no time de Luxemburgo funcionar dessa vez. Não se viu um Diego Souza aceso como o meia costuma ser em jogos dessa envergadura.

Dentro desse cenário, a bola pouco chegava em Keirrison e ele também pouco a buscava. Williams não foi agudo como costuma ser, mas sacá-lo na 2ª etapa não acho que tenha sido a opção mais acertada. As entradas de Ortigoza, que sempre traz fôlego ao time, sim. Assim como a de Obina, que teve duas chances para entrar no hall de heróis palestrinos na Libertadores. Posto que Cleiton Xavier já ocupa desde o petardo contra o Colo-Colo. Mas exatamente por ocupar esse posto, o camisa 10 parece ter achado que poderia mandar mais um pombo sem asa como aquele e arriscou chutes, alguns pavorosos, em momentos onde trabalhar a bola era a melhor opção.

O Juiz foi bem fraquinho. Houve 2 lances de pênalti na 1ª etapa, um para cada lado. Claríssimos? Não necessariamente. Fez certo ao usar do mesmo critério para não assinalar nenhum deles. Mas tivesse dado e a probabilidade de assinalação de ambos levaria o jogo para as penalidades.

Na 2ª etapa houve pênalti em Obina no lance em que o centroavante perdeu gol feito. Houve também um lance de pênalti em Marcos, num dos tantos momentos em que o santo tentou transformar-se em Deus arriscando-se na área adversária. Foram PENALTIS? Escandalosos não, mas foram lances assinaláveis. Justificam a eliminação? De maneira nenhuma.

Mesmo abaixo do que pode ser, Palmeiras foi mais time ontem. Aliás, o Nacional é de um nível técnico baixíssimo. Mas a melhor condição técnica do Verdão esbarrou na bem armada retranca uruguaia. Além das 2 chances claríssimas de Obina, Cleiton Xavier mandou bola na trave em cobrança de escanteio. Keirrison desviou chute de Diego Souza e por pouco não colocou pra dentro. Danilo quase marcou o seu aos 14. Cleiton Xavier quase faz o seu de cobertura, lance salvo em cima da linha pela zaga uruguaia. Antes disso, o Nacional quase liquida de vez em chute para fora de Garcia.

Em um jogo onde o time da casa fez uma cera danada, menos de 5 minutos seria absurdo e ele deu apenas 2. Enfim, fatos, passagens, situações que tentam, mas não explicam e não justificam a eliminação palmeirense de mais uma Libertadores.

Para o Palmeiras sobrou o BR09 e a certeza de que não será fácil criar um clima de paz pelos lados do Palestra. Hoje os muros já estão pichados e a cabeça de Luxemburgo é pedida.

Mudar o comando agora não será inteligente. Mas há de se convir de que os frutos colhidos até agora com a milionária comissão técnica luxemburguiana não tem sido dos mais polpudos.

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Fonte/ Imagem (lancenet!)

17 de jun. de 2009

La Mano de Dios - Crise? No futebol brasileiro tem.

Crise? No futebol brasileiro tem.

Depois das exorbitantes cifras anunciadas nas contratações de Kaká e Cristiano Ronaldo, fiquei muito convencido de que não há crise no mercado do futebol, pelo menos na concepção do Real Madrid de Florentino Pérez. A iniciativa do Real pode colocar abaixo a ideia que muitos tinham de que o BR-09 será repleto de craques devido à pouca iniciativa dos clubes internacionais em investir nos jogadores brasileiros.

Não é novidade para ninguém que nossos clubes têm sua estrutura baseada num modelo exportador, que vê a venda de jogadores para o exterior como única forma de equilibrar seu caixa. Se a perspectiva de pouco investimento dos clubes internacionais vem proporcionando um primeiro semestre animador, com ótimos jogadores em campo, o segundo semestre promete ser um choque de realidade.

O São Paulo já deixou bem claro que Hernanes e Miranda têm poucas chances de ficar após a Libertadores.

Já o Palmeiras corre o risco de perder alguns dos jogadores trazidos pela Traffic. A empresa de J. Hawilla precisa cortar despesas e gerar lucros. Os cortes no Desportivo Brasil já economizaram um milhão de reais e tudo indica que Pierre, assim como jogadores mais antigos da Traffic, já estão de malas prontas. No caso do volante, para a Turquia.

Parece não haver crise no futebol internacional. Mas enquanto a mentalidade dos clubes brasileiros não mudar, a coisa continuará feia no Brasil.

