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6 de abr. de 2009

Ferozes Futebol Clube no SP Jornal.

Ferozes Futebol Clube no SP Jornal.


Jornal de grande circulação nos principais bairros da zona leste de São Paulo como: Tatuapé, Vila Carrão, Jardim Anália Franco, Aricanduva, Mooca, Vila Formosa, São Mateus, Belém, Vila Prudente, Água Rasa, Vila Diva e adjacências, além de distribuição em órgãos públicos, Judiciário, Associações, Clubes de Serviços e pontos comerciais, o SP Jornal está de cara nova e com novas possibilidades de interação com o leitor.

Na edição do dia 03 de abril, o jornal trouxe na coluna “NO FOCO”, fotos da festa de 1 ano do blog Ferozes Futebol Clube, ocorrida na sexta-feira, dia 27 de março e que contou com a discotecagem do jornalista, feroz e dj Mauro Beting. Na página 11, na coluna “Blogando no Ar”, o jornal estampa ainda uma matéria falando um pouco sobre o Ferozes Futebol Clube e sua composição.

O FFC agradece a equipe do SP Jornal, sobretudo o seu diretor de marketing Antônio Gelfusa Jr, pela exposição de nosso blog, nossa festa e de nossas saudáveis caras em tão nobre veiculo.


Acesse o link para conhecer o SP Jornal e viajar pelo conteúdo da edição do dia 03 de abril:
http://www.readoz.com/publication/read?i=1014678




Cheers,

27 de nov. de 2008

Prêmio ACEESP

A Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (Aceesp), elegeu os melhores do ano na mídia esportiva. Confira abaixo os vencedores:


Blog
Ferozes Futebol Clube
(brincadeira - por enquanto...rss)


Segue:

Televisão
Narrador: Cléber Machado – TV Globo
Comentarista: Reginaldo Leme – TV Globo
Repórter: Mauro Naves – TV Globo
Apresentador: Flávio Prado – TV Gazeta
Equipe de produção: TV Globo

TV por assinatura
Narrador: Milton Leite – Sportv
Comentarista: Paulo Vinícius Coelho – ESPN Brasil
Repórter: André Plihal – ESPN Brasil
Apresentador: Paulo Soares – ESPN Brasil
Equipe de produção: ESPN Brasil

Rádio
Narrador: José Silvério – Rádio Bandeirantes
Comentarista: Mauro Beting – Rádio Bandeirantes
Repórter: Wanderley Nogueira – Rádio Jovem Pan
Apresentador: Milton Neves – Rádio Bandeirantes
Equipe de produção: Rádio Bandeirantes

Jornal
Repórter: Cosme Rimoli
Colunista: Juca Kfouri – Folha de S. Paulo
Equipe: Lance!

Internet
Site esportivo: Gazeta Esportiva.Net
Revelação: Bruno Prado – Rede TV!/105 FM/Terra

Interior
Equipe de TV: EPTV Campinas
Equipe de rádio: Rádio Central de Campinas
Equipe de jornal: Correio Popular de Campinas

Troféu Ely Coimbra
Flávio Adauto


Em nome do blog FFC, parabenizo a todos os vencedores da premiação.

14 de out. de 2008

Mídia Esportiva - Casagrande está de volta.


Uma grande notícia para os amantes do futebol e para aqueles que não se contentam com comentaristas que explicam o óbvio e vivem em cima do muro - Walter Casagrande Júnior está de volta à televisão. Inicialmente no Sportv.


Depois de passar por um momento complicado em sua vida, Casão retoma seu excelente trabalho. Antes, porém, Casagrande deve conceder sua 1º entrevista no programa Altas Horas, de Serginho Groissman.


Grande notícia!


Mídia Esportiva

Mídia Esportiva

Record estipula valor mínimo para Olimpíadas

Dezoito milhões de dólares é o valor mínimo pelo qual a emissora pretende negociar os direitos de transmissão para TV

Paula Ganem
13/10/2008 - 11:16

Dezoito milhões de dólares. Esse é o valor mínimo pelo qual a Rede Record pretende negociar os direitos de transmissão para a TV por assinatura da Olimpíada de 2012, em Londres, e dos Jogos de Inverno de 2010, no Canadá. "Será algo entre US$ 18 milhões e US$ 30 milhões", sustenta o presidente da emissora, Alexandre Raposo.

O executivo afirma que "rasgou" a proposta de US$ 12 milhões feita pela Globosat, mas continua negociando com a empresa das Organizações Globo. Também conversa com a ESPN Brasil e com a BandSports. A Record pagou US$ 60 milhões pelos direitos, que serão exclusivos da emissora na TV aberta.

FONTE: Meio&Mensagem Online


Abril lançará Jornal Placar em novembro

Publicação será gratuita e e contará com edições diárias que circularão de segunda a sexta-feira

Mariana Ditolvo
13/10/2008 - 11:10

A Editora Abril lançará em 10 de novembro um jornal gratuito apenas com notícias voltadas ao mundo dos esportes. Em caráter experimental, o Jornal Placar será coordenado pelo núcleo Motor Esporte - sob a tutela de Marcos Emílio Gomes - e contará com edições diárias que circularão de segunda a sexta-feira.

