
22 de dez. de 2009
Chulipa é Tetra - Viva nossa Marta!

11 de nov. de 2008
Ronaldo X Zidane X Marta?
Amistoso organizado por Ronaldo e Zidane terá presença de Marta
Ter, 11 Nov, 04h54 - Agência EFE
Madri, 11 nov (EFE).- A sexta edição do Jogo Contra a Pobreza, amistoso organizado por Ronaldo e o ex-meia francês Zinedine Zidane, será realizada no dia 17 de novembro, na cidade marroquina de Fez, e terá como novidade a presença da atacante brasileira Marta, eleita por duas vezes a melhor jogadora do mundo pela Fifa.
Esta será a primeira vez que o evento terá a presença de uma representante do futebol feminino.
Ronaldo e Zidane promovem a partida como Embaixadores da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O principal objetivo do jogo é mobilizar o público na luta contra a miséria e promover os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - que buscam reduzir a pobreza pela metade até 2015.
Como nas outras edições, Ronaldo e Zidane serão os capitães das equipes. Entre os convidados há nomes como o meia brasileiro Juninho Pernambucano, do Lyon, o zagueiro espanhol Ivan Helguera, do Valencia, e o ex-jogador Noureddine Naybet, que defendeu a seleção do Marrocos nas Copas do Mundo de 1994 e 1998.
FONTE: http://br.esportes.yahoo.com/11112008/40/esportes-amistoso-organizado-ronaldo-zidane-tera.html
19 de abr. de 2008
Os dois lados da Moeda - Futebol feminino
Escrevo essa mensagem no intervalo de Brasil e Gana, jogo que decidirá a classificação de uma dessas equipes para a Olimpíada de Pequim. O jogo não está ganho, mas tudo indica que o Brasil levará. Os compromissos profissionais me impedem a cautela de resenhá-lo após o apito final mas a ansiedade de lançar algumas linhas acerca da partida me impõe a falta de tal precaução.
Em matéria de esportes, eu sou um romântico. Ok, esporte desde sempre é competição. Mas deixem-me em paz com meu romantismo. Talvez por isso eu tenha certa tendência a preferir competições femininas. Profiro ver vôlei feminino ao masculino. Basquete feminino ao masculino. Tênis feminino ao masculino. E agora surge o futebol. Ainda não posso dizer que prefiro o futebol feminino ao masculino em termos de clubes, mas no que concerne à seleção, a feminina do Brasil tem muito mais a minha simpatia.
Essas meninas são, acima de tudo, boleiras – não são atletas. Talvez pela menor capacidade física do corpo feminino, haja mais espaço para a palsticidade do esporte quando por elas praticado. Há mais espaço, o jogo tem mais cadência. A força é menos importante, ainda vemos o lúdico da habilidade – que ficou tão claro no segundo gol do Brasil nesse jogo.
Um paralelo meio torto pode esclarecer minhas idéias: pensemos na Fórmula 1, esporte em que a performance dos veículos, dado o grau dos avanços tecnológicos, tornou a competição algo extremamente chato e previsível. Os carros não quebram, a margem para o talento ficou reduzidíssima. O que se viu nos últimos anos foi a progressiva proibição de dispositivos que melhoram a performance mecânica dos bólidos, visando restituir-se algo da competitividade perdida.
O esporte feminino me remete a Fórmula 1 dos anos 70/80. O masculino, muitas vezes, me remete à Fórmula 1 da virada do milênio – algo que pode ser tão tedioso quanto uma valsa que se dança com a prima da sua avó.
PS: quando comecei a escrever essa mensagem o jogo estava Brasil 2x0. Ao terminá-la o placar marcava 5x0.