Ao som de New York Time - Newest Blues. Uma das bandas de Jimmy Cobb, batera que tocou em Kind of Blue, de Miles Davis. Só fera nesse ensemble!

Quarta – feira gigantesca do futebol.

Os domingos são os principais dias para o futebol brasileiro, certo? Errado. Ao menos nessa época do calendário.

A Taça Libertadores e a Copa do Brasil monopolizam as atenções da ferocidade boleira no Brasil e no continente. Hoje então as duas competições se cruzam em decisões que prometem arrepiar a espinha até de torcedor de badminton.

Taça Libertadores da América - Nacional X Palmeiras

Pela Libertadores, o Palmeiras já está no Uruguai para enfrentar o Nacional. Na 1ª partida o placar apontou 1X1, no Palestra Itália. O Verdão precisa de gols, não necessariamente da vitória. 0X0 dá Nacional. 1X1 a decisão vai para o drama das penalidades. Empates a partir de 2X2, levam o Palmeiras às semifinais. A vitória por qualquer placar serve para ambos.

O gramado horroroso do Centenário preocupa. Mas para quem jogou 317 partidas contra o Sport na Ilha do Retiro, o Centenário pode até não ser aterrorizante.

Luxa deverá repetir a escalação da vitória contra o Cruzeiro. No 3-4-1-2, com Marcão na zaga, Williams no ataque ao lado de Keirrison, Diego Souza livre para armar o jogo e Cleiton Xavier como um falso 2º volante. O time parece muito confiante, mas em caso de eliminação, a cornetagem volta a soar como um estrondo pelos lados do Palestra. Pelos lados do Nacional, um surto de gripe (comum) pegou muitos dos jogadores do time, chegando a deixar alguns como dúvida para o jogo. O zagueiro Federico Dominguez e o meia Angel Morales, além do zagueiro Matías Rodriguez, e o meia Nicolás Lodeiro, tido como o destaque do elenco, são alguns dos gripados.

Taça Libertadores da América - Grêmio X Caracas


Também pela Libertadores, mas no estádio Olímpico, o Grêmio tenta confirmar seu favoritismo contra o Caracas. A situação é a mesma do jogo entre Palmeiras X Nacional. No confronto de ida, o tricolor dos pampas empatou em 1X1 e agora leva as mesmas vantagens que o Nacional tem sobre o Palmeiras.

Em relação ao jogo contra o Fluminense, 2 possíveis alterações. Revér volta a zaga e Ruy retoma a camisa 2.

Os dirigentes gremistas têm salientado a contagem regressiva para o tri continental. Se for levar em consideração o pessimismo da imprensa venezuelana em torno de seu representante, os dirigentes sulistas já podem refazer a conta.


Copa do Brasil - Corinthians X Internacional


Já pela Copa do Brasil teremos hoje o início das finais. O Corinthians recebe o Internacional no Pacaembu, numa final mais do que anunciada desde o princípio.

Há 3 anos apontado como favorito a tudo, o Internacional precisa finalmente fazer valer esse favoritismo que quase todo mundo dá a ele ao longo de todo esse tempo, coisa que não tem feito. Basta ver que para o ano de seu centenário, o colorado não conseguiu nem a vaga para a principal competição do continente. Até por isso tenta impedir que o rival da final consiga realizar o mesmo sonho.

Pelos lados do Parque São Jorge ninguém esconde que a grande obsessão do clube é a vaga para a Libertadores de 2010, ano de seu centenário.

Para impedir o feito corintiano, o Inter vem a São Paulo com sérios desfalques. Kleber está na seleção (mas atualmente esse é mais um ganho do que perda), assim como Nilmar, principal estrela do time. O carrasco corintiano na libertadores de 2003 também não irá a campo. D´Alessandro não se recuperou de uma tendinite e já foi vetado. E na lateral direita Tite não poderá escalar Bolivar, suspenso. Marcelo Cordeiro, Alecssandro, Andrezinho e, possivelmente Danilo Silva deverão assumir seus postos, respectivamente. Magrão que era dúvida, está liberado.

O Corinthians também tem seu desfalque – André Santos, que também defende a seleção do Dunga. Para sua vaga Mano faz mistério, mas numa coisa eu aposto, Wellington Saci não será o escolhido. Atacante de ofício, Mano inventou o garoto na lateral e viu Saci fazer péssimo papel. Marcelo Oliveira ou Diego deverão sair jogando na esquerda. Ronaldo que se recupera de forte gripe está confirmado. O camisa 9 deu seu recado ao afirmar que o Inter não é um bicho de 7 cabeças como quase todo mundo diz. Nessa eu to com o Fenômeno.