A previsão da Abril é que seu novo produto seja distribuído durante um mês, em parceria com o Destak. Com tiragem de 70 mil exemplares e média de 16 páginas, o jornal oferecerá a cobertura da reta final do Campeonato Brasileiro, além de artigos de um time de colunistas e cobertura de outras categorias esportivas. O pacote de patrocínio apresentado às agências de publicidade prevê cotas de R$ 260 mil para publicação de um anúncio de meia página em cada uma das 22 edições previstas.

FONTE: Meio&Mensagem Online

18 de set. de 2008

Luxemburgo fala do sensacionalismo de imprensa esportiva

Não vou com a cara do Luxa, embora o ache um técnico competente. Mas ontem ele deu uma bola dentro ao falar com todas as letras, na coletiva pós Palmeiras X Vasco, do sensacionalismo da imprensa esportiva no caso do Diego Souza.

Segundo Luxa - opinião que eu subscrevo - na busca da adiência os programas esportivos transformam qualquer coisa em polêmica. Até o lance do suposto "tapa" que o alvi-verde teria dado em Carlinhos Paraiba no jogo do final de semana contra o Cruzeiro. Os Tribunais desportivos, pressionados, vão na onda e analisam qualquer bobagem.

Alguns programas esportivos puxam mais para o sensacionalismo do que para a cobertura de Futebol. São mais sensacionalistas que o programa do Datena. parce que é gritar "POLÊMICA" que o medidor do Ibope vai pro pico.

Hoje se escuta dizer que a arbitragem, em geral, é uma grande porcaria. Bem, dúvido que em algum momento na história do futebol tinha sido melhor. Será que no tempo do Arnaldo, do Wright ou mesmo do Godoi, tinhamos tantas cameras - e, por conseguencia, tantos meios de questionar a atuação dos juízes?

Também não é cabe isentar o próprio Luxa de responsabilidade. Quando a situação lhe é desfavorável ele é o primeiro a resmungar que o juíz foi horrivel, coisa e tal, fomentando essas bobagens que ontem ele próprio denunciou.

12 de set. de 2008

Os Dois Lados da Moeda: ...as cadeiras vazias do Engenhão.


O bom de um espaço digital como o Ferozes é isso, cada um de nós escreve sob sua ótica acerca dos assuntos que lhes interessam. Esse não será um texto leve.

Hoje assisti a algumas mesas redondas comentando o horripilante jogo da seleção de ontem – o jogo em si vi picotado, depois dos 20 primeiros minutos já percebi que seria perda de tempo e me concentrei num programa qualquer do History Chanel.

Não tenho nada a dizer sobre a partida em si – quanto a isso a mesma coisa de sempre, salvo quando um ou outro pisa nos calos dos nossos craques. Um time com mobilidade risível, criatividade nula... tão estimulante quanto dançar tango com a avó.

Meu comentário vai acerca da cobertura da imprensa esportiva de TV durante uma semana em que a seleção goleou o Chile e deu vexame contra a Bolívia. Esse é o assunto que tende sempre a me chamar a atenção quando estou vendo qualquer programa esportivo: “que diabo de idéia esses negos estão tentando me vender?”

Segunda-feira tudo era festa em grande parte da imprensa esportiva. Vamo lá Brasil! Assisti os comentários no Sportv e no Jogo Aberto. No canal fechado era só alegria e diversão. Salvo momentos de sobriedade no “Bem Amigos”, o oba oba parecia generalizado. “É a visita do Fenômeno aos seus amigos de seleção!” Agora vai Brasiu-iu-iu-iu. “A Bolívia está no papo, vai ser de goleada”. Todos pareciam subscrever a infeliz frase deixada por Robinho no quadro branco de algum lugar do Chile. Voltamos a ser os melhores!!!!

Epa! Epa! Mas há uma semana nosso técnico não estava para cair!?

A cobertura do Jogo Aberto foi mais sóbria, não diria nem sóbira, coerente é mais o termo – a antes e depois do jogo a opinião geral era de que o Chile era uma porcaria de time (não concordo), o ufanismo não baixou na Band - nem a melancolia chegou por lá após o empate coma Bolívia.

Chegamos a opinião na quinta-feira. Dunga não é técnico e Ronaldinho não tem condições de jogar na seleção - opinião generalizada.

Daí esse que vos escreve fica perplexo.

Quando o Dunga não convoca o Ronaldinho ele está fazendo pirraça. Quando convoca é porque a CBF pressiona, não devia mesmo convocar. E a imprensa, não pressiona pela convocação do Ronaldinho?

