É a invenção de Leah (ou Lia)Lynn, a brasileira (quase americana) que supreeendeu no mundial sub-20. Como diria Milton Leite, que beleza!!!
Uma matéria da Globo com a garota:
3 de dez. de 2008
Lateral com pirueta!!!
29 de ago. de 2008
Vocês vão ter que me engolir - Contratação de peso no Corinthians
E não é no time do Mano Menezes.
Cristiane acaba de fechar contrato com o time feminino do Corinthians até 30 de novembro. E olha que ela não a única medalhista no time - Fabiana foi reserva nas Olimpíadas.
Para este time não terá para ninguém.
O Corinthians está liderando o campeonato ao lado do Santos (ironia né?).
São poucos clubes que já tem times femininos. No estado de São Paulo é onde estão a maioria. Este Campeonato Kaiser Paulista esta sendo promovido pela Federação Paulista de Futebol Amador com apoio da Liga Nacional de Futebol. Taí, futebol feminino fazendo bonito...
19 de abr. de 2008
Os dois lados da Moeda - Futebol feminino
Escrevo essa mensagem no intervalo de Brasil e Gana, jogo que decidirá a classificação de uma dessas equipes para a Olimpíada de Pequim. O jogo não está ganho, mas tudo indica que o Brasil levará. Os compromissos profissionais me impedem a cautela de resenhá-lo após o apito final mas a ansiedade de lançar algumas linhas acerca da partida me impõe a falta de tal precaução.
Em matéria de esportes, eu sou um romântico. Ok, esporte desde sempre é competição. Mas deixem-me em paz com meu romantismo. Talvez por isso eu tenha certa tendência a preferir competições femininas. Profiro ver vôlei feminino ao masculino. Basquete feminino ao masculino. Tênis feminino ao masculino. E agora surge o futebol. Ainda não posso dizer que prefiro o futebol feminino ao masculino em termos de clubes, mas no que concerne à seleção, a feminina do Brasil tem muito mais a minha simpatia.
Essas meninas são, acima de tudo, boleiras – não são atletas. Talvez pela menor capacidade física do corpo feminino, haja mais espaço para a palsticidade do esporte quando por elas praticado. Há mais espaço, o jogo tem mais cadência. A força é menos importante, ainda vemos o lúdico da habilidade – que ficou tão claro no segundo gol do Brasil nesse jogo.
Um paralelo meio torto pode esclarecer minhas idéias: pensemos na Fórmula 1, esporte em que a performance dos veículos, dado o grau dos avanços tecnológicos, tornou a competição algo extremamente chato e previsível. Os carros não quebram, a margem para o talento ficou reduzidíssima. O que se viu nos últimos anos foi a progressiva proibição de dispositivos que melhoram a performance mecânica dos bólidos, visando restituir-se algo da competitividade perdida.
O esporte feminino me remete a Fórmula 1 dos anos 70/80. O masculino, muitas vezes, me remete à Fórmula 1 da virada do milênio – algo que pode ser tão tedioso quanto uma valsa que se dança com a prima da sua avó.
PS: quando comecei a escrever essa mensagem o jogo estava Brasil 2x0. Ao terminá-la o placar marcava 5x0.