Meus palpites para os jogos da quarta barriguda do futebol:

Nacional X Palmeiras – Palmeiras com vitória.

Grêmio X Caracas – Grêmio com goleada.

Corinthians X Internacional – vitória corintiana e sem levar gols.

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Malandro, se o coração estiver em dia e você não puder ir ao jogo do seu time, coloque sua cerveja para gelar meia hora antes, deixe o tremoço e o picles já no jeito, escolha a melhor transmissão pelo rádio e a melhor imagem da tv. A noite dessa quarta promete.

16 de jun. de 2009

Dia 16 de junho de 1999

Todo dia 26 de agosto, desde 1914, a comunidade alviverde espalhada pelo país e pelo mundo comemora a data de fundação de sua agremiação tão querida.

Desde o dia 20 de setembro de 2005, quando a Câmara Municipal de São Paulo aprovou tal data como O Dia do Palmeiras, a mesma comunidade exalta a sua palestrinidade tão latente.

Nem todos se lembram, mas no dia 14 de setembro comemora-se o dia em que a Societá Palestra Itália tornou-se Sociedade Esportiva Palmeiras. Naquele longínquo 14 de setembro de 1942, o Palestra Itália morreu líder, e uma semana depois deu lugar ao gigante Palmeiras, que já nasceu campeão. Exatamente no dia 20 de setembro de 1942.

Anos, títulos e histórias se passaram ao longo dos anos que sucederam esse 14/09/42, até que uma nova data entrou para a história desse alviverde tão imponente:

Dia 12 de junho de 1993. O dia dos namorados mais doce da vida de qualquer palmeirense. A data que marca o fim da agonia, o fim de uma fase de trevas, o fim da angustiante fila de 17 anos, justamente contra o maior rival. O Palmeiras iniciava uma nova fase de glórias e conquistas, enchendo uma vez mais o seu já abarrotado salão de troféus com quase tudo o que era possível conquistar. E eu disse quase tudo.

Faltava algo. Faltava aquela taça. A obsessão em torno daquele feito pendente era devastadora, principalmente a cada insucesso nas trajetórias em busca dessa tão sonhada conquista. Ela não faria do Palmeiras maior, assim como não o fazia menor antes de tê-la. Ela era simplesmente a somatização dos sonhos de tantos outros palestrinos que tantas vezes bateram na trave dessa conquista. Dos esquadrões esmeraldinos de 1961 e 1968, que ficaram a uma mãozinha de erguer a tão dignificante conquista. E depois, de outros esquadrões que naufragaram muito antes do que suas condições lhes condicionavam.

E então foi realizado, enfim, um planejamento focado nesse objetivo. Alguns craques, outros guerreiros, um líder agregador e um santo.

As muralhas a serem vencidas, muitas vezes pareciam intransponíveis. Poderiam ser para muitos, não para aquela linha com atacantes de raça. Os inimigos eram poderosos, mas tornavam-se cada vez menos eficazes diante daquela defesa que ninguém conseguia passar de forma mortal.

E então surge diante desse grupo tão diversificado com elementos humanos e divinos, o grande rival, o mesmo do 12 de junho de 1993. Mais uma vez eles, fortíssimos, tão poderosos quanto, tão ambiciosos quanto. Um épico foi escrito na história do futebol. Ali foi disputado um campeonato à parte, onde o campeão ganhou a credencial necessária para se sentir realmente invencível e partir forte rumo ao grande objetivo. Foi naquele épico que um humano tornou-se santo. E que o general do esquadrão transformou um time de futebol em família.


Com o santo, o general, a família e alguns endiabrados, a agremiação esmeraldina de tantas e tantas datas importantes, de tantas conquistas e glórias, de milhões de apaixonados pela sua simples existência em suas vidas, cravou, marcou e gravou mais uma data na história.

Uma data que completa hoje 10 anos. Que faz do mês de junho tão especial quanto o de agosto, quanto o de setembro. Que ao lado daquele dia dos namorados de 1993, adoçou a alma da coletividade, da torcida que canta e vibra, pelo seu alviverde inteiro e imenso, brasileiro desde 14 de agosto de 1914, condição afirmada e destacada em 12 de setembro de 1942.

16 de junho de 1999 é a data. A Taça Libertadores foi a obsessão alcançada. E benditos sejam:

Santo, Arce, Júnior Baiano, Roque Júnior e Júnior; César Sampaio, Rogério, Zinho e Alex (Euller);Paulo Nunes e Oséas (Evair). Uma família comandada pelo General: Felipão.


Cheers,