Pressiona... com meios sórdidos: mostrando aquele golaço que ele fez com a camisa do Barcelona há quatro anos, suas arrancadas ainda pelo Grêmio - isso quando não nos conta sobre qualquer espirro que ele dá por ai. Eu não sei o quanto disso é o encanto que os canais da mídia tem pela mitologia que que eles próprios criam e o quanto disso é perversidade mesmo. Vamos e venhamos: o Ronaldinho não joga lhufas, em lugar algum, há mais de dois anos. Até quando vamos esperar por uma jogada genial dele?

As possíveis razões para isso deixo para um outro artigo. Mas para não parecer que lhe jogo sobre os ombros o peso de 180 milhões de torcedores insatisfeitos, digo apenas que: sei lá se ele ainda tem motivação pra essa coisa de “ser atleta”. Veja, não deve ser fácil ser jogador de futebol - em que pese ser o sonho de 9 entre dez garotos brasileiros. Você se sujeita há N fatores desgastantes. Ok, “em qual profissão não se passa por isso?”, alguém pode me dizer. De acordo, mas a essa pergunta eu retrucaria: “Caso você tivesse dinheiro suficiente para nunca mais trabalhar, continuaria se subentendo a elas?”

Fechamos as aspas.

Acabada a copa de 2006 o discurso era unânime: jogador não deve ter lugar cativo na seleção. Seis meses depois, seleção sem Ronaldinho não é seleção. Não deve ter trabalho mais descompromissado que fazer cobertura esportiva – especialmente da seleção: quando o time está mal e ganha algo fazemos uma festa, todo mundo está feliz e ninguém cobra coerência mesmo. Quando o time joga mal é só descer a lenha e servir de canal para uma catarse coletiva em nome dos milhões de torcedores sem voz.

Quanto ao Dunga. Não acho que com outro lá a coisa estaria muito melhor. Já tivemos outros. Nos últimos 10 anos tivemos uns 5. Pergunta: em que momento a coisa foi melhor? Japão 2002, talvez – e apenas pelo resultado podemos assegurar isso.

O fato é que o povo não é bobo – ou cansou de sê-lo. As cadeiras vazias do Engenhão ontem são o testemunho disso. Não adiantou a festa e os salamaleques pós Chile. Não adiantou distribuir ingresso nas ruas do Rio de Janeiro.

Há algo de muito errado com esse negócio que chamamos de Seleção Brasileira. Podemos demitir o treinador – se isso resolve um problema ou tapa o sol com a peneira é outro papo.

É isso.

Ao som de Crosby Stills Nash & Young

3 de mar. de 2008

Os dois lados da moeda: O trivunvirato e a farsa

Após marcar dois gols no primeiro jogo do São Paulo no campeonato paulista – curiosamente contra o líder Garatinguetá – Adriano, “o Imperador”, afirmou que não queria mais esse tal apelido lhe fosse atribuído. Queria ser, simplesmente, Adriano. Mas, como não se pode ser tudo o que se quer, será que o “Imperador” poderia tornar-se “plebeu”?

Adriano veio ao São Paulo para recuperar-se após péssimas temporadas na Itália. O clube alardeia seu potencial para fazê-lo, diz que sua infra-estrutura está aberta para o atleta que estiver disposto a utilizá-la. Em um segundo momento, como parte dessa recuperação, pareceu interessante que o jogador passasse seis meses atuando pelo time do Morumbi.

Dai o projeto de “recuperação” de Adriano começa a misturar-se com idéias menos “pudicas”.

O São Paulo é o time mais competente no Brasil no que se refere a marketing. Imediatamente foram tomadas as medidas para capitalizar em cima do “Imperador”, ofertando-lhe a camisa 10. Em poucos dias o produto já estava nas lojas, sucesso de vendas garantido. Fosse Adriano o plebeu, tal medida seria tomada? Obviamente não.

A mídia também quis sua fatia e, em momento algum, deixou de atribuir-lhe o codinome. Não seria possível ignorar a presença do “Imperador” entre nós, tapuias, cada vez mais acostumados a ver em nossas equipes frutos promissores ainda verdes ou heróis de outrora que há muito caíram do pé. Adriano imperou nos noticiários e, tal qual o título que lhe é atribuído impõe, um séqüito de repórteres – inclusive importados da Europa –
formou-se em torno do jogador.

E a tal “recuperação”? Parole, parole...

Não apontamos o time e a mídia para excluir a responsabilidade do próprio jogador pela situação em que se encontra. As benesses que se oferece a um Imperador são sedutoras e deve ser difícil não ouvir o cantar das sereias. Com todas as facilidades que tal condição lhe confere, que como dissemos, ao invés de contestada foram, sim, fomentadas, Adriano voltou a imperar, infelizmente não nos gramados.

Um triunvirato (clube, mídia, jogador) insano que jamais conduziria alguém do trono para as ruas – ou, no caso, para os campos. Uma metáfora para se compreender como, em nossos dias, é elevado à realeza alguém que não tem meios de sustentar tal condição.